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No primeiro mapa preliminar de 2021, RS volta a ter região em bandeira preta

Bagé foi classificada como de risco altíssimo para o contágio por coronavírus

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O primeiro mapa preliminar do Distanciamento Controlado de 2021 traz, novamente, a classificação de risco altíssimo ao Rio Grande do Sul. No mapa desta 35ª rodada, publicado nesta sexta-feira (1°/1), a região Covid de Bagé retorna à bandeira preta, depois de duas rodadas em bandeiras mais leves (vermelha e laranja, respectivamente).

O risco altíssimo em Bagé é resultado da combinação entre a piora no número de leitos livres/pacientes Covid na macrorregião Sul e o fato de a região apresentar bandeira preta no indicador de hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Isso culminou no acionamento da nova regra do Distanciamento Controlado: a salvaguarda de bandeiras vermelha e preta, quando uma região registra muitas hospitalizações novas de pacientes com Covid-19 e, ao mesmo tempo, possui baixa capacidade hospitalar na macrorregião. Confira, logo abaixo, a explicação completa sobre a nova regra.

A situação do Estado perante o coronavírus ainda requer muita atenção. São 13 as regiões em bandeira vermelha (risco epidemiológico alto). Em bandeira laranja, que representa risco médio, estão sete regiões – Santa Maria, Uruguaiana, Taquara, Novo Hamburgo, Guaíba, Cruz Alta e Erechim. As duas que não aderiram ao sistema de cogestão – Guaíba e Uruguaiana – estão em bandeira laranja nesta rodada.

Veja a classificação prévia da 35ª rodada em https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br

Para o total do Rio Grande do Sul, houve redução no número de confirmados em leitos clínicos (-14%) e em UTI (-2%). Óbitos apresentaram elevação de 3% (de 456 para 469).

Contabilizando os pacientes internados por outras causas, nesta semana, houve novamente estabilidade no número de leitos de UTI ocupados. Com a abertura de leitos e a redução dos confirmados com Covid-19 em UTI, houve elevação na razão de leitos livres para cada ocupado por Covid-19 para 0,55.

Vale um alerta para a região de Santa Cruz do Sul, que apresentou elevado crescimento em novos registros de hospitalizações entre a 34ª e a 35ª semana –de 23 para 38 – avanço de 65,2%.

Implementação da salvaguarda de bandeiras vermelha e preta

A partir desta semana, o Distanciamento Controlado utiliza uma nova regra que garante bandeiras de risco alto e altíssimo (vermelha e preta) quando a região tem elevada quantidade de novas hospitalizações de pacientes confirmados com Covid-19 (conforme a região de residência do paciente) e, ao mesmo tempo, está inserida em uma macrorregião com baixa capacidade hospitalar.

Esse refinamento no modelo é necessário pois, quando a capacidade hospitalar está próxima do limite, os indicadores de “velocidade do avanço” e de “variação da capacidade de atendimento” se tornam prejudicados – uma vez que, mesmo havendo demanda por leitos, eles podem não ser preenchidos devido à lotação das áreas Covid dos hospitais. Esse aprimoramento visa melhor refletir e evitar o esgotamento de leitos.

A NOVA REGRA IMPÕE

Garantia de bandeira vermelha se ambas condições forem satisfeitas:
• O Indicador 6, hospitalizações para cada 100 mil habitantes da região, apresentar bandeira vermelha ou preta;
• O Indicador 8, leitos livres/leitos Covid da macrorregião, estiver menor ou igual a 0,8.

Garantia de bandeira preta se ambas condições forem satisfeitas:
• O Indicador 6, hospitalizações para cada 100 mil habitantes da região, apresentar bandeira preta;
• O Indicador 8, leitos livres/leitos Covid da macrorregião, estiver menor ou igual a 0,3.

A salvaguarda teria gerado modificações sutis nas 34 semanas anteriores. A bandeira preta teria sido acionada somente nas regiões de Pelotas e Bagé na semana 32, o que não teria gerado modificações no mapa preliminar, uma vez que o modelo nos moldes atuais captou bandeira preta em ambas regiões naquela semana.

No que diz respeito à bandeira vermelha, em toda a série histórica até a semana 34, que até hoje apresentou 283 bandeiras vermelhas no mapa preliminar, a salvaguarda teria gerado um aumento de 10,6% nesse número (teria apresentado 314 bandeiras vermelhas se essa trava estivesse em vigor – 31 a mais). No entanto, essas bandeiras poderiam ser modificadas em caso de acolhimento de recursos das regiões.

Nesta 35ª rodada, as regiões de Capão da Canoa, Porto Alegre, Santo Ângelo, Ijuí, Santa Rosa, Palmeira das Missões e Caxias do Sul receberam bandeira vermelha no mapa preliminar acionadas pela salvaguarda. A região de Bagé foi a única a ter acionada a salvaguarda de bandeira preta.

Cogestão

Das 21 regiões Covid, apenas Uruguaiana e Guaíba ainda não aderiram ao sistema de cogestão regional. As 13 regiões em bandeira vermelha podem adotar os protocolos próprios compatíveis até o nível de restrição da bandeira laranja. As cinco regiões em laranja que estão na cogestão podem utilizar protocolos de bandeira amarela, se isso estiver previsto no plano de cogestão de cada uma.

Caso ainda não tenham sido enviados protocolos ou o plano regional não esteja vigente, o governo abre possibilidade de recepção imediata de padrões mais flexíveis até a bandeira imediatamente inferior, sem esperar prazo de 48 horas para submissão e validade de novo plano regional.

Confira os protocolos próprios de cada região: https://planejamento.rs.gov.br/cogestao-regional

Uma vez que, nesta semana, o mapa preliminar foi divulgado às 19h, municípios e associações regionais que desejarem enviar pedido de reconsideração ao mapa preliminar podem fazer isso nas próximas 36h, até as 7h de domingo (3/1). Basta enviar solicitação por meio de formulário clicando aqui.

MUDANÇA DE BANDEIRAS

Bagé: laranja para preta

A região de Bagé apresentou piora no número de óbitos por coronavírus de residentes da região, de três para oito. Ao mesmo tempo, a macrorregião Sul apresentou aumento de 17% (de 48 para 56) no número de pacientes com Covid-19 em UTI, o que implicou redução na razão de leitos livres/leitos Covid de 0,71 para 0,27.

O aumento de pacientes em UTI na macrorregião Sul é observado somente quando se contabiliza as transferências de pacientes de outras macrorregiões. Analisando apenas a macrorregião Sul, o número de confirmados aumentou de 48 para 51, mas a macrorregião voltou a ser exportadora de pacientes em UTI com Covid-19.

Nesta rodada, havia um paciente importado com coronavírus e seis exportados – saldo de cinco exportados a mais. Na rodada anterior, quando Bagé estava na bandeira laranja, só havia um paciente Covid-19 exportado para outras macrorregiões, o mesmo número de importados – ou seja, saldo zero.

O mesmo ocorre com pacientes em UTI, independentemente da causa. Esta semana, na macrorregião Sul, havia 15 pacientes exportados e cinco importados: saldo 10 para o número de exportados. Na semana passada, o saldo era dois – eram seis importados e oito exportados. Assim, o fato de a macrorregião exportar pacientes para outras macrorregiões colaborou para a razão de leitos livres por leitos Covid ser de apenas 0,27, abaixo do patamar estipulado para a salvaguarda de bandeira preta.

Isso ocorre porque, quando uma macrorregião recebe residentes de outras macrorregiões, eles são contabilizados como se estivessem na macrorregião de origem, o que é fundamental para incentivar os municípios a receberem pacientes de fora, com a garantia de que não terão prejuízo nos indicadores. Além disso, como Bagé apresentou bandeira preta no indicador de hospitalizações para cada 100 mil habitantes, a salvaguarda foi acionada, colocando a região em altíssimo risco.

 

Pelotas: laranja para vermelha

Nesta rodada, a alteração da bandeira na região de Pelotas ocorreu devido aos indicadores da macrorregião Sul, compreendida também por Bagé. Contudo, vale ressaltar que a região de Pelotas tem 871 mil habitantes, o que representa 82,5% da macrorregião Sul. Ou seja, os números da macrorregião são predominantemente influenciados pela região de Pelotas.

O número de internados em leitos de UTI Covid no dia 31/12 foi de 56, maior do que nas duas últimas semanas (48 e 50 respectivamente). O número de leitos de UTI livres no último dia do ano, para atender Covid, caiu para 15 – na 34ª rodada, eram 34. Destaca-se, ainda, que a salvaguarda de bandeira preta não foi acionada somente porque a região de Pelotas apresentou bandeira vermelha no indicador de hospitalizações para cada 100 mil habitantes.

 

Macrorregião Centro-Oeste

Santa Maria e Uruguaiana: vermelha para laranja

A alteração das bandeiras das regiões de Santa Maria e Uruguaiana, na macrorregião Centro-Oeste, é o resultado da redução de alguns indicadores da macrorregião e também regionais. Nesta rodada, ambas foram da bandeira vermelha para a laranja.

O número de internados em leitos clínicos Covid no dia 31/12 era de 89, diminuição de nove casos em relação à semana passada, mas de 30 da 33ª rodada (98 e 119 nas semanas passada e retrasada). Também houve redução nos internados em leitos de UTI Covid registrados até o último dia do ano: 65 casos, ante 73 da semana passada.

Após duas semanas com o mesmo número de hospitalizações confirmadas para Covid-19, Santa Maria reduziu 10 casos (de 55 para 45). Uruguaiana também, de 39 para 33. Em contrapartida, o número de óbitos aumentou em Santa Maria, de 12 para 14, entretanto, ainda é menor do que a 33ª rodada, quando foram 15 casos. Uruguaiana teve um caso a menos (de 21 para 20).

 

Erechim: vermelha para laranja

Erechim também alterou a bandeira vermelha para laranja em decorrência da redução dos indicadores. Houve diminuição expressiva no número de óbitos na 35ª rodada – três casos, sete a menos em relação à semana passada, quando foram 10. Na 33ª rodada, haviam sido 21. O número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias também reduziu, de 17 para 11. Ainda houve alterações positivas em todos os indicadores da macrorregião.

Mesmo estando na macrorregião Norte, que apresenta razão de leitos livres para cada ocupado por Covid-19 inferior a 0,8, a bandeira laranja no indicador de novas hospitalizações como proporção da população na região de Erechim fez com que não se aplicasse a salvaguarda de bandeira vermelha na região.

Regra 0-0

De acordo com o mapa preliminar da 35ª rodada, 360 municípios (do total de 497) estão classificados em bandeira vermelha, somando 8,2 milhões de habitantes, o que corresponde a 73,2% da população gaúcha (total de 11,3 milhões de habitantes).

Desses, 126 municípios (510,9 mil habitantes, 4,5% da população gaúcha) podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

São seis os municípios em bandeira preta (184,7 mil habitantes, 1,6% do RS), dos quais três (17,7 mil habitantes, 0,2% do RS) não registraram óbitos ou hospitalizações nos últimos 14 dias.

Em bandeira laranja, são 131 municípios (2,8 milhões de habitantes, 25,1%). Destes, 56 municípios (321 mil habitantes, 2,8% do RS) não registraram óbitos e hospitalizações nos últimos 14 dias.

No total, 185 dos 497 municípios não apresentaram óbitos e hospitalizações nos últimos 14 dias, o que representa 850 mil habitantes e 7,5% do Estado. Assim, os municípios de região em bandeira vermelha que se encaixam na Regra 0-0 podem adotar protocolos de bandeira laranja. Municípios em bandeira preta que se encaixam na Regra 0-0 podem adotar protocolos de bandeira vermelha.

• Clique aqui e acesse a lista de municípios que se encaixam na Regra 0-0.

RESUMO DA 35ª RODADA

Regiões que apresentaram piora (2):

LARANJA > PRETA:
Bagé (em cogestão)

LARANJA > VERMELHA:
Pelotas (em cogestão)

 

Regiões que seguem iguais (16)

BANDEIRA VERMELHA
Cachoeira do Sul (em cogestão)
Canoas (em cogestão)
Capão da Canoa (em cogestão)
Caxias do Sul (em cogestão)
Ijuí (em cogestão)
Lajeado (em cogestão)
Palmeira das Missões (em cogestão)
Passo Fundo (em cogestão)
Porto Alegre (em cogestão)
Santa Cruz do Sul (em cogestão)
Santa Rosa (em cogestão)
Santo Ângelo (em cogestão)

BANDEIRA LARANJA
Cruz Alta (em cogestão)
Guaíba
Novo Hamburgo (em cogestão)
Taquara (em cogestão)

 

Regiões que apresentaram melhora (3)

VERMELHA > LARANJA
Santa Maria (em cogestão)
Uruguaiana
Erechim (em cogestão)

• Clique aqui e acesse a nota técnica com as justificativas de classificações das regiões.

DESTAQUES DA 35ª RODADA

▪ número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 reduziu 32% entre as duas últimas semanas (de 1.175 para 794);
▪ número de internados em UTI por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) reduziu 4% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (de 1.148 para 1.104);
▪ número de internados em leitos clínicos com Covid-19 no RS reduziu 14% entre as duas últimas quintas-feiras (de 1.243 para 1.073);
▪ número de internados em leitos de UTI com Covid-19 reduziu 2% entre as duas últimas quintas-feiras (de 979 para 956);
▪ número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 aumentou 8% entre as duas últimas quintas-feiras (de 489 para 530);
▪ número de casos ativos reduziu 16% entre as últimas semanas consideradas (de 39.719 para 33.412);
▪ número de registros de óbito por Covid-19 aumentou 3% entre as duas últimas quintas-feiras (de 456 para 469).
▪ As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (152), Caxias do Sul (88), Passo Fundo (62), Canoas (65) e Pelotas (50).

Comparativo: situação entre 3 e 31 de dezembro de 2020

▪ número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 reduziu 32% no período (de 1.174 para 794);
▪ número de internados em UTI por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) aumentou 14% no Estado no período (de 966 para 1.104);
▪ número de internados em leitos clínicos com Covid-19 no RS reduziu 21% (de 1.357 para 1.073);
▪ número de internados em leitos de UTI com Covid-19 aumentou 20% (de 799 para 956);
▪ número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 aumentou 7% (de 496 para 530);
▪ número de óbitos por Covid-19 acumulados em sete dias aumentou 31% no período (de 357 para 469).

Clique aqui e acesse o levantamento completo da 35ª semana do Distanciamento Controlado.

Texto: Suzy Scarton e Raiza Roznieski/Ascom Sict
Edição: Marcelo Flach/Secom

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Cultura

Entre Rimas e Acordes une poesia e música em novo projeto cultural de Rosane Garcia

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IMAGEM: DIVULGAÇÃO.
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Financiado pela Política Nacional Aldir Blanc, Ministério da Cultura, Governo Federal, com apoio da Prefeitura Municipal de Santa Rosa, o projeto “Entre Rimas e Acordes” celebra a arte, a sensibilidade e a força da criação local. A iniciativa é idealizada por Rosane Garcia da Rosa, compositora e escritora com longa trajetória na literatura e várias obras publicadas ao longo dos anos.

Neste novo trabalho, Rosane decidiu unir dois mundos que sempre estiveram presentes em sua vida: a poesia e a música. A proposta nasceu da ideia de transformar os versos de um de seus poemas em canção, criando um diálogo harmonioso entre rimas e acordes. O resultado é uma obra autoral delicada, sensível e repleta de identidade.

A produção musical ficou a cargo do produtor Paulo Muller, que conduziu os arranjos e deu forma ao universo sonoro imaginado pela escritora. A interpretação ficou por conta de uma das vozes mais marcantes da região Noroeste, May Vargas, cuja entrega vocal imprime emoção e profundidade à composição.

A obra, que recebeu o título “Na Calada da Noite”, representa um encontro poético entre literatura e música, valorizando artistas locais e fortalecendo a cultura regional por meio de um trabalho feito com cuidado, profissionalismo e sensibilidade.

Em breve, “Na Calada da Noite” estará disponível nas plataformas digitais e redes sociais da compositora Rosane Garcia e da cantora May Vargas.

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Destaque

Melhores Impressoras Epson Ecotank: Guia de Compra para Fotos com Alta Qualidade 

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melhores impressoras epson ecotank guia de compra para fotos com alta qualidade 

NuveraFAST AÇAÍ15 topo humberto plural

Se você está buscando impressoras de alta performance para fotos, já deve ter ouvido falar das linhas Epson Ecotank. Essas multifuncionais ganharam espaço nos lares e estúdios do Brasil por entregarem economia, praticidade e, principalmente, qualidade fotográfica de primeira. Mas, diante de tantos modelos e diferenças técnicas, como saber qual Ecotank se encaixa na sua rotina? Este guia detalha os principais pontos, apresenta comparativos e ensina como extrair o melhor das impressoras de tanque de tinta, seja para uso profissional, amador ou para eternizar momentos especiais com fotos nítidas e cores vivas. 

Como escolher o modelo Ecotank ideal para fotos profissionais 

Ao selecionar uma impressora Epson Ecotank para fotos profissionais, alguns fatores precisam ser considerados para não cair em cilada. O primeiro passo é definir o tipo de fotografia: impressões caseiras, portfólio para clientes ou até trabalhos de exposição? Cada objetivo pede características distintas. 

Volume de Impressão e Tipo de Papel 

Quem imprime grandes volumes, como fotógrafos de eventos ou estúdios, deve priorizar modelos com alta capacidade de rendimento de tinta e suporte para papéis fotográficos de gramatura elevada. Já para quem faz impressões esporádicas, uma Ecotank mais básica já cumpre bem o papel. 

Resolução de Impressão 

Outro ponto chave é a resolução de impressão (medida em dpi – dots per inch), fundamental para capturar detalhes finos e transições suaves de cor. Modelos de última geração da linha Ecotank entregam resoluções superiores, ideais para retratos, paisagens e ampliações. 

Tipos de Tinta e Cores Disponíveis 

Modelos voltados para fotografia costumam oferecer tanques individuais de tintas com mais cores além do tradicional CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto), como cinza e preto fotográfico. Isso resulta em impressões com nuances, sombras e tons de pele mais fiéis à realidade. 

Principais diferenciais das impressoras Epson Ecotank para fotografia 

As impressoras Epson Ecotank se destacam por um sistema de abastecimento inteligente, que reduz custos e facilita o dia a dia. 

Economia real de tinta 

Ao invés de cartuchos, as Ecotank usam tanques recarregáveis, proporcionando uma economia de tinta brutal em comparação a impressoras convencionais. O rendimento chega a ser várias vezes maior, o que é essencial para quem imprime fotos com frequência. 

Facilidade de abastecimento e manutenção 

Outro trunfo é a praticidade no reabastecimento: basta encaixar os frascos nos reservatórios e pronto. Nada de sujeira ou desperdício. Além disso, a manutenção costuma ser simples, evitando dores de cabeça comuns em modelos tradicionais. 

Variedade de formatos e conectividade 

Há opções compactas para espaços menores, multifuncionais robustas para escritórios ou estúdios, e até modelos com conexão Wi-Fi, impressão via celular e suporte para papéis de diferentes tamanhos, inclusive A4 e 10x15cm (postal). 

Comparativo entre versões atuais e modelos anteriores da Ecotank 

Ao analisar a linha Epson Ecotank, é importante distinguir os modelos recém-lançados dos que já estão há algum tempo no mercado, pois a escolha pode impactar tanto na qualidade quanto na economia. 

Modelos atuais: aposta em desempenho e tecnologia 

As versões mais recentes da Ecotank são a última aposta da Epson para quem busca qualidade premium em impressão de fotos. Trazem resolução elevada, velocidade superior, maior quantidade de cores e funções modernas, como impressão sem bordas e controle remoto por app. 

Modelos anteriores: ainda valem a pena? 

Para quem não faz questão de recursos de ponta, os modelos de gerações passadas ainda são opções recomendadas. Eles mantêm ótima qualidade de impressão, economia no consumo de tinta e confiabilidade, com preço mais em conta. 

Diferenças notáveis entre gerações 

  • As impressoras recém-lançadas focam em nitidez, tons de pele realistas e escalas de cinza mais precisas. 
  • Versões antigas são robustas, mas podem deixar a desejar em detalhes finos e velocidade, especialmente em impressões de alta resolução. 

Dicas para maximizar a qualidade de impressão fotográfica 

Se o objetivo é extrair o melhor da sua impressora Ecotank, algumas práticas fazem toda a diferença no resultado final. 

Ajuste correto das configurações 

Antes de imprimir, selecione sempre o tipo de papel adequado no driver e opte pelo modo de qualidade máxima. O uso de perfis de cor personalizados garante fidelidade ao que é visto na tela. 

Escolha de papéis fotográficos de qualidade 

Prefira papéis fotográficos originais ou de boa procedência, com gramatura alta, para evitar borrões, desbotamento e perda de definição. 

Manutenção preventiva 

Faça limpezas periódicas dos cabeçotes (pelo próprio software da Epson) para evitar entupimentos e manchas nas imagens. 

Custos de manutenção e rendimento de tinta em impressoras fotográficas 

Uma das maiores vantagens da Ecotank está nos custos de manutenção e no rendimento de tinta. 

Baixo custo por foto impressa 

Os tanques recarregáveis garantem um valor por página muito inferior ao de impressoras a cartucho, especialmente em impressões coloridas ou em larga escala. 

Simplicidade de manutenção 

Com menos peças sujeitas a desgaste e frascos de tinta acessíveis, o custo de manutenção preventiva é baixo. Eventuais trocas de peças, como o kit de manutenção, costumam ser simples e podem ser realizadas pelo próprio usuário ou em assistências autorizadas. 

Rendimento de tinta 

O rendimento dos frascos, tanto nos modelos novos quanto nos antigos, costuma ser um dos melhores do mercado para impressoras fotográficas domésticas, proporcionando milhares de impressões sem necessidade de recarga frequente. 

 

Guia de Compra: 5 Impressoras Epson Ecotank com Alta Performance Fotográfica 

Confira abaixo cinco opções de impressoras Epson Ecotank recomendadas para quem deseja resultados fotográficos de respeito: 

Ecotank L8180 

Epson Ecotank L8180 é o recente lançamento da marca para quem busca excelência em fotos. Possui seis cores de tinta, resolução altíssima e suporte para papéis especiais. Ideal para profissionais e entusiastas que exigem o melhor. 

Ecotank L8050 

Ecotank L8050 é uma multifuncional da nova geração, focada em impressões de fotos rápidas, com riqueza de detalhes e facilidade de uso. Aceita diversos tamanhos de papel e entrega resultados de laboratório. 

Ecotank L3250 

O modelo L3250 ainda vale a pena para quem quer impressora multifuncional econômica com qualidade fotográfica. Atende bem famílias, estudantes e quem faz fotos ocasionalmente, sem abrir mão de economia. 

Ecotank L4260 

Com conexão Wi-Fi, impressão frente e verso automática e ótimo desempenho em fotos, a L4260 é indicada para quem busca praticidade aliada a boa qualidade de imagem. 

Ecotank L805 

Epson L805 segue sendo relevante em impressões fotográficas. Não é recente, mas entrega cores vibrantes e nitidez consistente, ótima para portfólios e pequenos estúdios. 

 

Perguntas Frequentes sobre Impressoras Epson Ecotank para Fotos 

Qual impressora Ecotank tem melhor custo-benefício para fotos? 

Entre os modelos disponíveis, a Ecotank L3250 ainda é a queridinha dos brasileiros que buscam boa qualidade sem gastar demais, principalmente para uso doméstico. 

Preciso usar só tintas originais Epson na minha Ecotank? 

Para garantir máxima durabilidade e fidelidade nas cores das fotos, é altamente recomendado usar tintas originais Epson, evitando entupimentos e perda de qualidade. 

Impressoras Ecotank dão conta de fotos em papel glossy e tamanhos grandes? 

Sim! Modelos como a L8180 e a L8050 aceitam papéis fotográficos glossy e impressões em formatos maiores, com excelente definição. 

A manutenção dessas impressoras é complicada? 

Nada disso. O sistema Ecotank foi feito para facilitar o dia a dia, com abastecimento rápido e manutenção simples, reduzindo o risco de dor de cabeça com assistência técnica. 

Dicas finais para escolher sua Epson Ecotank 

Na dúvida entre as opções, pense no volume de impressões, no espaço disponível e no nível de exigência para fotos. Sempre escolha modelos compatíveis com seus projetos e, se puder, invista nos de última geração para garantir as inovações mais recentes. Um bom papel, manutenção básica em dia e tintas originais fazem toda a diferença para fotos dignas de exposição! 

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CCL Concreto anuncia investimento de R$ 10 milhões em Alegrete

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A cidade de Alegrete recebe um novo impulso em seu desenvolvimento com a chegada da CCL Concreto, referência estadual em concreto usinado e infraestrutura. A empresa inicia na próxima semana a implantação de sua unidade local, com investimento inicial estimado em R$ 10 milhões, em parceria estratégica com a Construtora Alegretense e a Pedra Rosada Mineração.

O projeto consolida a confiança de grandes grupos no potencial de crescimento da Fronteira Oeste. A nova planta substituirá um mercado antes marcado por incertezas e passa a oferecer qualidade, confiabilidade e sustentabilidade na produção de concreto.

“Nossa empresa acredita no potencial produtivo, logístico e humano de Alegrete. Essa decisão é fruto de um trabalho silencioso e consistente, de quem valoriza seriedade, parceria e compromisso com a qualidade.

Chegamos em Alegrete com o que existe de mais moderno e equipamentos, controle tecnológico, gestão automatizada de processos e treinamento constante da equipe”, afirma Lucas Carpenedo, sócio diretor da CCL Concreto.

A parceria com a Construtora Alegretense e a Pedra Rosada Mineração garante a integração de tecnologia, experiência e agregados minerais de alto padrão, reforçando o compromisso conjunto com obras públicas e privadas que impulsionem o desenvolvimento regional.

Além de movimentar a economia, a implantação da unidade vai gerar empregos diretos e indiretos, fortalecer a cadeia da construção civil e ampliar a competitividade de Alegrete no cenário estadual.

A liderança local já começou a receber currículos para motoristas, operadores de máquinas pesadas e funções administrativas pelo WhatsApp (55)99909-9810.

Com seriedade e visão de futuro, a CCL Concreto se estabelece em Alegrete, inaugurando um novo momento para o setor e para a comunidade local.

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