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Google, Facebook, Instagram e YouTube são considerados veículos de mídia pelo Cenp

Pável Bauken

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O Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp) publicou uma resolução esta semana em que declara as plataformas Google, Facebook, Instagram e YouTube como veículos de mídia. O próprio órgão inicia o documento exaltando a evolução apoiada pela tecnologia na sociedade.

“Sem prejuízo do reconhecimento consagrado pelo tempo do mercado quanto aos veículos de divulgação ou comunicação existentes, e sendo indispensável a identificação dos veículos surgidos em consequência do desenvolvimento tecnológico. O Cenp declara e reconhece, de maneira consolidada, como veículos de divulgação ou comunicação, para os efeitos da legislação de regência, todo e qualquer ente jurídico individual que tenha auferido receitas decorrentes da sua capacidade de transmissão de mensagens de propaganda/publicidade, dentre os quais devem ser considerados os seguintes meios/categorias gerais: cinema, internet-busca, internet-social, internet-vídeo, internet-áudio, internet display e outros, jornal, revista, televisão por assinatura, OOH/mídia exterior, rádio e televisão aberta”.

Consolidando o documento publicado na última terça-feira (16), o Cenp garante:

“Sempre que questionado por qualquer autoridade competente, administrativa ou judicial, o Cenp se valerá da listagem de meios/categorias consolidada acima quanto ao reconhecimento dos tipos de veículos de divulgação ou comunicação disponíveis no mercado brasileiro às agências de publicidade para veiculação de propaganda/publicidade contratada por anunciantes privados e/ou públicos”.

O Cenp foi constituído no dia 16 de dezembro de 1998 por meio de uma livre convenção entre as entidades representativas dos principais agentes econômicos do mercado publicitário brasileiro: ABA – Associação Brasileira dos Anunciantes; as Agências de Publicidade, ABAP – Associação Brasileira das Agências de Publicidade, FENAPRO – Federação Nacional das Agências de Propaganda e os Veículos de Comunicação, ANJ – Associação Nacional de Jornais, ANER – Associação Nacional dos Editores de Revistas, ABERT – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, ABTA – Associação Brasileira de Televisão por Assinatura e Central de Outdoor, IAB Brasil – Interactive Advertising Bureau, ABOOH – Associação Brasileira de Mídia Out-of-Home e FENAPEX – Federação Nacional da Publicidade Exterior.

Fonte R7

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Agro

Governo do RS abre consulta popular para escolher 96 projetos de desenvolvimento regional

Reporter Plural

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Maioria dos projetos são relacionados ao setor agrícola no RS — Foto: Divulgação/Ministério da Integração Nacional

Pleito virtual começa nesta segunda (26) e vai até 3 de novembro. Para votar, é preciso ter título de eleitor e escolher um projeto conforme a região de cada cidadão. Veja como participar.

O governo do estado abre, nesta segunda-feira (26), a consulta popular para escolher 96 projetos de desenvolvimento regional em todo o Rio Grande do Sul. Para votar, é preciso ter título de eleitor e selecionar apenas um projeto.

A votação vai até o dia 3 de novembro e é feita via SMS ou pelo site da Consulta Popular.

A edição será totalmente virtual devido à pandemia de Covid-19. O objetivo, segundo o secretário de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) Claudio Gastal, é fortalecer o desenvolvimento regional, valorizando demandas que ampliam o crescimento econômico, a ciência e a inovação em áreas como agricultura, infraestrutura e turismo.

“Mesmo com a pandemia, decidimos manter a votação da Consulta Popular nesse ano, porque acreditamos que é uma política pública relevante e contribui muito na definição das prioridades de cada uma das 28 regiões do estado”, explicou.

O pleito vai encaminhar o investimento de R$ 20 milhões em projetos para cidades das 28 regiões do estado. Deste valor, R$ 10 milhões serão aplicados em 2021, enquanto os outros R$ 10 milhões serão avaliados conforme a condição financeira de 2022.

As demandas foram definidas em assembleias regionais, microrregionais e municipais, realizadas pela SPGG e pelos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes).

Maioria dos projetos do setor agrícola

 

Dos 96 projetos em votação, a maioria (46%) está ligada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. Há pelo menos um projeto da área agrícola em votação em cada Corede.

As ações ligadas ao fortalecimento das agroindústrias respondem por 29,5% dos projetos, o apoio à agricultura familiar, a 18% deles, e as ações direcionadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva do leite a 9%.

Os outros projetos tratam de assuntos diversos como fortalecimento do solo, uso dos recursos hídricos e infraestrutura rural, além do turismo rural, patrulha agrícola mecanizada, jovem empreendedor rural e avaliação de resíduos de agrotóxicos em hortaliças.

“A votação na Consulta Popular é a grande oportunidade que a população tem para participar das decisões juntos aos Coredes de suas regiões. É momento de ajudar a sua comunidade com a melhor escolha”, diz o secretário da Seapdr, Covatti Filho.

No Vale do Rio Pardo, os três projetos são sobre o setor agrícola: combate ao êxodo rural, produção industrializada da agricultura familiar e agroecologia. Os coredes da Fronteira Oeste e do Vale do Taquari têm três dos quatro projetos ligados à agricultura.

No Vale do Taquari, os projetos de incentivo são relacionados à produção orgânica, ao turismo rural a partir das agroindústrias familiares e ao sistema de água. No conselho da Fronteira Oeste, as demandas são referentes ao fortalecimento das agroindústrias e da agricultura familiar e apoio ao pequeno e médio produtor rural.

FONTE G1 RS

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Economia

Financiamento imobiliário fica 30% mais barato com redução de juros

Reporter Global

Publicado

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Foto: Dalia Bastos / USP Imagens / CP

 

Levantamento mostra que, em empréstimo de R$ 400 mil, mutuário pode economizar até R$ 243,5 mil

 

Com a Selic no menor patamar histórico, de 2% ao ano, as taxas de juros para o financiamento imobiliário também caíram e contribuíram para que a prestação da casa própria coubesse no bolso de mais brasileiros. Segundo levantamento da plataforma imobiliária Kzas, o financiamento ficou até 30% mais barato para os consumidores brasileiros.

Um imóvel de R$ 500 mil, com entrada de R$ 100 mil, financiamento de R$ 400 mil e 360 meses para pagar. Em 2016, o mutuário pagaria uma parcela inicial de R$ 4.630,43. Agora, esse mesmo empréstimo começa com prestação de R$ 3.369,60. “Como se trata de um financiamento longo, ao final do contrato, o mutuário terá economizado cerca de R$ 240 mil só com a diferença na taxa de juros ”, calcula o CFO e co-fundador da plataforma Kzas, Eduardo Muszkat.

Em outra simulação, considerando um imóvel de R$ 950 mil e R$ 100 mil de financiamento, a parcela inicial cai de R$ 1.290,84 para R$ 903,34, considerando o pagamento em 360 meses. No fim do contrato, o mutuário terá desembolsado R$ 72,5 mil a menos com juros.

O valor da taxa de juros varia de acordo com a instituição financeira. A partir desta quinta-feira, a Caixa Econômica Federal reduziu a taxa de juros neste mês para o financiamento imobiliário e vai dar seis meses de carência aos compradores. Agora, a taxa está entre TR + 6,25% ao ano e TR + 8% ao ano. A taxa mínima é 2,5 pontos percentuais inferior à praticada em dezembro de 2018.

O analista da Guide Investimentos Caio Ventura disse que as taxas de juros brasileiras sempre foram altas ao longo da história, dificultando o acesso ao financiamento para muitos. “Com a redução, temos uma impulsão importante na demanda, o que já é refletido na venda dos imóveis”, afirmou Ventura. Para ele, apesar das taxas mais baixas, a novidade beneficia principalmente pessoas de classe média e alta, grupo de pessoas que conseguiram ter uma resiliência maior durante a pandemia.

A taxa de juros é um fator determinante na hora de adquirir um financiamento, mas não deve ser a única. Ventura orienta que o valor da parcela pode comprometer até, no máximo, 30% da renda. O co-fundador de Kzas, Eduardo Muszkat, afirmou que uma boa alternativa para se beneficiar das taxas baixas do momento é adquirir um financiamento com taxa fixa. “Se a taxa de juros ficar mais baixa, você faz a portabilidade, se aumentar, você fica fixo”, disse Muszkat.

Muszakt disse que é um bom momento para comprar, porque existe uma perspectiva de aumento da inflação e, consequentemente, de juros. “É importante se dar conta de que essa redução nas taxas de juros que os bancos estão fazendo, com toda a questão de que o mercado está retomando, em relação ao que veio, existe uma perspectiva de inflação”, disse.

A economista da Toro Investimentos Paloma Brum afirmou que, além das questões racionais, a compra de um imóvel próprio muitas vezes envolve um sonho, que também deve ser levado em conta. Para conquistar o sonho, no entanto, é preciso ter disciplina. “Eu acredito que ela vai precisar ter uma disciplina muito grande em relação aos gastos. Às vezes a pessoa assume um financiamento, acha que vai ter capacidade de renda, mas ela que a pessoa está tão focada na compra, que ela esquece que pode precisar de outras coisas”, explica Brum.

Situações planejáveis, como o pagamento da faculdade para os filhos no longo prazo, devem ser consideradas para não chegar ao ponto de ter mais dívidas do que pode bancar.

 

Aluguel x financiamento

Brum explicou que é importante avaliar o custo do aluguel e da parcela do financiamento para decidir assumir a dívida. Segundo Brum, há alguns anos, pessoas de renda mais alta conseguiam deixar o dinheiro guardado, rendendo e, com o rendimento, pagar o aluguel, já que as taxas de juros no país eram altas e os títulos públicos e privados rendiam muito mais. No entanto, atualmente, é praticamente impossível realizar esta operação, mesmo para quem tem um montante alto poupado.

Além disso, os contratos de aluguel são calculados pelo IGP-M, indicador de inflação que tem mostrado sinais de alta. A prévia de outubro, por exemplo, apontou variação de 20,56% nos últimos 12 meses, percentual que pode ser utilizado para a renovação do contrato de aluguel. “Então você vai pagar aluguel agora e, se for levar na regra do contrato, está tendo um aumento de 20,56% e quando a gente olha a rentabilidade da Selic, a conta não fecha”, explica Brum. Apesar do percentual alto, a especialista afirma que dificilmente será utilizado em sua totalidade para os reajustes, porque o país passa por um período de crise.

Com o aluguel pesando no bolso, pode ser que muitas pessoas optem pelo financiamento imobiliário. Entender o mercado de atuação também é fundamental. Como o financiamento imobiliário tende a ter prazos muito longos, é interessante saber se há estabilidade profissional antes de assinar o contrato de compra.

 

Dicas para comprar um financiamento

O ideal é que o comprador se organize para dar uma entrada com o maior valor possível, assim vai financiar um montante menor e, consequentemente, pagar menos juros para compra do imóvel. “Eu acho que também quando falamos de pessoa física o ideal seria avaliar o quanto o banco está disposto a financiar. Cada instituição vai ter um percentual e um prazo, que é sempre importante você considerar que quanto mais tempo pagar, mais caro você vai pagar”, explica Ventura.

Para facilitar a compra do imóvel próprio, a orientação de Muszakt é que o consumidor poupe todos os meses para fazer a compra que sonha quando encontrar o local certo. Dessa forma, terá um montante maior para a entrada e vai financiar uma parcela menor do valor do imóvel.

Para que o financiamento valha a pena, Brum orientou que o consumidor pesquise sobre a capacidade de valorização do imóvel. “O imóvel tem que ter uma perspectiva de valorização a longo do tempo maior do que a taxa de juros do financiamento”, afirmou. A especialista diz que é importante analisar o local do imóvel, se o bairro está em crescimento e quais as perspectivas futuras do mercado para aquela localidade.

 

 

Correio do Povo

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Geral

Parque Estadual do Turvo reabre no dia 29 de outubro

Reporter Global

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Foto: Sema / Divulgação / CP

 

Fechado desde 17 de março, o local possui inúmeras atrações

 

O Parque Estadual do Turvo, localizado no município de Derrubadas, no Noroeste do Estado, reabrirá na próxima quinta-feira. O parque que possui uma área de 174,9 km quadrados, estava fechado para visitação pública desde o início da pandemia do novo coronavírus. O local poderá receber novamente a população – máximo de 464 pessoas por dia – de quinta à segunda-feira, das 8h às 15h. No Salto do Yucumã, o horário máximo para saída da área de lazer é às 16h, e às 17h todos já devem ter deixado a área.

O gestor da Unidade de Conservação, Rafael Diel Schenkel, informa que será intensificada a higienização de todos os locai públicos do parque. Uma equipe de pelo menos quatro pessoas fará a higienização. Haverá fiscalização quanto ao atendimento das normas de proteção e distanciamento social. Devido à necessidade de controle de entrada e saída, será necessário o agendamento dos visitantes. É obrigatório o uso de máscara e álcool em gel, além de respeitar todas as determinações que visam a disseminação do vírus. Outra orientação, devido à pandemia, é de que a permanência no parque não passe de 3h.

O valor do ingresso é de R$ 17,77 por pessoa. Crianças, estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meio ingresso. O agendamento para as visitas ao local pode ser feito pelo número (55) 99918-3006, pelo WhatsApp.

 

O parque

Segundo a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), o Parque Estadual do Turvo foi criado como Reserva Florestal Estadual em 1947. Passou à categoria de Parque Estadual no ano de 1954. Sua área concentra um dos maiores fragmentos da Floresta Estacional Decidual do Estado.

O Salto do Yucumã é um atrativo especial, com 1,8 quilômetros de extensão e quedas d’água com até 12 metros de altura. Seguindo o curso do rio Uruguai, na divisa entre o Brasil e a Argentina, o salto foi formado devido a uma falha geológica que varia de 90 a 120 metros de profundidade. O “Grande Roncador”, na língua tupi-guarani, o Salto do Yucumã é uma das maiores quedas longitudinais do mundo.

O parque abriga muitas espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, o puma, o cateto, a anta, o pica-pau-rei, a jacutinga e o uru. No local são encontradas árvores com até 30 metros de altura, destacando-se o cedro, a grápia, a canjerana e o louro. Também existem diversas espécies de peixes, répteis, anfíbios, borboletas, insetos e fungos.

 

Orientações

 

É proibida a entrada com bebidas alcóolicas e animais domésticos. Também não é permitido o uso de fogo para quaisquer fins, assim como utilizar churrasqueiras. Igualmente é proibido fumar no interior da unidade de conservação e de fazer coleta de qualquer tipo de material, como rochas, plantas, flores, sementes, galhos, troncos ou insetos. Não é permitido tocar em animais e capturar qualquer espécie da fauna sem autorização. Também é proibido fazer imagens dentro dos limites do parque sem autorização, como books ou ensaios fotográficos e fotografias com fins comerciais.

 

 

Correio do Povo

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