Calor aumenta no Sul – Portal Plural
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Clima/Tempo

Calor aumenta no Sul

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O ar seco e quente ganha ainda mais força no Sul do Brasil nas próximas 48 horas e causa a diminuição da umidade em várias localidades da Região. A queda da umidade vai afastar ainda mais a chance de chuva.

As madrugadas e as primeiras horas do dia serão mais amenas, mas a tarde a temperatura sobe bastante. Portanto, a amplitude térmica ainda segue elevada. A sensação de calor é maior e consequentemente a evaporação será maior também prejudicando ainda mais as áreas agrícolas que sofrem com a estiagem.

Nesta quinta-feira, o sol predomina nos três estados da Região e as temperaturas ficam altas, principalmente no Rio Grande do Sul. Na sexta-feira, o sol ainda aparece com força no Paraná, Santa Catarina e no Rio Grande do Sul e não há expectativa de chuva.

As condições do tempo começam a mudar no Rio Grande do Sul no fim de semana.

O que você precisa saber sobre o tempo seco

Dentre os problemas que o clima seco nos traz, o principal são os problemas respiratórios que nos tiram literalmente o ar, são vários os casos de pneumonias, sinusites, gripes, resfriados e alergias que aumentam em quase 25% em períodos de tempo seco, sem contar à poluição que atinge níveis críticos, devido a esse acúmulo de poluentes com gazes tóxicos que não conseguem se dispersar na atmosfera ocorrem mais problemas como, dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz e garganta que pode ficar extremamente seca, voz rouca podendo desenvolver inflamação na faringe.

Durante esse período de clima seco alguns cuidados simples podem ser mantidos para que não comprometa tanto a saúde, nos livrando de possíveis transtornos, confira:

O cuidado mais eficaz, simples e básico que deve ser feito é ingerir bastante água, em especial crianças e idosos, não espere sentir sede, pois nessa altura o corpo já apresenta sinais de desidratação, além da água, a hidratação também pode ser feita com sucos naturais, água de coco e frutas.

Nesse período nossa pele sofre muito com o ar seco, se nosso organismo ficar muito tempo sem água ele aproveitará a água que se encontra no corpo, por isso vale ressaltar hidrate-se constantemente tomando muita água, esse é o passo fundamental para atravessar esse período de dias secos.

Para as mulheres que estão amamentando o cuidado é redobrado, como o bebê ainda não toma água, a hidratação dele se dará exclusivamente pelo leite materno, por isso mamães, não descuidem da sua própria hidratação.

Nesses dias secos, ácaros e fungos tendem a aumentar desencadeando problemas respiratórios, para evitá-los é importante manter a casa limpa, passe pano úmido no chão e móveis, dessa forma estará protegendo a saúde.

É importante manter os ambientes fechados umidificados, para isso os especialistas recomendam o uso de aparelhos específicos, caso não seja possível use toalhas molhadas nas extremidades das portas e janelas, ao dormir mantenha sempre uma ou mais bacias com água para umidificar o ar.

Para evitar a irritação nos olhos e hidratar as vias nasais, use soro fisiológico, mas atenção colírios somente com prescrição médica.

Para garantir hidratação e saúde da pele evite banhos quentes e demorados e abuse de cremes hidratantes e filtros solares.

É preciso muita atenção, pois além do incômodo o tempo seco nos aproxima de vários problemas de saúde, crianças e idosos tendem a sofrer mais com a baixa umidade do ar, por isso a prevenção continua sendo a melhor opção.

Climatempo

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Clima/Tempo

Nova onda de frio vai provocar frio intenso e geada no Brasil

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Foto: Mycchel Legnaghi - Agência São Joaquim Online/SC

Depois de vários dias de tempo firme na maior parte do Brasil, a previsão já indica mudanças no tempo para esta semana. Vários sistemas meteorológicos irão contribuir para a ocorrência de chuva sobre o país, mas o que chama a atenção é grande frente fria que vai avançar pelo continente. Este sistema é extenso, semelhante ao do fim de junho. O ar polar que acompanha esta frente fria vai derrubar as temperaturas do Sul até o Norte do Brasil.

Chuva

Na quarta-feira um sistema de baixa pressão atmosférica já vai provocar o retorno da chuva em muitas cidades do centro-sul gaúcho. Na quinta-feira, além deste sistema, uma nova frente fria associada ao ciclone vai se formar e avançar pelo centro-sul do Brasil. Este sistema espalha chuva sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, sul e oeste de Mato Grosso do Sul e extremo sul de São Paulo.

A partir de sexta-feira, volta a chover em muitos municípios de São Paulo, inclusive na capital, e entre sábado e segunda-feira(19) o tempo fica instável no estado. Os maiores volumes de chuva são previstos para o litoral.

Ar frio de origem polar

As temperaturas já começam a cair no Sul do Brasil com a entrada da frente fria, na quinta-feira(15). Mas é ao longo da segunda quinzena do mês de julho que a temperatura cai de forma mais acentuada.

Geada

No sábado, dia 17, tem previsão de geada por amplas áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e até no sul do Paraná. No domingo pode gear nas serras gaúcha e catarinense.

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Outra massa de ar polar avança e reforça o frio entre os dias 19 e 21 de julho. Há risco de geada novamente, principalmente no dia 20. A geada é forte e se espalha sobre os três estados.

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Para o Sul, por enquanto, os modelos meteorológicos não indicam neve, mas os meteorologistas da Climatempo vão continuar atentos para novas atualizações!

As temperaturas vão cair de forma significativa também no estado de São Paulo e em Mato Grosso do Sul. A queda é prevista já na sexta-feira em muitos municípios, mas é ao longo do fim de semana que o ar polar entra sobre essas regiões. A terceira semana de julho já será bem diferente no centro-sul do Brasil. Não dá para descartar geada em áreas destes dois estados. Na próxima semana também vai diminuir a temperatura no Rio De Janeiro e em áreas de Minas Gerais, áreas de Mato Grosso e no sul da Amazônia.

Para tirar todas as dúvidas sobre o frio do inverno de 2021, o podcast O Clima entre Nós conversou com Ana Clara Marques, meteorologista da equipe de previsão de Clima da Climatempo.  Confira!

Fonte Clima Tempo

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Clima/Tempo

Inverno pode ter nova massa de ar polar intensa?

Questionamento surgiu após a forte erupção de ar polar desta semana que trouxe muito frio e neve no Brasil e em países vizinhos

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Inverno ainda pode ter uma nova massa de ar polar intensa? Esta é a pergunta que vem freqüentando as redes sociais da MetSul a partir da onda de frio intensa desta semana que trouxe neve em locais pouco acostumados ao fenômeno, neve por três dias seguidos no Sul do Brasil pela primeira vez desde 2000 e até com acumulação em Santa Catarina, máximas muito baixas e bastante inferiores ao normal para esta época do ano, geada em locais tão ao Norte do Brasil como o Mato Grosso e frio intenso no Brasil Central com mínimas que não eram vistas em algumas cidades da região desde o começo deste século.

No curto e médio prazos, a MetSul não enxerga a possibilidade de uma massa de polar de intensidade semelhante ou igual. Esta primeira semana de julho ainda transcorrerá com a influência do ar polar que ingressou no final de junho e agora com o seu centro de alta pressão sobre o Atlântico. Isso significa dias de tempo aberto e com sol, mas com noites frias e tardes mais agradáveis.

Um novo centro de alta pressão passará a atuar no Centro da América do Sul, o que vai manter o tempo firme e as noites frias na primeira metade da próxima semana. A primeira quinzena de julho, assim, será marcada pelo predomínio do sol com o frio mais concentrado à noite, quando ocorre geada em muitos pontos do Sul do Brasil.

O que os dados indicam é que na segunda metade deste mês poderia haver o ingresso de duas massas de ar frio. A primeira se daria ao redor do dia 15, na transição da primeira para a segunda metade de julho, mas que não seria muito forte. O modelo norte-americano CFS sinaliza que no final do mês poderia haver uma segunda massa de ar de origem polar, esta mais forte que a do dia, mas que pelos dados de hoje não seria tão forte quanto a última.

Modelo norte-americano CFS, disponível ao assinante na seção de mapas, indica um evento frio no final do mês | MetSul

Três fatos nos levam a considerar a possibilidade de termos frio muito intenso – e talvez até com neve – como o que se sentiu nesta semana ainda neste inverno. Um diz respeito à analogia do que ocorreu no Hemisfério Norte. O outro leva em conta as condições atuais na Antártida. E, o terceiro, considera as projeções para o Oceano Pacífico.

A ANALOGIA DO HEMISFÉRIO NORTE

Estados Unidos (EUA) e Europa experimentaram eventos de muito intenso durante o último mês do inverno climático e o começo da primavera setentrional, mais cedo neste ano. O mês de fevereiro, que corresponderia ao nosso agosto em se tratando do terceiro mês de inverno climático, teve uma poderosa onda de frio no Centro dos Estados Unidos e que foi responsável pelo frio mais intenso desde 1994, afetando principalmente o estado do Texas que teve um colapso energético e neve que chegou à costa do Golfo do México.

Paisagem polar em Austin no último mês de fevereiro na pior onda de frio no Texas desde 1994 e que deixou centenas de mortos e um colapso energético | Austin DOT

Na mesma época, no outro lado do Atlântico, poderosas incursões de ar polar avançaram pelo continente europeu e foram responsáveis pela maior tempestade de neve na Alemanha em uma década e uma destruição pela geada tardia dos vinhedos na França. Estes eventos se deram entre fevereiro e março, o que corresponderia a agosto e setembro no caso do inverno meridional.

Assim, com base no padrão observado no Hemisfério Norte, que no último inverno viu os seus episódios de frio mais intenso ocorrerem no final da estação e no começo da primavera, consideramos a possibilidade que possam ocorrer eventos de frio muito intenso em agosto e/ou setembro como muito factíveis.

O FATOR ANTÁRTIDA

A MetSul chama a atenção para o fato de a temperatura neste momento em grande parte da Antártida estar muito abaixo da média com uma quantidade imensa de ar extremamente frio se acumulando e que está represado em torno do Polo Sul por um cinturão de vento intenso associado ao vórtice polar e à fase positiva da Oscilação Antártica (AAO). A temperatura nesta sexta-feira na Antártida está 4,2ºC abaixo do normal, apesar das marcas muito acima da média na região da península antártica.

Temperatura hoje no continente antártico está 4,6°C abaixo da média e anomalia enorme compensa calor do Hemisfério Norte e deixa o planeta pouco mais quente que o normal nesta sexta-feira | Climate Reanalyzer

Havendo um eventual enfraquecimento deste cinturão de vento com a oscilação passando por períodos negativos, o que somente se é possível prever em mais curto prazo, registra-se o alerta que este ar excepcionalmente gelado da Antártida pode alcançar latitudes menores, tornado factíveis erupções de ar polar de grande a enorme potência alcançando o Cone Sul da América e o Sul do Brasil com frio extremo e neve, assim como outras áreas mais meridionais do Hemisfério Sul como a África do Sul, Austrália e a Nova Zelândia.

Ocorre que o cinturão de vento em torno do vórtice polar na Antártida é muito mais forte, estável e persistente que o que se verifica no Ártico. Por isso, eventos se súbito aquecimento estratosférico com posterior rompimento do cinturão de vento e deslocamento para o Sul do vórtice polar são muito mais freqüentes no Ártico do que na Antártida.

A CHAVE DA PEÇA DO QUEBRA-CABEÇAS NO PACÍFICO

Jamais pode se desprezar o que ocorre no Oceano Pacífico em se tratando da Região Sul no Brasil. Está demonstrado que o resfriamento das águas superficiais do Pacífico na sua área equatorial tem impacto tanto na chuva como na temperatura do Sul brasileiro. Quando há um evento de La Niña há maior propensão a eventos extremos de frio, como se viu entre os anos de 1999 e 2000.

Oceano Pacífico Equatorial segue em estado de neutralidade neste começo de julho após um primeiro trimestre do ano sob La Niña | NOAA

Hoje, o Pacífico encontra-se em estado de neutralidade. O último boletim da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA) indicou anomalia da temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial Central (região Niño 3.4) de 0,0ºC ou absoluta neutralidade. Já no Pacífico Equatorial Leste (Niño 1+2), que tem forte impacto no Sul do Brasil e costuma ter oscilações mais radicais de TSM, a anomalia de temperatura da superfície do mar foi de +0,2ºC.

Modelos climáticos, em geral, indicam uma tendência de resfriamento do Pacífico mais uma vez neste segundo semestre, logo confirmando-se as projeções cresce o risco de que no final do inverno e na primavera ocorram eventos tardios de frio no Sul do Brasil, o que é um risco muito alto para a agricultura à medida que é período final de safra de inverno e começo do plantio da safra de verão.

Fonte MetSul

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Clima/Tempo

Como será o clima em julho?

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O sétimo mês do ano, historicamente, costuma ser marcado por muito frio, fortes erupções de ar polar e alguns poucos dias amenos ou até quentes. Já a chuva mantém o padrão de inverno de ser mais volumosa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina enquanto na maior parte do Brasil predomina o tempo muito seco.
Julho, juntamente com junho, é o mês mais frio do ano com temperatura média muito baixa no Sul do Brasil. Em Porto Alegre, por exemplo, segundo a climatologia histórica, costuma ser o segundo mês mais frio do ano, mas muito pouco atrás de junho. Segundo a série histórica 1961-1990, a Capital tem média mínima no mês de julho de 10,7ºC que é idêntica a de junho.
A média máxima, por sua vez, é de 19,6ºC em julho na cidade, logo superior a de junho de 19,2ºC. Isso se explica por junho ser um mês mais úmido e chuvoso na capital gaúcha com precipitação média de 132,7 mm enquanto que julho tem menos chuva com média mensal de 121,7 mm.
Se os últimos dias de junho são de muito frio com três dias seguidos de neve no Sul do Brasil, julho não se desenha como um mês extremamente frio em 2021. Todos os dados estão a indicar que a primeira metade do mês seria de temperatura acima da média, exceção do Paraná e parte de Santa Catarina.
Por que a primeira quinzena menos fria?
Após esta forte erupção de ar polar, as simulações computadorizadas analisadas pela MetSul não apontam nenhuma massa de ar frio de maior potência nos primeiros dez dias do mês. Isso, contudo, não significa que o período não será frio.
Fonte Metsul
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