Pescadores e piscicultores da região de Santa Rosa se organizam para comercializar na Semana Santa – Portal Plural
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Pescadores e piscicultores da região de Santa Rosa se organizam para comercializar na Semana Santa

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A importância da piscicultura e da pesca artesanal fica ainda mais evidente durante a Semana Santa, sendo que, segundo levantamento realizado pela Emater/RS-Ascar nos 45 municípios da Fronteira Noroeste e das Missões, a previsão é de que estejam à disposição para comercialização aproximadamente 355 toneladas de pescados. Ao longo do ano, a piscicultura, assim como a Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) a pescadores artesanais, de modo especial dos municípios costeiros ao Rio Uruguai, recebem atenção da Emater/RS-Ascar na região, especialmente por meio do assessoramento a associações, assistência técnica nas propriedades e realização de capacitações, sempre em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

Na região, inicialmente, existiam 13 feiras do peixe planejadas para a Semana Santa, no entanto, em consonância com as determinações dos órgãos oficiais sobre cuidados em relação à disseminação da Covid-19, a maior parte destas não será realizada.

Diante disso, a tendência é que os produtores comercializem os peixes em 700 pontos de venda diretamente nas propriedades rurais, 16 pesque-pagues e 45 produtores experimentarão nova modalidade de venda, via whatsapp e telefone com entrega nas casas dos consumidores. A venda de peixes refere-se à produção de agricultores familiares, que cultivam em açudes, e também a pescadores artesanais de dez municípios da região. As atividades que acontecerem em locais públicos deverão seguir as normas voltadas a estabelecimentos que comercializam itens de alimentação, de acordo com o que determinam as autoridades. Para quem realizar a venda direta, os cuidados para manter a segurança alimentar e nutricional, bem como sanitários, também são imprescindíveis.

O extensionista do Escritório Central da Emater/RS-Ascar, Henrique Bartels, orienta que quem comercializar na propriedade deve dar preferência à venda fracionada na taipa, no sistema de encomendas ou outras ações que envolvam uma baixa movimentação de pessoas ao dia. Outra proposta apresentada por Bartels é não secar o açude, limitando-se a retirada de poucos peixes a cada dia, mantendo a produção diante dos efeitos da estiagem.

Aos consumidores, a Emater/RS-Ascar recomenda o consumo de peixes com origem comprovada, a aquisição com os cuidados sanitários recomendados, lembrando também que, ao adquirir o peixe, os consumidores devem observar a qualidade e a conservação dos mesmos.

Aters em Pesca e Piscicultura

Ao longo do ano são realizadas diferentes ações de Aters na área de piscicultura. São assistidos pela Emater/RS-Ascar na área de piscicultura, na região de Santa Rosa, aproximadamente 650 produtores, que possuem em torno de 900 viveiros para a produção de peixes. Da mesma forma, 251 famílias de pescadores artesanais recebem assistência da Instituição em oito municípios da região. No total, existem 623 famílias de pescadores nestes municípios.

Entre as ações realizadas pela Emater/RS-Ascar ao longo do ano estão cursos de aperfeiçoamento aos produtores, discutindo sistemas de cultivo, instalações e espécies para cultivo, qualidade da água para a piscicultura, alimentação e sanidade, além de suporte nas propriedades rurais para o acompanhamento de parâmetros físicos, como temperatura, transparência, turbidez e cor da água, e parâmetros químicos, como pH, alcalinidade, dureza, oxigênio dissolvido, gás carbônico, amônia e nitrito, todos importantes para o sucesso no cultivo de peixes. Ainda a Emater/RS-Ascar envolve-se diretamente na abertura e organização do mercado para a produção, atuando junto a feiras de produtores e outros mercados. Junto aos pescadores artesanais são desenvolvidas diversas ações para sua inclusão social e produtiva e defesa e garantia de direitos.

Para além da Aters voltada à produção de peixes em açudes e da pesca artesanal de captura em rios, também são orientados o processamento do pescado e seu preparo em diversos tipos de receitas, em uma proposta de segurança e soberania alimentar.

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Pista para caminhada e Playground no Carlos Denardin

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Anúncio foi feito pelo Secretário de Esportes Fernando Classmann

Em entrevista concedia ao programa Imprensa Livre, do Portal Plural News, o Secretário de Esportes de Santa Rosa, Fernando Classmann, acompanhado do Diretor de Esportes, Fernando Borella, informou que a sede da secretária está desde o mês passado atendendo junto ao Estádio Municipal Carlos Denardin de Santa Rosa.

Classmann também anunciou um projeto, que já está pronto, de uma pista para caminhada ao redor do campo de futebol do estádio, segundo ele, “será uma pista de saibro, com cordão e iluminação para garantir a caminhada nas noites e maior segurança.”

O secretário também ressaltou que será instalado um playground para as crianças poderem se divertir, enquanto os pais fazem sua caminhada.

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Bioabsorventes: apenadas do RS são pioneiras na produção

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O Rio Grande do Sul é pioneiro na produção de bioabsorventes com mão de obra das apenadas. A iniciativa se tornou referência nacional e está num projeto-piloto do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) para ser expandido para outros Estados. Também chamados de absorventes ecológicos, são confeccionados com tecido tecnológico desenvolvido pela Herself, marca fundada em 2017 por estudantes de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Eles podem ser reutilizáveis e, com a lavagem adequada, duram até três anos.

O Presídio Feminino de Torres já está realizando a confecção de protetores menstruais sustentáveis com máquinas há um semestre. Na semana passada, apenadas do Presídio Feminino de Lajeado também iniciaram a produção. Esse modelo já tinha sido estudado em 2019 com apenadas do Presídio Feminino de Guaíba e com o Instituto Penal Feminino de Porto Alegre.

Para acompanhar o trabalho realizado por 28 apenadas na oficina de costura casa prisional de Torres, a equipe do Depen visitou o local na quinta-feira (29/7). A chefe da Divisão de Atenção a Mulheres e Grupos Específicos do Depen, Ana Lívia Fontes, disse que o objetivo da vinda ao Rio Grande do Sul foi visualizar a situação dessa população no sistema prisional e fomentar políticas públicas direcionadas.

“Mulheres e grupos específicos já se encontram em situação de vulnerabilidade antes de entrar no cárcere e, durante o cárcere, essa vulnerabilidade é intensificada. Por isso o Depen tem interesse em ampliar para outros Estados ações relevantes como essa”, pontuou.

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Erro de ortografia em placa chama atenção em São Miguel do Oeste

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Um erro de ortografia em uma placa de sinalização no trevo de acesso ao município de São Miguel do Oeste, no Extremo-Oeste de Santa Catarina, chama atenção de quem passa pelo local. Isso porque na placa a palavra cultural está escrita de maneira errada quando indica o local do “Centro Cutlural”.

Um morador do município, que não quis se identificar, informou que o erro na placa está assim há cerca de 4 anos e, até o momento, não foi corrigido. A responsabilidade, segundo ele, é do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

O que diz o DNIT?

De acordo com o Chefe do Serviço da Unidade Local de Chapecó do DNIT, Diego Fernando da Silva, o Departamento foi informado há alguns dias sobre a situação e já repassou à empresa responsável para efetuar a correção.

Ele explica que a estrutura foi implantada há cerca de 4 anos, mas que as letras podem ter sido trocadas quando foi feito algum reparo e a empresa responsável acabou não se atentando na hora de aplicar a película das letras.

“Na verdade, só inverteram a película correspondente às letras. Como precisa de uma estrutura um pouco maior para subir e fazer essa correção, eles irão providenciar os equipamentos para fazer o serviço, mas acreditamos que no decorrer deste mês já se resolva”, esclarece.

Fonte: Rádio Peperi

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