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Austrália usa helicóptero para alimentar animais após incêndios

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O Serviço Nacional de Parques e Vida Selvagem, Nova Gales do Sul, na Austrália, iniciou um programa para tentar salvar os animais selvagens que foram afetados pelos incêndios que consomem as florestas do país.

Desde sábado (11), um grupo de funcionários lança de um helicóptero milhares de quilos de cenouras e batatas para alimentar cangurus, wallabies e outras espécies selvagens.

Os alimentos na natureza estão cada vez mais escassos após meses de focos de incêndio em várias regiões. Até agora, as autoridades estimam que mais de 5 milhões de hectares de terra foram queimados.

Um estudo publicado pela Universdade de Sydney mostrou que que as chamas mataram pelo menos meio bilhão de animais silvestres, entre mamíferos, répteris e passaros.

Wallaby se alimentando com uma das cenouras lançados de helicóptero
Reprodução Instagram/@mattkeanmp

R7

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Saída dos Estados Unidos da OMS ocorrerá em julho de 2021

Anúncio foi feito pela ONU após receber notificação formal

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© Reuters/Denis Balibouse/ Direitos Reservados

Os Estados Unidos (EUA) deixarão a Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho de 2021, anunciou a Organização das Nações Unidas (ONU) nessa terça-feira (7), após receber notificação formal de decisão tomada pelo presidente norte-americano Donald Trump há um mês.

Trump teve que dar o aviso, com um ano de antecedência, da retirada de seu país da agência da ONU baseada em Genebra, à qual Washington dá suporte financeiro. Os EUA devem atualmente mais de US$ 200 milhões em contribuições, de acordo com o site da OMS.

Após mais de 70 anos de filiação, o país tomou a iniciativa de se retirar, após Trump acusar o órgão de ter se tornado uma marionete da China em meio à pandemia do novo coronavírus. O vírus apareceu na cidade chinesa de Wuhan no fim do ano passado.

“O secretário-geral está no processo de verificar com a Organização Mundial da Saúde se todas as condições para a retirada serão cumpridas”, disse o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric.

Trump suspendeu o repasse de verbas para a entidade, composta por 194 membros, em abril. Em 18 de maio, deu 30 dias para a OMS se comprometer a fazer reformas. O presidente anunciou que os EUA deixariam a entidade quase duas semanas depois.

A OMS é um órgão independente que trabalha com a Organização das Nações Unidas. O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que a OMS é “absolutamente vital para as iniciativas mundiais de vencer a guerra contra a covid-19”.

ebc

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Paciente está há 17 meses sem vírus HIV após tratamento brasileiro inédito

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Um estudo brasileiro da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), coordenado pelo infectologista Ricardo Sobhie Diaz, conseguiu eliminar o vírus HIV de um paciente que vivia com o vírus há sete anos.

O estudo foi feito unicamente com pessoas que estavam com o vírus indetectável — ou seja pessoas que têm a carga viral baixa e não transmitem a doença, por mais que vivam com o vírus. O intuito era “acelerar” o que o tratamento já estaria fazendo por estas pessoas (diminuir a quantidade de células infectadas). Foram recrutadas pessoas que iniciaram o tratamento com infecção pelo HIV relativamente recente e pacientes em tratamento com carga viral indetectável há mais de 2 anos. O estudo iniciou-se em 2013.

O paciente com o vírus eliminado, que preferiu não se identificar, conversou com exclusividade com a CNN e mostrou o teste para diagnóstico do HIV realizado este ano, onde constava que o paciente tinha amostra não reagente para HIV. “Eu me sinto livre”, diz.

Até hoje, dois casos de cura da Aids foram reconhecidos pela comunidade científica: Timothy Ray Brown, conhecido como “paciente de Berlim”, e Adam Castillejo, conhecido como o “paciente de Londres”. Em ambos, eles foram submetidos a um transplante de medula óssea. Por uma mutação rara, eles ficaram livres do vírus HIV.

Como funcionou o estudo

Para diminuir a replicação do HIV, o estudo selecionou pessoas que viviam com o vírus indetectável e que estavam tomando os coquetéis. “A gente intensificou o tratamento. Usamos três substâncias no estudo, além de criar uma vacina”, conta Diaz. Foram usadas combinações variadas de remédios, além de uma vacina produzida com o DNA do paciente.

Segundo o infectologista, a próxima fase do estudo deve contar com 60 pessoas e vai incluir mulheres como voluntárias — a primeira fase contou apenas com homens. A pesquisa está paralisada por causa da pandemia do novo coronavírus no país.

A doença no mundo

Segundo a Unaids, programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, até dezembro de 2018, havia cerca de 37,9 milhões de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV. Destas, cerca de 79% conheciam seu estado sorológico positivo para HIV, ou seja, já tinha sido diagnosticadas. Isso significa que cerca de 8,1 milhões de pessoas ainda não tinham conhecimento de que estavam vivendo com HIV (não haviam feito o teste para o diagnóstico).

Ainda segundo a Unaids, 32 milhões de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS. Desde 2010, a mortalidade relacionada à Aids caiu 33% — em grande parte graças à evolução do tratamento antirretroviral e ao maior acesso destas pessoas ao tratamento.

CNN Brasil

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Cidade da Mongólia Interior alerta sobre suspeita de peste bubônica

Consumo de carne de marmota leva a casos de peste bubônica na Mongólia

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Autoridades pedem que população avise se virem marmotas doentes ou mortas Bogolomov | PL / via Wikimedia Commons

Dois casos suspeitos de peste bubônica foram identificados na província de Khovd, na Mongólia, associdados ao consumo de carne de marmota. As autoridades locais isolaram a região, que fica próxima à fronteira com a China e a Rússia, e suspenderam a entrada e partida de veículos temporariamente.

O Centro Nacional de Doenças Zoonóticas da Mongólia também identificou 146 pessoas que entraram contato com os dois infectados e tiveram amostras coletadas e analisadas. Outros 504 habitantes tiveram contato secundário com os pacientes. Segundo à imprensa local, os enfermos são dois irmãos de 27 e 17 anos que estão sendo tratados em diferentes hospitais de Khovd.

Em 2019, a Mongólia já havia registrado outros casos de peste bubônica, como em maio, quando um casal morreu após também comer carne de marmota, e em novembro, quando um homem de 55 anos foi diagnosticado com a doença depois de ingerir carne de coelho.

De acordo com a Associação Internacional de Assistência Médica para Viajantes, “o risco de peste está presente em toda a Mongólia, incluindo os distritos de Bayanhongor, Bayan-Olgiy, Govi-Altai e Dzavhan.” A transmissão pode ocorrer em qualquer parte do ano.

A Peste

Causada pela bactéria Yersinia pestis, a peste bubônica pode ser transmitida pela mordida ou consumo de carne de roedores infectados, como esquilos, ratos-da-madeira, cães-da-pradaria, marmotas, coelhos e ratos.

A infecção provocada pelo microrganismo pode se manifestar de três formas. A primeira e mais “leve” é a peste bubônica, que ocorre quando as glândulas linfáticas são afetadas, formando bulbos. A segunda, chamada de peste septicémica, se dá quando o a bactéria entra na corrente sanguínea. Por fim, a terceira forma da doença é a peste pulmonar, responsável por afetar o sistema respiratório e disseminar a bactéria de pessoa para pessoa através de gotículas contaminadas.

Conhecida por ter provocado a morte de mais de 50 milhões de pessoas na Europa e na Ásia durante o século 14, na pandemia da Peste Negra, a Yersinia pestis continua a fazer vítimas até hoje. Cerca de 2 mil novos casos são relatados a cada ano, sendo as regiões da África, Ásia e Américas do Sul e do Norte as mais suscetíveis. O úlitmo surto de peste bubônica foi registrado entre agosto e novembro de 2017, em Madagascar, com 2.348 casos confirmados e suspeitos e 202 mortes.

Hoje em dia, o tratamento da doença pode ser feito com antibióticos e não há vacinas licenciadas para prevenir a praga. Se não tratada, sua letalidade pode variar entre 30% e 100%, dependendo da forma de infecção.

Com informações do The Moscow Times, Reuters, OMS e IAMT.

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