Dia D Azul é promovido nas escolas da Rede Municipal de Ensino
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Dia D Azul é promovido nas escolas da Rede Municipal de Ensino

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Foto: Divulgação/ Prefeitura de Santa Rosa

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O Centro Macrorregional de Referência em Autismo – CMR TEAcolhe Santa Rosa, em parceria com a Secretaria de Educação e Cultura promoveu o Dia D Azul. Todas as escolas que fazem parte da Rede Municipal de Ensino (20 EMEIs + 14 EMEFs), participaram da ação, com atividades sobre o autismo. O objetivo foi conscientizar os estudantes e promover inclusão entre a comunidade escolar.

Durante o Dia D, foram realizadas caminhadas dos alunos e professores, teatros, contações de histórias, pinturas, entre outras ações. A Secretária de Educação, Josyane Cristina Heck, destacou a importância de conscientizar sobre o tema, “Esta é uma campanha que deve ser lembrada todos os meses, não só em abril. Nosso objetivo é difundir informações para toda a comunidade escolar sobre a importância da inclusão e do acolhimento. Tivemos um dia muito especial, com lindas demonstrações de respeito e empatia entre as crianças e adolescentes da nossa cidade”.

O Governo Municipal através da Secretaria de Educação, da FUMSSAR e do CMR TEAcolhe, tem realizado diversas capacitações, fóruns e seminários sobre o autismo, além de investir na qualificação constante dos profissionais que atuam na área do ensino. A Psicóloga e Coordenadora do CMR TEAcolhe Santa Rosa, Flávia Albuquerque, ressalta que durante todo o mês, serão realizadas atividades do Abril Azul, “Abril é o mês da conscientização sobre o transtorno do espectro autista e estamos desde o dia primeiro, promovendo diversas ações para informar a sociedade sobre o tema, a fim de quebrar tabus e eliminar preconceitos”.

A Rede Municipal de Ensino de Santa Rosa, possui matriculados, 91 alunos autistas. Todas as escolas da rede possuem acompanhamento de Professores de Educação Especial, que além de avaliar a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno com transtorno do espectro autista, são grandes incentivadores da inclusão na escola.

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Ensino

Oitenta por cento dos professores consideraram abandonar a carreira, diz pesquisa

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Oitenta por cento dos professores da educação básica já consideraram abandonar a profissão, citando como razões principais o baixo salário, a falta de reconhecimento, a sobrecarga de trabalho e a falta de engajamento dos alunos. Esses dados foram revelados em uma pesquisa inédita intitulada “Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil”, divulgada pelo Instituto Semesp nesta quarta-feira (8).

A pesquisa, realizada entre 18 e 31 de março de 2024, entrevistou 444 docentes de redes pública e privada, abrangendo desde o ensino infantil até o ensino médio, em todas as regiões do país. Os resultados indicam que 79,4% dos professores entrevistados já cogitaram abandonar a carreira docente. Em relação ao futuro profissional, 67,6% se sentem inseguros, desmotivados e frustrados.

Os principais desafios apontados pelos professores incluem a falta de valorização e incentivo à carreira (74,8%), a falta de disciplina e interesse dos alunos (62,8%), a falta de apoio e reconhecimento da sociedade (61,3%) e a falta de envolvimento e participação das famílias dos alunos (59%).

Segundo os dados, mais da metade dos entrevistados (52,3%) relatou ter enfrentado algum tipo de violência enquanto exercia sua função como professor. Os tipos de violência mais comuns incluem agressão verbal (46,2%), intimidação (23,1%) e assédio moral (17,1%), além de casos de racismo, violência de gênero e ameaças de agressão e morte. A maioria desses incidentes é perpetrada por alunos (44,3%), alunos e seus responsáveis (23%) e funcionários da escola (16,1%).

Apesar desses desafios, a pesquisa revela que a maioria dos professores da educação básica (53,6%) está satisfeita ou muito satisfeita com sua carreira. Os motivos para continuarem lecionando incluem o interesse em ensinar e compartilhar conhecimento (59,7%), a satisfação ao ver o progresso dos alunos (35,4%) e a própria vocação (30,9%).

A pesquisa “Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil” faz parte da 14ª edição do Mapa do Ensino Superior no Brasil, que analisa o cenário educacional no país. Esta edição concentra-se nos cursos de licenciatura, traçando cenários e perspectivas.

Fonte: Agência Brasil

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Destaque

Aulas nas escolas da 17ª CRE de Santa Rosa serão retomadas nesta terça

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Itamar Aguiar/Palácio Piratini
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Em reunião realizada na tarde desta segunda-feira (06/05), a Secretaria da Educação (Seduc) definiu que as aulas da Rede Estadual retornarão a partir desta terça-feira (07/05) para os estudantes da 17ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE).

A decisão levou em conta o fato de que a região foi menos impactada pelas chuvas e, portanto, as escolas estão aptas a retomar as atividades.

Conforme a coordenadora regional da Educação, Adriane Spohr, a Rede Estadual conta com 56 escolas e mais quatro unidades do Núcleo Estadual de Educação de Jovens e Adultos (Neeja).

Fonte: Paulo Marques Notícias

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Destaque

IFFar Santa Rosa completa 21 dias com aulas suspensas, categorias aguardam uma nova proposta do Governo Federal

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Desde o dia 8 de abril, o Instituto Federal Farroupilha de Santa Rosa está em greve, com todas as aulas suspensas, 77% dos docentes e 70% dos técnicos administrativos em educação aderiram à a paralisação. No dia 19, o governo federal enviou uma proposta às categorias e no dia 26, de forma unânime, os sindicatos rejeitaram a proposta do governo.
Dessa forma, a greve continua e com adesão de mais instituições.

Além da questão salarial, há também a solicitação de melhorias na estrutura do campus. As categorias reforçam que a greve foi o último recurso e desejam retornar o quanto antes. Este movimento, que hoje engloba mais de 76% dos campi dos Institutos Federais e diversas Universidades Federais com aulas suspensas, pressionou o governo a apresentar uma proposta para as demandas das categorias.

Em nota, o comando de greve informou que:

“O movimento grevista está em expansão, e, hoje, já somos mais de 520 unidades dos Institutos Federais paralisados, juntamente com muitas Universidades Federais.  Assim sendo, o fortalecimento da greve é essencial para que as nossas reivindicações sejam atendidas e tenhamos uma educação federal de muito mais qualidade, sempre buscando o desenvolvimento regional ao redor de nossas unidades instaladas.”

A categoria informou também, que o objetivo é de não haja prejuízo ao alunos e que as aulas deverão ser recuperadas.

 

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