15 presos que tiveram a "Saída de Natal" não retornaram as penitenciárias
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15 presos que tiveram “Saída de Natal” não retornaram as penitenciárias

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A tradicional liberação temporária de detentos durante o Natal resultou na não volta de, pelo menos, quinze presos no Rio Grande do Sul, que agora são considerados foragidos.

A saída especial de Natal contemplou um total de 1.073 detentos gaúchos neste final de ano. De acordo com a Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), o reduzido número de presos (1,5%) que não retornaram às prisões foi uma “agradável surpresa para os gestores do sistema prisional”. Eles destacam que, geralmente, o percentual de detentos que não se apresentam após uma folga é significativamente maior.

O período de liberação temporária durante o Natal nos presídios começou em 24 de dezembro e se estendeu até às 22h do dia 30 do mesmo mês. A autorização para a saída temporária é concedida a detentos que cumprem pena no regime semiaberto, já cumpriram pelo menos um sexto do tempo total de pena, são réus primários, e reincidentes que já cumpriram pelo menos um quarto do tempo de sentença.

Fonte: Observador Regional

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Casal de atores é preso no Ceará por desvio de doações para resgate de animais na enchente no RS

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Foto: Divulgação/ Policia Civil
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A 4,1 mil quilômetros de Porto Alegre, a Polícia Civil gaúcha prendeu na manhã desta quinta-feira (13) em Fortaleza, no Ceará, um casal de atores suspeito de estar envolvido em um esquema para desviar dinheiro destinado ao resgate de animais durante a enchente no Rio Grande do Sul. A investigação, conduzida pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) como parte da Força-Tarefa Cyber contra estelionatos e fake news, identificou os suspeitos.

— Eles pegavam campanhas reais e criavam chaves Pix semelhantes. Duas influenciadoras com muitos seguidores, que defendem a causa animal, tiveram suas chaves Pix falsificadas — explicou o delegado Eibert Moreira Neto, diretor da Divisão de Investigação Criminal do Deic. Segundo a polícia, o casal criou 234 chaves Pix falsas, com 50 delas feitas somente em maio, usando documentos falsos para abrir contas bancárias.

Os nomes dos suspeitos não foram divulgados oficialmente. A polícia apreendeu documentos falsos durante o cumprimento de mandado de busca na residência do casal. Segundo o delegado João Vitor Heredia, responsável pela operação, os suspeitos contavam com erros dos doadores ao digitarem as chaves Pix.

Campanhas afetadas incluíram as de Paola Saldívia e Deise Falci, ambas influenciadoras e protetoras de animais, que atuaram no resgate durante a enchente. As influenciadoras notaram que doações estavam sendo desviadas devido a erros nas chaves Pix, que foram alteradas pelos golpistas por apenas um dígito.

A polícia ainda aguarda o bloqueio do sigilo bancário para determinar o valor exato desviado. A operação, com apoio da Polícia Civil do Ceará, é chamada “Dilúvio Moral Doppelganger”, em referência ao uso de identidades falsas pelo casal. As investigações revelaram que documentos de um casal de idosos de 80 anos foram utilizados para abrir as contas falsas.

A Força-Tarefa Cyber foi criada para combater golpes e fake news relacionados à tragédia climática, já tendo analisado 60 casos e aberto 30 inquéritos, além de retirar 71 sites e perfis do ar.

Dicas para evitar golpes incluem verificar a confiabilidade das campanhas, conferir destinatários de doações, buscar campanhas oficiais e informar a polícia sobre suspeitas. Denúncias podem ser feitas pelos números 197, 181 ou (51) 98444-0606, além do site da Delegacia Online.

Fonte: GZH

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Cliente denuncia mecânico por cobrança abusiva em Santa Rosa

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Uma mulher registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia de Santa Rosa na última quarta-feira (12/06), alegando ter sido vítima de cobrança abusiva por um mecânico local.

Segundo o relato, ela havia deixado seu veículo na oficina para reparos, com um orçamento inicial de R$ 600,00. No entanto, ao retornar para buscar o carro, o mecânico cobrou R$ 1.000,00, justificando a diferença pela troca de uma peça, mesmo sem a autorização da cliente.

Diante da recusa do mecânico em devolver o veículo sem o pagamento integral, a mulher efetuou o pagamento e procurou a polícia para denunciar o ocorrido. A Delegacia de Polícia de Santa Rosa irá investigar o caso.

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Geral

PF realiza operação contra desvios nos fundos partidário e eleitoral das eleições de 2022

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Foto: Divulgação/PF
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A Polícia Federal está conduziu na manhã de quarta-feira (12) uma operação contra desvios de recursos dos fundos partidário e eleitoral do partido PROS, que se fundiu com o Solidariedade em 2023.

Agentes cumpriram sete mandados de prisão preventiva e 45 mandados de busca e apreensão em Goiás, São Paulo e no Distrito Federal.

Eurípedes Gomes Júnior, atual presidente nacional do Solidariedade, é um dos alvos da operação. Outros envolvidos incluem Cintia Lourenço da Silva, primeira tesoureira do Solidariedade, e Alessandro, conhecido como Sandro do PROS, que foi candidato a deputado federal. Berinaldo da Ponte, ex-deputado distrital, também está entre os alvos.

Eles são investigados por crimes que incluem organização criminosa, lavagem de dinheiro, furto qualificado, apropriação indébita, falsidade ideológica eleitoral e apropriação de recursos destinados ao financiamento eleitoral.

As investigações surgiram a partir da denúncia de desvio de aproximadamente R$ 36 milhões por parte de um ex-dirigente partidário. Na operação de hoje, os policiais buscam bloquear e indisponibilizar R$ 36 milhões e 33 imóveis pertencentes ao grupo.

Os mandados foram autorizados pela Justiça Eleitoral do Distrito Federal.

Em nota, o partido Solidariedade declarou que os fatos ocorreram antes da fusão com o PROS e que estão avaliando a situação antes de emitir uma posição definitiva.

A investigação da Polícia Federal identificou indícios de que o grupo criminoso utilizou candidaturas laranjas em diversos estados para desviar e apropriar-se de recursos dos fundos partidário e eleitoral. Além disso, há suspeitas de superfaturamento em serviços contratados junto a consultorias jurídicas e desvio de verbas destinadas à Fundação de Ordem Social, ligada ao PROS. O grupo teria lavado o dinheiro desviado por meio da criação de empresas fictícias, compra de imóveis por intermediários e superfaturamento de serviços prestados aos candidatos laranjas e ao próprio partido.

Fonte: G1

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