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Entenda a situação da ‘família imperial’ no Brasil

A morte de Dom Antônio de Orleans e Bragança, o “príncipe imperial do Brasil”, na sexta-feira (8), reacendeu uma antiga questão: os descendentes de Dom Pedro II ainda podem ser considerados uma Família Imperial no Brasil, com títulos e tradições? Esse debate persiste desde que o Brasil se tornou uma República, há 135 anos.
Para alguns historiadores, ter parentesco com a Princesa Isabel (filha de Dom Pedro II) não garante privilégios na sociedade, pois essa condição não é reconhecida pelo Estado brasileiro. “Os títulos de nobreza foram abolidos com a República. A família mantém a tradição, mas não existe reconhecimento oficial pelo Estado. Eles usam os títulos, mas sem efeito prático”, explica Marcus Dezemone, professor de História do Brasil da UFF e Uerj.
Por outro lado, alguns estudiosos afirmam que famílias imperiais podem manter seus títulos, mesmo em uma república. “Uma família imperial continua sendo reconhecida como uma dinastia, mesmo sem exercer o poder, sendo respeitada por outras famílias reais ao redor do mundo”, diz Astrid Beatriz Bodstein, historiadora especializada em monarquia.
Após a Proclamação da República, em 1889, dois decretos foram promulgados: um banindo Dom Pedro II e seus descendentes do Brasil e outro extinguindo os títulos de nobreza. A proibição de permanência foi revogada em 1920, e a extinção dos títulos, em 1991, por Fernando Collor. Em 1993, um plebiscito perguntou aos brasileiros sobre o sistema de governo, e 66% dos eleitores escolheram a República, enquanto 10,25% preferiram a monarquia.
A disputa entre os ramos de Petrópolis e Vassouras
A linha sucessória da Família Imperial é um ponto de divergência, até mesmo entre os descendentes da Princesa Isabel, que teve três filhos: Dom Antônio, que morreu sem descendência; Dom Pedro Alcântara, iniciador do Ramo de Petrópolis; e Dom Luís Gastão, que deu origem ao Ramo de Vassouras. Atualmente, a chefia do Ramo de Petrópolis está com Dom Pedro Carlos de Orleans e Bragança. Com a morte de Dom Antônio, Dom Rafael, do Ramo de Vassouras, passa a ser reconhecido como príncipe imperial, mas a chefia da dinastia permanece com Dom Pedro Carlos.
Família real ou imperial?
A história do Brasil registra a chegada da família real portuguesa em 1808, fugindo das invasões napoleônicas. A independência, em 1822, deu início ao período imperial do país, que durou até 1889. No entanto, o Brasil adotou o título de “imperial” em vez de “real”, pois o chefe de Estado era um imperador, e não um rei.
Privilégios e laudêmio
Na monarquia, os membros da família real costumam ser sustentados pelo Estado, mas isso não ocorre com os descendentes de Dom Pedro II no Brasil. Eles também não recebem o laudêmio – um antigo direito de propriedade – pelo título, mas sim por possuírem a terra onde o imposto incide, como explica o professor Marcus Dezemone.
Hoje, segundo a historiadora Astrid Bodstein, os membros da família imperial estão inseridos na sociedade, com ocupações e funções como qualquer cidadão. Para ela, seu papel atual é representar a história do Brasil Império e servir como exemplos de valores como cidadania e ética.
Quem foi Dom Antônio?
Dom Antônio, bisneto da Princesa Isabel e trineto de Dom Pedro II, era engenheiro e aquarelista. Levou uma vida discreta e, após a morte de seu irmão Dom Luís, passou a representar a Família Imperial nos últimos três anos. Aos 74 anos, deixou sua esposa, Dona Christine, três filhos e dois netos. Dom Antônio também foi pai de Pedro Luís, que faleceu em 2009, aos 26 anos, no acidente do voo 447 da Air France.
Fonte: G1
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Pesquisa indica que, em média, uma pessoa faz sexo cerca de 52 vezes por ano

As mulheres que fazem sexo menos de uma vez por semana podem ter mais probabilidade de morrer cedo do que aquelas que se envolvem em relações sexuais com maior frequência, é o que sugere um novo estudo feito nos Estados Unidos. Além disso, os pesquisadores também notaram que o sexo mais frequente reduz as chances de morte precoce em homens e mulheres com depressão.
No artigo, os autores comentaram que a atividade sexual é importante para a saúde cardiovascular geral dos humanos, possivelmente devido à redução da variabilidade da frequência cardíaca e ao aumento do fluxo sanguíneo. “Usando as descobertas do nosso estudo, podemos inferir que a atividade sexual pode melhorar a perda de função que pode ocorrer com a idade e a progressão da doença”, disseram os investigadores.
A importância da vida sexual
Para chegar a qualquer conclusão, os pesquisadores analisaram dados de 14.542 indivíduos dos EUA registrados como parte de uma pesquisa nacional de saúde feita entre 2005 e 2010. No total, 2.267 participantes forneceram detalhes sobre suas vidas sexuais, com 94,4% deles afirmando terem relações pelo menos uma vez por mês. Além disso, 38,4% responderam fazer sexo mais de uma vez por semana.
Estudos anteriores já indicavam que os norte-americanos médios faziam sexo 54 vezes por ano — o que se aproxima de uma vez por semana. Então, os pesquisadores decidiram classificar as pessoas entre aquelas com alta e baixa frequência sexual, dependendo se tinham relações acima ou abaixo dessa média.
No geral, mulheres com baixa frequência sexual tinham 1,7 vezes mais probabilidade de morrer por qualquer causa até o final de 2015 do que aquelas com vidas sexuais mais agitadas. Apesar de não encontrar a mesma resposta em homens, os pesquisadores ficaram surpresos ao observar que a relação sexual parecia ter um efeito direto no impacto da depressão para a saúde de ambos os sexos.
Efeitos benéficos
Mesmo após ajustar fatores de risco, como obesidade, idade avançada e status socioeconômico, os autores chegaram a conclusão de que pessoas que sofriam de pressão tinham cerca de três vezes mais probabilidade de morrer durante um período de baixa frequência sexual.
Fonte: Mega Curioso.
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Donos da globo ficam 16 bilhões mais ricos em 2024 segundo a forbes

O patrimônio dos donos do Grupo Globo disparou R$ 16 bilhðes, cerca de US$ 2,8 bilhões, no último ano, segundo divulgou a revista Forbes. A empresa pertence a João Roberto Marinho, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho. Juntos, eles possuem uma fortuna de US$ 9 bilhões, cerca de R$ 51 bilhões.
No ranking de 2024, os três proprietários da Globo tinham um patrimônio total de US$ 6,2 bilhões (R$ 35,4 bilhões). Porém, mesmo com a alta do dólar em relação ao real, o patrimônio da família Marinho cresceu cerca de 45% em um ano.
A Forbes divulgou que cada filho de Roberto Marinho, fundador da emissora Rede Globo, possui uma fortuna de US$ 3 bilhões, cerca de R$ 17 bilhões. A família, contudo, não é apenas dona do canal de televisão, eles são proprietários do portal g1, Globoplay, emissoras de rádio (como CBN e Rádio Globo), editora de livros, jornais e revistas impressas, além da produtora Globo Filmes.
O filho mais velho de Roberto Marinho, o Roberto Irineu Marinho também é proprietário da Fazenda Sertãozinho, que produz o café gourmet Orfeu.
Valor total do ativo de Globo cresce em 2024
A Forbes não detalhou qual calculo foi realizado para determinar o patrimônio da família Marinho. O último levantamento divulgado pelo Grupo Globo mostra que o total do ativo da companhia também cresceu.
Em 2023, a Globo possuia R$ 27 bilhões em ativos, valor que subiu para R$ 30,9 bilhões em 2024.
O lucro líquido do Grupo Globo mais que dobrou no último ano, de R$ 838 milhões em 2023 para R$ 1,9 bilhão em 2024. A companhia registra o lucro depois de uma grande reestruturação, que contou com a venda de ativos e demissão de atores, diretores, autores, produtores. apresentadores e profissionais de outras funções.
Além disso, a Globo também pode ter sido beneficiada com a mudança do governo federal. A gestão Luiz Inácio Lula da Silva tem investido em publicidade nas empresas do grupo. Como mostrou Oeste, na soma de 2023 e 2024, o governo repassou mais de R$ 300 milhões para 0 conglomerado de mídia.
Segundo dados da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o valor destinado pelo governo Lula ao Grupo
Globo supera o montante de R$ 177 milhões que o Palácio do Planalto enviou à companhia durante a Presidência de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Fonte: Revista Oeste.
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Igreja Batista Filadélfia realiza bazar com preços acessíveis no dia 12 de abril

A Igreja Batista Filadélfia de Santa Rosa promove no próximo sábado, dia 12 de abril, a 2ºedição do bazar solidário do projeto “Mãos Que Servem”, com uma proposta que une solidariedade, economia e cuidado com a comunidade.
O evento acontece das 9h às 14h, nas dependências da igreja, e contará com uma grande variedade de peças de roupas infantis, juvenis e adultas, todas em ótimo estado de conservação.
O destaque do bazar é o preço fixo de R$ 5,00 para a maioria dos itens. Além disso, haverá uma sessão especial com peças selecionadas com valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 30, oferecendo opções acessíveis para todos os gostos e necessidades.
Essa é a segunda edição do bazar, que já se consolidou como uma importante ação social da Igreja Batista Filadélfia. A iniciativa faz parte do projeto “Mãos Que Servem”, que visa atender pessoas em situação de vulnerabilidade e promover a solidariedade por meio do voluntariado.
O evento também marca uma data especial para a comunidade: neste mês de abril, a Igreja Batista Filadélfia completa 72 anos de história em Santa Rosa, reforçando seu compromisso com o serviço cristão e o apoio à população local.
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