Sabe o que é ‘orbiting’? Conheça o novo pesadelo da geração Z nos apps de namoro
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Sabe o que é ‘orbiting’? Conheça o novo pesadelo da geração Z nos apps de namoro

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Foto: Ricardo Lima/Estadão

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Para a geração Z (nascidos entre 1995 e 2010), conceitos como “attachment style,” “love bombing,” e “breadcrumbing” transformaram a vida amorosa em um jogo de estratégia e sobrevivência.

As redes sociais e aplicativos de namoro não só intensificaram tendências como o “ghosting”, mas também introduziram novas dinâmicas para quem busca o amor. Um exemplo recente é o “orbiting” (ou orbitar, em português).

Benjamin Camras, conhecido como “The Flirt Coach” para seus 262 mil seguidores no TikTok, define o fenômeno como a situação em que um ex-namorado, ex-paquera ou interesse romântico continua conectado a você pela internet, mas deixa de se envolver diretamente em suas atividades online.

“Um de vocês, ou ambos, estão observando um ao outro. Assistem às histórias, olham as postagens, mas não deixam uma pegada digital, exceto pelas visualizações registradas,” explica Camras. “Você não dá likes, não comenta, não manda mensagens privadas, apenas observa.”

Se você já se conectou com um parceiro nas redes sociais, é provável que tenha experimentado o “orbiting”. Embora comum e não necessariamente negativo, esse fenômeno pode causar ansiedade, especialmente entre os jovens. Pelo menos um aplicativo de namoro, o Hinge, está explorando essa tendência para entender as complexidades do namoro online para a geração Z.

Para gerações anteriores, que se conectavam principalmente por ligações telefônicas fixas, o foco no comportamento online pode parecer absurdo. Contudo, para a geração Z, imersa na comunicação digital, as normas das redes sociais moldam suas percepções. Por exemplo, atrasos nas respostas de texto podem ser interpretados como falta de interesse, e respostas deliberadamente tardias podem ser usadas para parecerem desinteressadas ou misteriosas.

Uma das perguntas mais frequentes que Camras recebe como coach de relacionamentos é sobre o afastamento de alguém após um ótimo primeiro encontro, enquanto continua a acompanhar suas histórias online.

“A pessoa se distancia, mas continua assistindo suas histórias. Você manda uma mensagem direta e ela não responde, mas continua ativa online,” diz ele. Esses sinais, no entanto, muitas vezes não resultam em informações produtivas.

Sabrina Zohar, coach de relacionamentos online com quase 900 mil seguidores no TikTok, argumenta que as redes sociais levam muitos jovens a interpretarem sinais sem significado real. Acompanhar a atividade de alguém pode provocar uma “queda de dopamina e alta de cortisol”, levando a narrativas ilusórias, destaca ela.

A pressão de entender e responder a esses sinais tornou-se esmagadora para a geração Z, que agora evita aplicativos de namoro por considerá-los inautênticos. Em resposta, aplicativos como o Hinge estão tentando compreender as novas formas de comunicação digital.

Em fevereiro, o Hinge mencionou a “linguagem corporal digital” em um novo relatório chamado DATE (Data, Advice, Trends, and Expertise), que estudou os hábitos de namoro da geração Z. Essa linguagem refere-se a sinais sutis e não verbais, como “emojis, pontuação, duração da mensagem e tempo de resposta”.

Embora possam parecer triviais, esses sinais são importantes, segundo o relatório. Dois em cada três usuários do Hinge observam o tempo de resposta das mensagens para avaliar o interesse da outra pessoa. Três em cada quatro consideram iniciar uma conversa um claro sinal de interesse.

O relatório do Hinge ajuda a geração Z a interpretar a linguagem corporal digital, explicando, por exemplo, que pedir para transferir a conversa para outro aplicativo pode ser um “sinal de interesse” e que enviar memes sem marcar um encontro “não diz muito sobre o que a pessoa pensa sobre o relacionamento”.

Implicações para Aplicativos de Namoro

A adaptação para atrair gerações mais jovens é crucial para os aplicativos de namoro, mas também indica que esses serviços estão começando a entender seus efeitos psicológicos sobre os jovens adultos.

Pessoas apaixonadas sempre foram obsessivas, diz Zohar. Mas agora, as ferramentas para manter alguém preso em um ciclo são abundantes.

“Você fica empolgado quando publica aquele Storie. Mal pode esperar para ver se sua paixão o vê. Quando ela não entra em contato, você se pergunta o que mais pode fazer para chamar a atenção dessa pessoa,” diz Zohar. “Você tenta controlar as outras pessoas, mas o necessário é estabelecer limites se não é bom que essa pessoa esteja orbitando em torno de você.”

O desafio de navegar o mundo dos relacionamentos digitais continua a evoluir, impulsionado pela tecnologia e pelas expectativas das novas gerações.

Fonte: Estadão

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Pesquisa indica que, em média, uma pessoa faz sexo cerca de 52 vezes por ano

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As mulheres que fazem sexo menos de uma vez por semana podem ter mais probabilidade de morrer cedo do que aquelas que se envolvem em relações sexuais com maior frequência, é o que sugere um novo estudo feito nos Estados Unidos. Além disso, os pesquisadores também notaram que o sexo mais frequente reduz as chances de morte precoce em homens e mulheres com depressão.

No artigo, os autores comentaram que a atividade sexual é importante para a saúde cardiovascular geral dos humanos, possivelmente devido à redução da variabilidade da frequência cardíaca e ao aumento do fluxo sanguíneo. “Usando as descobertas do nosso estudo, podemos inferir que a atividade sexual pode melhorar a perda de função que pode ocorrer com a idade e a progressão da doença”, disseram os investigadores.

 

A importância da vida sexual

Para chegar a qualquer conclusão, os pesquisadores analisaram dados de 14.542 indivíduos dos EUA registrados como parte de uma pesquisa nacional de saúde feita entre 2005 e 2010. No total, 2.267 participantes forneceram detalhes sobre suas vidas sexuais, com 94,4% deles afirmando terem relações pelo menos uma vez por mês. Além disso, 38,4% responderam fazer sexo mais de uma vez por semana.

Estudos anteriores já indicavam que os norte-americanos médios faziam sexo 54 vezes por ano — o que se aproxima de uma vez por semana. Então, os pesquisadores decidiram classificar as pessoas entre aquelas com alta e baixa frequência sexual, dependendo se tinham relações acima ou abaixo dessa média.

No geral, mulheres com baixa frequência sexual tinham 1,7 vezes mais probabilidade de morrer por qualquer causa até o final de 2015 do que aquelas com vidas sexuais mais agitadas. Apesar de não encontrar a mesma resposta em homens, os pesquisadores ficaram surpresos ao observar que a relação sexual parecia ter um efeito direto no impacto da depressão para a saúde de ambos os sexos.

 

Efeitos benéficos

Mesmo após ajustar fatores de risco, como obesidade, idade avançada e status socioeconômico, os autores chegaram a conclusão de que pessoas que sofriam de pressão tinham cerca de três vezes mais probabilidade de morrer durante um período de baixa frequência sexual.

 

Fonte: Mega Curioso.

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Donos da globo ficam 16 bilhões mais ricos em 2024 segundo a forbes

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O patrimônio dos donos do Grupo Globo disparou R$ 16 bilhðes, cerca de US$ 2,8 bilhões, no último ano, segundo divulgou a revista Forbes. A empresa pertence a João Roberto Marinho, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho. Juntos, eles possuem uma fortuna de US$ 9 bilhões, cerca de R$ 51 bilhões.

No ranking de 2024, os três proprietários da Globo tinham um patrimônio total de US$ 6,2 bilhões (R$ 35,4 bilhões). Porém, mesmo com a alta do dólar em relação ao real, o patrimônio da família Marinho cresceu cerca de 45% em um ano.

A Forbes divulgou que cada filho de Roberto Marinho, fundador da emissora Rede Globo, possui uma fortuna de US$ 3 bilhões, cerca de R$ 17 bilhões. A família, contudo, não é apenas dona do canal de televisão, eles são proprietários do portal g1, Globoplay, emissoras de rádio (como CBN e Rádio Globo), editora de livros, jornais e revistas impressas, além da produtora Globo Filmes.

O filho mais velho de Roberto Marinho, o Roberto Irineu Marinho também é proprietário da Fazenda Sertãozinho, que produz o café gourmet Orfeu.

 

Valor total do ativo de Globo cresce em 2024

A Forbes não detalhou qual calculo foi realizado para determinar o patrimônio da família Marinho. O último levantamento divulgado pelo Grupo Globo mostra que o total do ativo da companhia também cresceu.

Em 2023, a Globo possuia R$ 27 bilhões em ativos, valor que subiu para R$ 30,9 bilhões em 2024.

O lucro líquido do Grupo Globo mais que dobrou no último ano, de R$ 838 milhões em 2023 para R$ 1,9 bilhão em 2024. A companhia registra o lucro depois de uma grande reestruturação, que contou com a venda de ativos e demissão de atores, diretores, autores, produtores. apresentadores e profissionais de outras funções.

Além disso, a Globo também pode ter sido beneficiada com a mudança do governo federal. A gestão Luiz Inácio Lula da Silva tem investido em publicidade nas empresas do grupo. Como mostrou Oeste, na soma de 2023 e 2024, o governo repassou mais de R$ 300 milhões para 0 conglomerado de mídia.

Segundo dados da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o valor destinado pelo governo Lula ao Grupo
Globo supera o montante de R$ 177 milhões que o Palácio do Planalto enviou à companhia durante a Presidência de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.

 

Fonte: Revista Oeste.

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Igreja Batista Filadélfia realiza bazar com preços acessíveis no dia 12 de abril

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A Igreja Batista Filadélfia de Santa Rosa promove no próximo sábado, dia 12 de abril, a 2ºedição do bazar solidário do projeto “Mãos Que Servem”, com uma proposta que une solidariedade, economia e cuidado com a comunidade.

O evento acontece das 9h às 14h, nas dependências da igreja, e contará com uma grande variedade de peças de roupas infantis, juvenis e adultas, todas em ótimo estado de conservação.

O destaque do bazar é o preço fixo de R$ 5,00 para a maioria dos itens. Além disso, haverá uma sessão especial com peças selecionadas com valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 30, oferecendo opções acessíveis para todos os gostos e necessidades.

Essa é a segunda edição do bazar, que já se consolidou como uma importante ação social da Igreja Batista Filadélfia. A iniciativa faz parte do projeto “Mãos Que Servem”, que visa atender pessoas em situação de vulnerabilidade e promover a solidariedade por meio do voluntariado.

O evento também marca uma data especial para a comunidade: neste mês de abril, a Igreja Batista Filadélfia completa 72 anos de história em Santa Rosa, reforçando seu compromisso com o serviço cristão e o apoio à população local.

 

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