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Como a sua marca pode ter uma comunicação mais inclusiva?

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Volkswagen lança cartilha com regras de diversidade dando um novo passo para trabalhar a inclusão na companhia. Confira 7 dicas para estar mais próximo do seu cliente

 

A Volkswagen lançou uma cartilha com regras de diversidade para os fornecedores. A fabricante de automóveis estabelece regras que devem ser seguidas por toda a sua rede de concessionárias. Dentre as recomendações estão: evitar expressões e atitudes machistas, racistas, homofóbicas, dentre outras formas de preconceito. O objetivo é incluir todo tipo de consumidor, independente de gênero, raça, faixa etária, orientação sexual, aparência ou deficiência.

Esse movimento já é global e crescente entre as grandes marcas. Outro exemplo vem da Avon que passou a incluir diferentes personas em suas campanhas para tornar suas campanhas mais inclusivas. A comunicação ao público externo, no entanto, é apenas uma ponta do que a diversidade deve ser para uma marca.

Essa inclusão deve começar corporativamente. Uma pesquisa feita pela Mappit e a consultoria CKZ Diversidade mostrou que 15% afirmaram já ter visto atributos físicos sendo abordados de maneira pejorativa em comunicados empresariais, 14% apontaram o mesmo problema com relação à orientação sexual e 11%, ao gênero.

Os entrevistados foram convidados a analisar se há um movimento de inclusão nas comunicações de sua organização e 46% relataram um aumento no número de mulheres e 38% no de pessoas pretas representadas pelas ações. Já 18% dos respondentes acreditam que nada mudou. A maioria (63%), no entanto, considera que as empresas em que trabalham se preocupam com a diversidade na hora de selecionar palestrantes, desenvolver eventos e conferências.

A comunicação inclusiva é um atributo que reforça a marca e seu posicionamento. Nos tempos atuais, em que todos estão atentos a quem de fato tem a essência da diversidade – e não apenas em discurso -, ser reconhecida por essa capacidade vale muito mais do que uma campanha de sucesso.

Veja abaixo dicas para tornar sua comunicação inclusiva:

Não reproduzir estereótipos: lembrar que homens e mulheres podem exercer as mesmas tarefas ou que pais e mães também são responsáveis por filhos é um exemplo.

Não utilizar expressões que possam representar barreiras e preconceitos: termos como denegrir, inveja branca, da cor do pecado, homossexualismo devem parar de serem usados por reproduzirem discursos preconceituosos. Utiliza-los na comunicação mostra uma marca que não estudou o significado por trás delas e o peso histórico desse vocabulário nos grupos aos quais representa.

Estar atento aos canais: eles devem ser acessíveis a todas as pessoas. Pessoas com deficiência ou idosos podem ter fácil acesso a essa comunicação? Se não, ela não é para todos.

Estar atento à mensagem: uma linguagem difícil de entender, jargões ou termos em inglês coloca de fora pessoas com baixa escolaridade e pessoas que não falam outro idioma sem ser o português.

Estar atento ao layout: utilizar nas imagens pessoas reais e plurais como existem na sociedade. Retratar seu cliente na comunicação faz ele se sentir reconhecido.

Legende sua comunicação: vídeos devem conter legendas, descrições para quem não pode enxergar de modo que todos possam compreender a mensagem.

Eventos inclusivos: ter palestrantes plurais que tenham uma comunicação real com diversos grupos agrega valor a um evento, já que trazem visões diferentes e pontos de vista que possam acrescentar algo de novo ao seu público. Dar voz a especialistas negros, índios, deficientes ou trans mostra que a empresa de fato está voltada à diversidade. Além disso, um evento inclusivo envolve também a parte logística e de intérprete de libras, tradutor e vídeos legendados.

 

FONTE: MUNDO MARKETING

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Estudo mostra que é possível reverter envelhecimento em ratos com proteína de células humanas

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Uma pesquisa realizada na China conseguiu reverter o envelhecimento em ratos e pode marcar o início do desenvolvimento de medicamentos antienvelhecimento, explicam os pesquisadores

. Os pesquisadores conseguiram estender em até quatro meses a vida dos animais e com qualidade, já que eles tiveram melhora na capacidade cognitiva e física.

No estudo, os pesquisadores focaram em uma molécula chamada miR-302b, que pode ajudar a retardar o processo de envelhecimento. Trata-se de um microRNA, um pequeno fragmento de RNA não codificado, envolvido na regulação genética.Para isso, utilizaram células-tronco embrionárias humanas cultivadas em laboratório.

Nos testes, foram utilizados camundongos vivos com idades entre 20 e 25 meses, equivalentes a cerca de 60 a 70 anos em humanos. Eles foram divididos em três grupos: o primeiro recebeu exossomos humanos normais, o segundo, exossomos carregados com miR-302b, e o grupo de controle recebeu apenas soro. Os testes foram realizados ao longo de dois anos.

Os ratos que receberam os tratamentos em vez da solução salina viveram cerca de 4 meses a mais, em média.

Além disso, eles recuperaram o cabelo que havia se tornado ralo, atingiram um peso maior, conseguiram se equilibrar em uma haste giratória por mais tempo, entre outros resultados positivos em testes de capacidade física.

Fonte: G1

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Anvisa determina que animais não precisarão mais ser usados em testes de vacinas

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Foto: Divulgação
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) introduziu um novo método na 7ª edição da Farmacopeia Brasileira, que substitui o uso de animais nos testes de segurança de medicamentos injetáveis e vacinas. Essa mudança é um marco importante na redução de experimentos com animais e representa um avanço significativo para a causa da proteção animal.

A Farmacopeia Brasileira é o código oficial que define os padrões de qualidade para medicamentos, insumos farmacêuticos e produtos de saúde no país. O novo método, agora incluído na publicação da Anvisa, é baseado em células humanas e chama-se “Teste de Ativação de Monócitos (MAT)”.

Bianca Marigliani, Estrategista Sênior de Pesquisa e Toxicologia da Humane Society International (HSI) Brasil, comemorou a inclusão do MAT na Farmacopeia, destacando que essa ação reforça o compromisso do Brasil em substituir os métodos obsoletos que envolvem animais, como o teste para liberação de vacinas e outros medicamentos.

O MAT é uma alternativa eficaz ao antigo Teste de Pirogênio em Coelhos (RPT), desenvolvido na década de 1950, e é capaz de detectar pirogênios – substâncias que podem causar febre – com mais precisão, refletindo melhor as reações do corpo humano. Com isso, coelhos não serão mais necessários para os testes de avaliação de segurança de vacinas e outros medicamentos injetáveis.

Essa mudança segue o reconhecimento do MAT pelo CONCEA em 2019 e coloca o Brasil alinhado com países como os da Europa, Índia, China e Japão, que já utilizam o método. Além de contribuir para a segurança dos pacientes, essa iniciativa também representa um avanço importante no bem-estar animal e no alinhamento regulatório global para testes de biofármacos e vacinas.

Fonte: Só notícia boa

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Papai Noel com síndrome de Down representa a solidariedade em bairro do RS afetado por enchentes

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Foto: Divulgação
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Em um bairro de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, um Papai Noel com síndrome de Down tem sido um símbolo de união e esperança para a comunidade de Galópolis. A região foi severamente atingida pelos deslizamentos de terra durante as enchentes de maio, que causaram mortes e deixaram muitas famílias fora de casa.

No bairro, moradores criaram a “Magia de Natal no Vale Iluminado”, com diversas atrações, e Jonas Echer, um metalúrgico de 36 anos com síndrome de Down, é o responsável por ouvir os pedidos das crianças. Apaixonado pelo Natal desde sempre, Jonas sempre sonhou em ser o Papai Noel.

Durante as noites de Natal, Jonas, com seu sorriso acolhedor, recebe as crianças na casa do Papai Noel. Ele se dedica a atender com carinho cada pedido. Para Jonas, esses pedidos e o carinho das crianças são uma verdadeira fonte de alegria. “Eu amo ser Papai Noel! Isso enche meu coração de felicidade”, afirma ele.

Galópolis, localizada a 12 km do centro de Caxias do Sul, é uma região histórica, que surgiu com a imigração italiana e se desenvolveu em torno de uma fábrica de tecelagem, fundada em 1892. O nome do bairro é uma homenagem ao empresário italiano Ércole Galló. Além das decorações natalinas, os moradores também enfeitaram os prédios e, um deles transformou o carro em um trenó, conduzindo um passeio pelo vale iluminado.

Fonte: G1

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