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94 empresas já anunciam fechamento em Santa Rosa

Pável Bauken

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Não foi determinação de decreto, mas 94 empresas de Santa Rosa já anunciaram que estarão fechadas na próxima semana prazo podendo ser ampliado, por medidas protetivas do Coronavirus.

A determinação da ACISAP é para seguir as atividades de forma reduzida seguindo as orientações das autoridades de saúde, dispensando as pessoas de no grupo de riscos e também reduzindo equipes, “Entendemos que esta luta será longa as informações que temos nosso problema será final de abril inicio de maio, talvez junho, assim teremos ainda pela frente 2 a 3 meses de luta intensa, precisamos mantermos a calma e principalmente a lucidez pensando em uma jornada longa de luta. Então apoiamos a posição do prefeito Vicini e estamos na ACISAP confeccionando um material para ajudar no combate ao vírus, alinhados e convictos da assertividade de nossas autoridades de saúde”, disse Odaylson Eder presidente da ACISAP.

“Percebo que existe número significativo de lojas que estão dispostos a fechar, e repito, a decisão é de vocês é nossa também, vamos dar todo apoio inclusive para depois de passada esta fase juntos buscarmos alternativas para recuperar as vendas. Estamos trabalhando para buscar fontes de financiamento para capital de giro que imagino muitos irão necessitar. Se estes todos estão decididos, vamos promover o fechamento independente de decreto. Não muda nada em tese. As lojas que ainda não se manifestaram com certeza estarão juntos”, disse Leonides Freddi, presidente do Sindilojas.

CONFIRA AS EMPRESAS:

  1. Central Capas
  2. Território
  3. Clube Melissa
  4. DaLuz
  5. Chiquete
  6. Tati Bijoux
  7. Divina Diva
  8. Passaport
  9. Vencal
  10. Poko preço
  11. Compre Barato
  12. Espaço da Moda
  13. Vanessa kuhn Calçados
  14. Bethsay
  15. Modatto
  16. Compre Barato
  17. Cantinho do Coração
  18. Rei dos Copos
  19. Amoras Griff
  20. Vogama
  21. Patinha de Luxo pet
  22. Ótica Santa Rosa
  23. Vivare Store
  24. Chocolat Gramado
  25. Estilo Bijoux
  26. La Sorella
  27. Marise Ames
  28. Monjua
  29. Maria Dondoca
  30. Rosa Chic
  31. La Boutique
  32. Make In Santa
  33. Arte em Flor
  34. Infinitech Cosméticos
  35. Luz e Arte Festas
  36. Grazziotin
  37. Lojas das Maris
  38. Knebel Uniformes
  39. Charmin
  40. Lojas Gang
  41. Clube do Laço
  42. Acessorium
  43. Felice
  44. Mankusy Uniformes
  45. Gatos e Atos
  46. Infinit Modas
  47. Mon Secret Lingerie
  48. Divina Dona
  49. Território
  50. Tati Bijoux
  51. Compre Barato
  52. Espaço da Moda
  53. Famma
  54. Intimidade
  55. Benoit
  56. Magazine Luiza
  57. Becker
  58. Ótica Diniz
  59. Cacau show
  60. Loja Atual
  61. Lisy Confecções
  62. Criança & Cia
  63. Modazine
  64. Pompéia
  65. Dstak
  66. Dmaap
  67. Vivo
  68. La belle époque
  69. Exclusiva
  70. Bem mi quer
  71. Le cher
  72. Arezzo
  73. Dani holzbck
  74. Esperando nenê
  75. Tem que ver modas
  76. Dropps
  77. Quero quero
  78. Lollipop kids
  79. Conexão da beleza
  80. Por menos
  81. Grazziotin
  82. Aconchego
  83. Vestum
  84. Magi acessórios
  85. Aquarela presentes
  86. Super Intimo
  87. Malhas Catarinense
  88. Gente Miúda
  89. Refúgio glam
  90. Casa das linhas
  91. Cross moto
  92. Loja Licc Modas
  93. Dyova
  94. Estilo Fitness
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Secretaria da Saúde e MP lançam formulário para denunciar ‘fura-filas’ da vacina contra a Covid-19 no RS

Portal Plural News HZ

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A Secretaria Estadual da Saúde (SES) e o Ministério Público do estado (MP-RS) lançaram nesta segunda-feira (25) um formulário para denúncias de pessoas que tenham “furado a fila” da vacina contra a Covid-19. Nesta primeira etapa, a prioridade é dos profissionais da área da saúde, indígenas e quilombolas e idosos em asilos.

 

O formulário está disponível neste link. Para denunciar, deve-se preencher nome, contato, o fato ocorrido e em qual município e serviço ocorreu a irregularidade. A identidade é resguardada.

 

Após a denúncia, o MP-RS abre um processo de apuração. Quem tomar a vacina e não estiver em algum dos grupos de risco com prioridade para a imunização e também quem autorizou a aplicação irregular poderão responder por crime, improbidade administrativa ou dano moral coletivo, nas esferas cível e criminal.

 

“Queremos evitar que ocorram casos como vimos em outros estados, em que ocorreram abusos, em detrimento da população que mais precisa receber a vacina neste primeiro momento”, afirma o diretor de Auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS), Bruno Naundorf.

Suspeita de irregularidades em quatro cidades

A Polícia Civil e o Ministério Público do estado (MP-RS) vão investigar denúncias de que alguns servidores públicos tomaram a primeira dose da CoronaVac sem estarem na lista de prioridades na primeira fase da campanha de imunização. Em pelo menos quatro cidades — Porto Alegre, Alvorada, Gramado e Bagé —, a polícia encontrou indícios de crime.

 

“Existem outras cidades que já foram até noticiadas pela imprensa. Nas redes sociais já falaram de outras cidades, mas essas quatro a gente considera que tenham alguns elementos. Mas igual a agente não crava que realmente aconteceu uma conduta criminosa. O que vai acontecer é uma investigação para determinar se houve um fato ou não”, diz o delegado Marco Antônio Duarte de Souza, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).

 

Se a vacinação indevida ficar comprovada, tanto o servidor como o gestor público podem ser responsabilizados por crime de prevaricação, com pena de três meses a um ano de prisão e multa.

 

“Isso não exclui que outras condutas criminosas possam vir a reboque. Por exemplo, um desvio de vacina ou uma falsificação de algum documento para fazer aquela pessoa furar a fila. Daqui a pouco, aquela responsabilização, a condescendência criminosa, que é o superior hierárquico jogar essa irregularidade para baixo do tapete e não apurar da forma devida, não evitar que isso aconteça, ele pode ser responsabilizado também. Corrupção, né? Daqui a pouco, pessoas solicitando alguma vantagem indevida para furar a fila”, cita Marco Antônio.

 

O Plano Nacional de Imunização (PNI), que deve ser seguido pelas prefeituras, prevê a ordem de vacinação por grupos prioritários, e define quem dentro desses grupos deve receber a vacina primeiro.

 

No caso dos profissionais da saúde, são os envolvidos diretamente no atendimento a pacientes com Covid-19. Depois, os profissionais de outras áreas, dentro da Saúde.

A coordenadora do Centro de Apoio dos Direitos Humanos e Saúde do MP-RS, Angela Salton Rotunno, salienta que não serão tolerados desvirtuamentos das regras que foram estabelecidas para o bem comum.

 

“O processo de vacinação será longo e árduo. As violações éticas e jurídicas tornam esse caminho muito mais difícil. É preciso respeitar os parâmetros científicos que embasam os critérios de priorização”, conclui.

 

A Polícia Civil também abriu um número para denúncias. O telefone é (51) 98444-0606.

Fonte: G1

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Secretaria da Saúde e MPE lançam formulário para denunciar fura-filas na vacinação contra a Covid-19

Vacinação no RS começou em 18 de janeiro focando grupos prioritários neste primeiro momento

Pável Bauken

Publicado

em

- Foto: Mauro Nascimento / Palácio Piratini

Para coibir que pessoas fora dos grupos prioritários da campanha de vacinação contra a Covid-19 recebam uma dose do imunizante indevidamente, a Secretaria da Saúde (SES) e o Ministério Público do Estado (MPE) lançaram nesta segunda-feira (25/1) um formulário para denúncias de possíveis “fura-filas” da vacina. O formulário pode ser acessado neste link.

Para denunciar, basta preencher nome, contato, o fato ocorrido e em qual município e qual serviço ocorreu. É resguardado o nome do denunciante. Após a denúncia, o Ministério Público abre um processo de apuração da possível irregularidade. Quem tomar a vacina e não estiver em algum dos grupos de risco com prioridade para a imunização e também quem autorizou a aplicação irregular poderão responder por crime, improbidade administrativa ou dano moral coletivo, tanto nas esferas cívil ou criminal.

“Estamos trabalhando em conjunto com o MPE para dar celeridade ao processo de apuração das denúncias que recebermos por esse canal”, disse o diretor de Auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS), Bruno Naundorf. “Queremos evitar que ocorram casos que vimos em outros Estados em que houve abusos em detrimento à população que mais precisa receber a vacina neste primeiro momento”, completou.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, enfatizou que confia na responsabilidade dos gestores públicos municipais de que todos seguirão as normas colocadas pelo Ministério da Saúde e pelo governo do Estado, mas caso haja quaisquer falhas, existe um canal de comunicação aberto entre população e Secretaria da Saúde.

A coordenadora do Centro de Apoio dos Direitos Humanos e Saúde do Ministério Público Estadual, Angela Salton Rotunno, afirma que não serão tolerados desvirtuamentos das regras que foram estabelecidas para o bem comum. “O processo de vacinação será longo e árduo. As violações éticas e jurídicas tornam esse caminho muito mais difícil. É preciso respeitar os parâmetros científicos que embasam os critérios de priorização”, conclui Angela.

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Governador em exercício, Ernani Polo discute ampliação da conectividade no campo

Participaram da reunião representantes de empresas e cooperativas de energia

Pável Bauken

Publicado

em

- Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini

No final da tarde desta segunda-feira (25/1), o governador em exercício, deputado Ernani Polo, e o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira, receberam, no Palácio Piratini, representantes de empresas e cooperativas de energia. Na pauta, a possibilidade de ampliar a conectividade no campo.

“A internet é cada vez mais fundamental e o nosso interior não pode ficar de fora. O assunto aqui está posto, com a devida importância, e esperamos poder voltar a nos reunir, de repente com algum programa de incentivo desenhado, e seguirmos construindo juntos uma boa solução”, destacou Polo.

De acordo com Ricardo Neves, um procedimento interno para avaliar a proposta apresentada pela Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Fecoergs), pela cooperativa de energia Coprel e pela empresa Triel-HT será avaliada.

“A internet é uma ferramenta fundamental não só para fomentar o agronegócio, como também para fixar as pessoas em todos os cantos do Estado, melhorar serviços públicos como também para reduzir a informalidade. Portanto, um programa neste sentido seria bom para todo mundo e vamos estudar uma forma de conceder algum tipo de benefício que incentive a expansão da internet no meio rural”, disse o subsecretário da Receita.

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