Curiosidades
7 Milagres médicos mais inacreditáveis da Ciência
Milagres médicos são raros e, geralmente, bem inacreditáveis. O próprio significado da palavra, já coloca a situação como extraordinária e contra as leis da natureza. Às vezes, mesmo em situações em que até os familiares já abriram mão da esperança, fatos inexplicáveis podem salvar pacientes.
Por mais que a medicina avance, trazer uma vítima, de uma situação de quase morte, ainda é improvável e raro. Apesar disso, algumas equipes médicas conseguiram realizar esses feitos, mesmo que sem explicação. Seja pela ciência, pela fé ou pelo sobrenatural, essas histórias de superação trouxeram para a vida de pessoas, que já estavam em situações praticamente fatais.
1 – Cair de 47 anadares

O homem, chamado Alcides Moreno, de 37 anos, caiu 47 andares, enquanto limpava as janelas, de um arranha-céu em Nova York. O acidente matou o irmão do homem, que estava trabalhando com ele, no mesmo andaime de onde caiu. E Moreno ficou em um estado, que os médicos não podiam arriscar movê-lo, para a sala de operações.
Eles operaram o homem na sala de emergência e o deixaram em estado vegetativo, por quase três semanas. E no dia do natal, ele mostrou sinais de consciência. Menos de um mês depois, ele recebeu alta e com a expectativa de voltar a andar em um ano.
2 – Acidente de carro

Katrina Burgess, de 17 anos, sofreu um acidente de carro, enquanto dirigia a 100 quilômetros por hora. Na ocasião, ele quebrou o pescoço e as costas, além de sofrer várias outras lesões. Os médicos disseram que ela nunca andaria novamente. Mas depois de colocarem 11 barras de metal, pinos e parafusos em seu corpo, a menina foi contratada por uma agência de modelos.
A menina bateu as costas, perfurou dois pulmões e quebrou o pescoço, a pélvis, a perna esquerda e várias costelas. De acordo com os cirurgiões, sem a cirurgia para ajudar Katrina, suas lesões na coluna vertebral poderiam se deteriorar e ela corria o risco de morte.
3 – 118 dias sem coração

A adolescente D’Zhana Simmons, de 14 anos, estava feliz por finalmente receber seu transplante de coração. Mas o sonho logo virou pesadelo, quando o novo coração começou a falhar.
Os médicos então tiveram que retirar o coração, mas não tinham outro à disposição para colocar na menina. Então, eles pegaram duas bombas artificiais, para manter o sangue fluindo no corpo da garota por quase quatro meses. E finalmente, tempos depois, a menina recebeu um novo transplante. E foi tão bem sucedido que, no mesmo dia, ela também passou por um transplante de rim.
4 – Recuperar a visão

O homem, chamado Martin Jones, de 42 anos, ficou cego depois de um acidente de trabalho. Mas graças a uma operação extremamente rara, onde se usa parte dos dentes para colocar nos olhos, o homem saiu das trevas.
Esse procedimento foi feito menos de 50 vezes na Grã Bretanha. E é feito com o uso do segmento do dente, como suporte, para uma nova lente enxertada na pele. O processo precisa de um dente vivo para o implante, porque o olho pode rejeitar o equivalente de plástico. Jones conseguiu enxergar plenamente, pela primeira vez, depois de quatro anos.
5 – Salvar gêmeos

O casal Shannon e Mike Gimbel tinham que fazer uma escolha bem difícil. Os médicos falaram para eles, que uma das gêmeas que eles estavam esperando, tinha que morrer. Do contrário, as duas morreriam. As gêmeas tinham sido conectadas por vasos sanguíneos. Isso ocorre quando um gêmeo drena a vida do outro. E se não for tratada, há cerca de 80 a 90%¨de chance de que ambos morrerem.
Os pais até estavam pensando em deixar a bebê mais fraca morrer. Mas o médico, Kent Heyborne, pensou em outra opção. Ele se juntou com outros cirurgiões, para fazer uma cirurgia no útero, para cauterizar os vasos sanguíneos que estavam conectados. Felizmente, as duas meninas conseguiram sobreviver.
6 – Recuperação de decapitação ortopédica

Depois de uma acidente de carro, Jordan Taylor separou seu crânio de suas vértebras. Ele não tinha conexão entre os ossos do pescoço e da cabeça. Os médicos chamaram isso de decapitação ortopédica. E na época, deram, para Jordan, uma chance de 1% de sobreviver.
O médico, identificado como Roberts, conseguiu reconectar a cabeça de Jordan ao seu pescoço, com uma placa de metal, parafusos e hastes de titânio. Três meses depois do acidente, Jordan tinha deixado o hospital e estava de volta à sua vida normal.
7 – Novo rosto

Connie Culp é uma mulher de 46 anos, de Ohio, que fez o primeiro transplante de rosto, nos EUA. A mulher foi baleada no rosto por seu marido, em 2004, mas não morreu. Ele foi condenado a sete anos de prisão.
Com o tiro, Connie quebrou o nariz, bochechas, o céu da boca e perdeu um olho. Ela passou por 30 operações. E depois de uma operação de 22 horas, os ossos, músculos, nervos, pele e vasos sanguíneos, de uma outra mulher que tinha acabado de morrer, foram transplantados para Connie. Esse foi o quarto transplante de face do mundo.
Fonte: Fatos Desconhecidos
Curiosidades
Criança tem reação alérgica no rosto após beijo da mãe. Entenda

O uso de cosméticos é algo comum no dia a dia. O que a inglesa Sarah Davies, 41 anos, não imaginava era que, após dar um beijo na bochecha da filha, o gloss labial que usava poderia causar uma reação alérgica na menina.
Sarah passou o produto que prometia aumentar o volume dos lábios pouco antes de levar Ava, de 8 anos, para uma festa de aniversário. Duas horas depois de aplicar o gloss de 26 euros (aproximadamente 157 reais), a mulher deu um beijo no rosto da filha e, em questão de minutos, notou uma marca vermelha e irritada surgindo na pele da criança.
“Em um minuto, estava quente ao toque, e parecia que ia formar bolhas”, lembra Sarah, que ficou em pânico. A inglesa, que é auxiliar de saúde, lavou imediatamente a área com água e procurou orientação com um farmacêutico.
O profissional recomendou o uso de anti-histamínicos e um creme antisséptico que trata e acalma a pele para aliviar a sensação de queimação causada pela erupção cutânea.
Felizmente, a marca desapareceu em poucos dias, mas Sarah ainda notou que a área da pele ficou um pouco avermelhada. “Se fosse um bebê recém-nascido, poderia ter sido horrível”, afirmou ela, em entrevista ao Daily Mail.
Conscientização sobre riscos de usar produtos cosméticos
Agora, ela tenta alertar outras pessoas sobre os riscos de usar produtos cosméticos sem conhecer os ingredientes da fórmula. Eles são muitas vezes promovidos como alternativas “naturais” aos preenchimentos labiais, principalmente nas redes sociais.
O gloss utilizado por Sarah continha capsicum, um derivado vegetal encontrado na pimenta, que causa a sensação de formigamento nos lábios e aumenta temporariamente o volume ao dilatar os vasos sanguíneos. Embora eficaz, a substância pode causar reações adversas, como queimaduras, ardência, vermelhidão e coceira, especialmente em peles mais sensíveis.
A marca por trás do gloss admitiu que a sensibilidade ao produto “varia de pessoa para pessoa”. “Sugerimos que você analise os ingredientes com seu médico para determinar se o produto é adequado para seu uso”, disse a empresa em nota enviada à imprensa britânica.
O rótulo do gloss alerta para não aplicar o produto em qualquer outra parte do corpo além dos lábios e recomenda mantê-lo fora do alcance de crianças. “Nunca vi esses avisos, porque joguei a embalagem fora”, explicou Sarah.
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Fonte: Metróples.
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Curiosidades
O que explica o aumento de nascimentos de gêmeos em meio à queda das taxas de natalidade?

Enquanto as taxas de natalidade estão em declínio ao redor do mundo, o número de gestações múltiplas — como gêmeos e trigêmeos — atingiu um patamar histórico. Pesquisadores indicam que essa tendência deve continuar crescendo, marcando a primeira vez que a taxa de nascimentos múltiplos aumenta mesmo diante da redução geral de nascimentos.
Esse fenômeno pode ser atribuído a fatores como a maternidade tardia e o avanço dos tratamentos de fertilidade. Embora menos comuns que as gestações únicas, os nascimentos múltiplos fazem parte do processo natural da reprodução humana. Aproximadamente uma em cada 60 gestações resulta em múltiplos, podendo variar de gêmeos a sêxtuplos.
Os gêmeos surgem quando dois óvulos diferentes são fecundados simultaneamente ou quando um único óvulo fertilizado se divide em dois. Além disso, um fenômeno chamado “hiperovulação” — quando mais de um óvulo é liberado no mesmo ciclo — também pode levar a nascimentos múltiplos. Esse processo se torna mais frequente com o envelhecimento da mulher, devido às mudanças hormonais que ocorrem conforme a menopausa se aproxima. Embora raros, casos de trigêmeos ou até mesmo de nove bebês em uma única gestação já foram registrados.
O impacto da idade materna e dos tratamentos de fertilidade
Estudos indicam que países de baixa renda devem registrar um aumento nas taxas de nascimentos múltiplos entre 2050 e 2100, impulsionado pelo crescimento da idade média das mães. Essa tendência já foi observada em países como a Inglaterra e o País de Gales, onde, nas décadas de 1940 a 1960, a taxa de nascimentos múltiplos era de aproximadamente 12 a 13 a cada 1.000 gestações. Como as mães tinham, em média, 26 anos na época — idade em que partos múltiplos são menos comuns —, os índices eram relativamente estáveis.
Nas décadas de 1970 e 1980, com a ampliação do planejamento familiar e mudanças econômicas, o número de filhos por família diminuiu, reduzindo também os nascimentos múltiplos para cerca de 10 a cada 1.000 gestações. No entanto, nos anos 1990 e 2000, houve um aumento nesse índice, em grande parte devido à popularização dos tratamentos de fertilidade e à elevação da idade materna.
Custos e desafios dos nascimentos múltiplos
Atualmente, a busca por tratamentos de fertilidade continua crescendo. Em 1991, foram realizados cerca de 6.700 ciclos de FIV no Reino Unido, número que saltou para 76.000 em 2021. Como os custos podem ser altos e o acesso ao financiamento público é restrito, muitas pessoas buscam clínicas no exterior, onde as regras para a transferência de múltiplos embriões são menos rígidas, aumentando a chance de partos múltiplos.
Embora nascimentos de gêmeos ou trigêmeos sejam motivo de alegria para muitas famílias, eles também trazem desafios. Os primeiros anos costumam exigir um suporte extra, seja para alimentação e sono, seja para lidar com as pressões financeiras e emocionais.
Fonte: G1
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