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Aquecimento global vai parar na Justiça: crescem casos de litigância climática contra desmatadores

Quando assumiu a chefia da Procuradoria Nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente (Pronaclima) em janeiro de 2023, órgão criado no primeiro dia do governo Lula, Mariana Barbosa Cirne enfrentou o desafio de mudar a atuação da União nos casos de litigância climática. Em vez de apenas responder a ações judiciais, como ocorria até então, a nova estratégia da Advocacia-Geral da União (AGU) passou a priorizar a propositura de ações contra grandes desmatadores, colocando o governo no polo ativo dos processos.
O número de ações judiciais relacionadas à litigância climática no Brasil cresceu 147% entre 2017 e 2022. Essas ações buscam responsabilizar governos, empresas e indivíduos por atividades que contribuem para o aquecimento global. Durante o governo Jair Bolsonaro, a União foi alvo de diversas ações, mas, no último ano, a AGU iniciou um movimento para reverter esse cenário. Um marco dessa nova abordagem é a ação civil pública movida pela AGU contra um pecuarista no Amazonas, acusado de desmatar e queimar 5,6 mil hectares da Floresta Amazônica entre 2003 e 2016. Essa ação, instaurada em setembro de 2023, pede R$ 292 milhões em compensação financeira pelos danos climáticos, o maior valor já reivindicado pela AGU em casos do tipo.
O Papel do Brasil na Litigância Climática
No Brasil, a principal fonte de emissões de gases de efeito estufa não é o uso de energia, como ocorre em muitos países, mas o desmatamento. As mudanças no uso da terra representam 48,3% das emissões nacionais, frequentemente relacionadas à agropecuária, que por sua vez é responsável por 26,6% das emissões. Esse perfil único torna o desmatamento e a agropecuária os principais alvos das ações climáticas no país.
Para Mariana Cirne, o governo tem optado por uma estratégia mais direcionada, focando em casos emblemáticos e no cálculo do custo social do carbono para embasar as ações. A abordagem visa evitar confusões entre danos ambientais e climáticos, que demandam reparações distintas. “Quando unimos os temas, muitas vezes há interpretações equivocadas”, explica Cirne.
Litigância Climática em Expansão
O Brasil já registra cerca de 80 ações de litigância climática, segundo levantamento do grupo Juma, da PUC-Rio. Esse número tende a crescer, dada a intensificação dos impactos das mudanças climáticas e a conscientização jurídica sobre o tema. Casos envolvendo desmatamento para agropecuária lideram as iniciativas, seguindo uma tendência mundial de responsabilização por emissões de carbono.
Na prática, ações como a que tramita no Amazonas detalham o impacto das infrações. No caso citado, além de liberar 901 toneladas de gases de efeito estufa, o desmatamento eliminou a capacidade de absorção de carbono da floresta. A AGU argumenta que o dano é duplo e afeta gerações futuras.
Desafios e Expectativas
A quantificação de danos climáticos ainda é um ponto controverso nos tribunais, o que motivou a proposta de um protocolo no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para orientar os juízes. Até o momento, cinco votos já foram registrados a favor do texto, que pode padronizar decisões e dar maior efetividade às ações.
A procuradora-chefe da Pronaclima reforça que o objetivo das ações não é arrecadar dinheiro, mas desincentivar o desmatamento. “Queremos árvores, não dinheiro”, afirma Cirne, destacando que o bloqueio de bens dos infratores tem sido uma ferramenta eficaz para mudar comportamentos.
Perspectivas Futuras
Especialistas preveem que o número de ações climáticas pode aumentar à medida que o Brasil avance na regulamentação de metas de redução de emissões de carbono. Uma vez estabelecidos limites claros, será mais fácil para o Judiciário responsabilizar empresas, governos locais e indivíduos.
Mariana Cirne adianta que a Pronaclima planeja expandir suas ações para além da Amazônia, incluindo casos no Cerrado, outro bioma crucial para o equilíbrio ambiental. “Nossa atuação não ficará limitada. Queremos reforçar a mensagem de que o combate ao desmatamento é essencial para enfrentar a crise climática”, conclui.
Fonte: Estadão
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Pesquisa indica que, em média, uma pessoa faz sexo cerca de 52 vezes por ano

As mulheres que fazem sexo menos de uma vez por semana podem ter mais probabilidade de morrer cedo do que aquelas que se envolvem em relações sexuais com maior frequência, é o que sugere um novo estudo feito nos Estados Unidos. Além disso, os pesquisadores também notaram que o sexo mais frequente reduz as chances de morte precoce em homens e mulheres com depressão.
No artigo, os autores comentaram que a atividade sexual é importante para a saúde cardiovascular geral dos humanos, possivelmente devido à redução da variabilidade da frequência cardíaca e ao aumento do fluxo sanguíneo. “Usando as descobertas do nosso estudo, podemos inferir que a atividade sexual pode melhorar a perda de função que pode ocorrer com a idade e a progressão da doença”, disseram os investigadores.
A importância da vida sexual
Para chegar a qualquer conclusão, os pesquisadores analisaram dados de 14.542 indivíduos dos EUA registrados como parte de uma pesquisa nacional de saúde feita entre 2005 e 2010. No total, 2.267 participantes forneceram detalhes sobre suas vidas sexuais, com 94,4% deles afirmando terem relações pelo menos uma vez por mês. Além disso, 38,4% responderam fazer sexo mais de uma vez por semana.
Estudos anteriores já indicavam que os norte-americanos médios faziam sexo 54 vezes por ano — o que se aproxima de uma vez por semana. Então, os pesquisadores decidiram classificar as pessoas entre aquelas com alta e baixa frequência sexual, dependendo se tinham relações acima ou abaixo dessa média.
No geral, mulheres com baixa frequência sexual tinham 1,7 vezes mais probabilidade de morrer por qualquer causa até o final de 2015 do que aquelas com vidas sexuais mais agitadas. Apesar de não encontrar a mesma resposta em homens, os pesquisadores ficaram surpresos ao observar que a relação sexual parecia ter um efeito direto no impacto da depressão para a saúde de ambos os sexos.
Efeitos benéficos
Mesmo após ajustar fatores de risco, como obesidade, idade avançada e status socioeconômico, os autores chegaram a conclusão de que pessoas que sofriam de pressão tinham cerca de três vezes mais probabilidade de morrer durante um período de baixa frequência sexual.
Fonte: Mega Curioso.
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Donos da globo ficam 16 bilhões mais ricos em 2024 segundo a forbes

O patrimônio dos donos do Grupo Globo disparou R$ 16 bilhðes, cerca de US$ 2,8 bilhões, no último ano, segundo divulgou a revista Forbes. A empresa pertence a João Roberto Marinho, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho. Juntos, eles possuem uma fortuna de US$ 9 bilhões, cerca de R$ 51 bilhões.
No ranking de 2024, os três proprietários da Globo tinham um patrimônio total de US$ 6,2 bilhões (R$ 35,4 bilhões). Porém, mesmo com a alta do dólar em relação ao real, o patrimônio da família Marinho cresceu cerca de 45% em um ano.
A Forbes divulgou que cada filho de Roberto Marinho, fundador da emissora Rede Globo, possui uma fortuna de US$ 3 bilhões, cerca de R$ 17 bilhões. A família, contudo, não é apenas dona do canal de televisão, eles são proprietários do portal g1, Globoplay, emissoras de rádio (como CBN e Rádio Globo), editora de livros, jornais e revistas impressas, além da produtora Globo Filmes.
O filho mais velho de Roberto Marinho, o Roberto Irineu Marinho também é proprietário da Fazenda Sertãozinho, que produz o café gourmet Orfeu.
Valor total do ativo de Globo cresce em 2024
A Forbes não detalhou qual calculo foi realizado para determinar o patrimônio da família Marinho. O último levantamento divulgado pelo Grupo Globo mostra que o total do ativo da companhia também cresceu.
Em 2023, a Globo possuia R$ 27 bilhões em ativos, valor que subiu para R$ 30,9 bilhões em 2024.
O lucro líquido do Grupo Globo mais que dobrou no último ano, de R$ 838 milhões em 2023 para R$ 1,9 bilhão em 2024. A companhia registra o lucro depois de uma grande reestruturação, que contou com a venda de ativos e demissão de atores, diretores, autores, produtores. apresentadores e profissionais de outras funções.
Além disso, a Globo também pode ter sido beneficiada com a mudança do governo federal. A gestão Luiz Inácio Lula da Silva tem investido em publicidade nas empresas do grupo. Como mostrou Oeste, na soma de 2023 e 2024, o governo repassou mais de R$ 300 milhões para 0 conglomerado de mídia.
Segundo dados da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o valor destinado pelo governo Lula ao Grupo
Globo supera o montante de R$ 177 milhões que o Palácio do Planalto enviou à companhia durante a Presidência de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Fonte: Revista Oeste.
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Igreja Batista Filadélfia realiza bazar com preços acessíveis no dia 12 de abril

A Igreja Batista Filadélfia de Santa Rosa promove no próximo sábado, dia 12 de abril, a 2ºedição do bazar solidário do projeto “Mãos Que Servem”, com uma proposta que une solidariedade, economia e cuidado com a comunidade.
O evento acontece das 9h às 14h, nas dependências da igreja, e contará com uma grande variedade de peças de roupas infantis, juvenis e adultas, todas em ótimo estado de conservação.
O destaque do bazar é o preço fixo de R$ 5,00 para a maioria dos itens. Além disso, haverá uma sessão especial com peças selecionadas com valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 30, oferecendo opções acessíveis para todos os gostos e necessidades.
Essa é a segunda edição do bazar, que já se consolidou como uma importante ação social da Igreja Batista Filadélfia. A iniciativa faz parte do projeto “Mãos Que Servem”, que visa atender pessoas em situação de vulnerabilidade e promover a solidariedade por meio do voluntariado.
O evento também marca uma data especial para a comunidade: neste mês de abril, a Igreja Batista Filadélfia completa 72 anos de história em Santa Rosa, reforçando seu compromisso com o serviço cristão e o apoio à população local.
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