Marília Mendonça é a primeira brasileira com 10 bilhões de streams no Spotify
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Marília Mendonça é a primeira brasileira com 10 bilhões de streams no Spotify

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Foto: @mariliamendoncacantora/Instagram

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A icônica Marília Mendonça conquistou mais um feito histórico em sua carreira póstuma. Ela se tornou a primeira brasileira a atingir a impressionante marca de 10 bilhões de streams no Spotify. Um recorde inédito que destaca o legado musical deixado pela artista.

O anúncio foi feito pelo Spotify em suas redes sociais, celebrando o marco significativo alcançado pela cantora. “O legado dela será eterno e as músicas jamais deixarão de ser cantadas”, compartilhou a plataforma.

Este não é o primeiro recorde que Marília Mendonça alcança na plataforma de streaming. No ano passado, ela conquistou o segundo lugar entre as artistas mulheres brasileiras mais tocadas no Spotify Brasil.

Marília Mendonça, conhecida como a “Rainha da Sofrência”, faleceu em 5 de novembro de 2021, em um trágico acidente aéreo, no auge de sua carreira. Seu legado perdura através de sua música e de seus fiéis fãs.

Uma arte divulgada nas redes do Spotify celebra o feito, mostrando Marília com uma coroa e o recorde ao seu lado: “Primeira artista brasileira a atingir 10 bilhões de streams no Spotify”.

Além do recorde de streams, Marília também emplacou sucessos recentes. Sua música “Leão” está há impressionantes 500 dias consecutivos no Top 200 Músicas diárias do Spotify e foi a segunda mais escutada no Brasil em 2023.

Os feitos de Marília Mendonça vão além. Por três anos consecutivos (2019, 2020 e 2021), ela foi a artista mais escutada no Spotify no Brasil. E em novembro do ano passado, seu álbum póstumo “Decretos Reais” conquistou uma estatueta do Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja, um reconhecimento póstumo à sua brilhante carreira.

O legado de Marília Mendonça continua vivo e inspirando milhões de fãs ao redor do mundo.

Fonte: Só notícia boa

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Mundo

Beatles recebem novas indicações ao Grammy após 28 Anos

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Foto: Instagram/ The Beatles
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Os Beatles receberam suas primeiras indicações ao Grammy Awards desde 1997 na sexta-feira (8). A banda foi nomeada em duas categorias pela música “Now and Then”, competindo em “Gravação do Ano” ao lado de artistas contemporâneos como Beyoncé, Taylor Swift e Billie Eilish, e também em “Melhor Performance de Rock”.

Essas indicações marcam as primeiras para os Beatles desde o final dos anos 90, quando ganharam três Grammys em 1997. Referida por Paul McCartney como “a última música dos Beatles”, “Now and Then” foi escrita pelo falecido John Lennon, que morreu em 1980. A faixa apresenta vocais originais de Lennon gravados em 1970 e preservados com o uso de inteligência artificial.

“Now and Then” também conta com novos instrumentos tocados por McCartney e Ringo Starr, os dois únicos Beatles sobreviventes, além de gravações de guitarra de George Harrison dos anos 90, que morreu em 2001. A primeira vitória dos Beatles no Grammy foi em 1965, na 7ª edição da premiação, quando ganharam como Artista Revelação de 1964 e Melhor Performance Vocal por um Grupo com “A Hard Day’s Night”.

Em 1968, eles ganharam o prêmio de Álbum do Ano pelo icônico “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”. Até hoje, a banda já acumulou sete Grammys.

Além dos Beatles, outros roqueiros clássicos dos anos 60 também foram indicados ao Grammy deste ano. Os Rolling Stones receberam uma indicação na categoria de Melhor Álbum de Rock por “Hackney Diamonds”, lançado em 2023.

Liderados pelos membros originais Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood, os Stones já ganharam três Grammys, sendo o mais recente em 2018 por “Blue & Lonesome” na categoria de Melhor Álbum de Blues Tradicional. A primeira indicação deles foi em 1978 por “Some Girls”, nomeado para Álbum do Ano.

Fonte: CNN Brasil

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Geral

Três anos sem Marília Mendonça: uma retrospectiva da Rainha da Sofrência

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Foto: Divulgação
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A cantora Marília Mendonça já acumulava mais de 10 anos de carreira musical, tanto como intérprete quanto como compositora, quando morreu em um acidente de avião aos 26 anos, em 2021. Nesta terça-feira (5), completam-se três anos desde o trágico evento. Sua trajetória foi marcada por grandes sucessos, prêmios, recordes e lançamentos que deixaram uma marca significativa na história do gênero sertanejo e no movimento do feminejo, onde se destacou como um dos principais expoentes, ganhando o apelido de Rainha da Sofrência.

Início da Carreira

Wander Oliveira, fundador da Work Show, escritório de gerenciamento de carreiras artísticas, e primeiro empresário de Marília, contou em entrevista ao canal de YouTube de André Piunti que ela o contatou ainda adolescente com uma coletânea de músicas.

“O disco tinha dez músicas gravadas, todas autorais. Eu achei que a música não tinha uma qualidade comercial tão grande, mas para uma menina de 13 anos era um fenômeno”, disse.

Apesar de inicialmente não investir na carreira de cantora de Marília, Oliveira a contratou como compositora, pagando um salário de cerca de R$ 3 mil. Quando ele decidiu lançá-la como cantora, o sucesso foi imediato.

“Eu sempre tive muita certeza da Marília, porque ela era muito acima da média […] era muito diferente”, comentou Oliveira. Em seu segundo show, na capital de Goiás, Marília ficou nervosa e não conseguiu terminar de cantar “Alô Porteiro”, mas o público continuou cantando e a aplaudiu de pé, mostrando que ela estava destinada ao sucesso.

Carreira Musical

Marília Mendonça lançou seu primeiro EP em 2014, com faixas como “Alô Porteiro”, “O Que Falta em Você Sou Eu” e “Sentimento Louco”. Nos anos seguintes, colaborou com artistas consagrados do sertanejo, incluindo Henrique & Juliano e Gusttavo Moura & Rafael. Ao longo de sua carreira, lançou sete álbuns, 11 EPs e dezenas de singles.

Além de cantora, Marília também foi uma compositora prolífica, com 335 obras musicais e 444 gravações cadastradas no banco de dados do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). Maiara, da dupla com Maraisa, revelou que há mais de 30 músicas compostas com Marília que ainda não foram lançadas.

Reconhecimento Póstumo

Após sua morte, foram lançados três EPs do projeto “Decretos Reais”, com músicas gravadas antes do acidente. Entre elas, estão os sucessos “Te Amo Demais”, “Morango do Nordeste” e “Leão”, uma parceria com o rapper Xamã. Em 2023, “Leão” foi uma das músicas mais tocadas nos shows realizados no Brasil, segundo o Ecad.

Seu álbum póstumo, “Decretos Reais”, lançado em maio de 2023, ganhou o Grammy Latino de 2023 na categoria de Melhor Álbum de Música Sertaneja.

“Lembramos e falamos dela todos os dias e sempre desenhamos projetos para ela. Se eu disser que a vida voltou ao normal, é mentira. Esse vazio vai existir para sempre, essa lacuna vai estar sempre ali”, concluiu Wander Oliveira.

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Curiosidades

Linkin Park retorna com nova formação e novo álbum após sete anos da perda de Chester Bennington

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portal plural sete anos após a dolorosa perda de chester bennington, o linkin park surpreende o mundo com seu retorno. a icônica banda anunciou uma nova formação, com emily armstrong, do dead sar
Foto: Divulgação
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Sete anos após a dolorosa perda de Chester Bennington, o Linkin Park surpreende o mundo com seu retorno. A icônica banda anunciou uma nova formação, com Emily Armstrong, do Dead Sara, assumindo o papel de co-vocalista principal ao lado dos membros originais Mike Shinoda, Brad Delson, Joe Hahn e Dave Farrell.

A morte de Chester Bennington deixou um vazio imenso, mas a nova era do Linkin Park promete ser emocionante, com o lançamento do álbum inédito, “From Zero”, e uma turnê mundial.

Durante uma apresentação emocionante, a banda revelou seu novo single, “The Emptiness Machine”, e revisitou clássicos que marcaram gerações, como “Crawling” e “Numb”.

Emily Armstrong, visivelmente emocionada, expressou a honra de se juntar à banda e a importância de honrar o legado de Chester Bennington.

Fonte: O Fuxico

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