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Vítima de feminicídio no noroeste do RS tinha medida protetiva em vigor

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Foto: Reprodução.
Apesar de contar com medida protetiva que impedia que o ex-companheiro se aproximasse, isso não foi suficiente para impedir que a vida de Janaína Linck Guedes, 22 anos, fosse ceifada, nesta quarta-feira (08).
Não é a primeira vez que, inclusive na região, medidas protetiva não são suficientes para impedir tais crimes. E, mesmo em uma cidade que possui Patrulha Maria da Penha, tal fato ocorre com uma certa frequência, deixando um percepção de fragilidade do sistema.

SEPARAÇÃO

Do relacionamento com o assassino, janaíne teve três filhos e, recentemente acabou se separando, visto as constantes agressões que sofria, e foi morar com a mãe.
Um dos filhos, a menina, tem 7 meses de idade e outros dois meninos, de 5 e 6 anos

DIA DE PRESSÃO

De acordo com pessoas próximas a Janaína, durante praticamente toda a manhã, o ex-companheiro ligou para ela, pois gostaria de marcar um encontro para conversar sobre os filhos.
Ao deixar o trabalho e retornar para casa da mãe, onde passou a morar após a separação, em frente a Escola Francisca Lencina, houve o encontro fatal, com o ex desferindo os golpes mortais em janaína. Não há informações se, antes desse fato, houve alguma conversa.

ÚLTIMA POSTAGEM

Na madrugada do dia do crime, Janaína fez sua última postagem em rede social, cuja mensagem falava de “dias difíceis” e agradecia a Deus pelos “livramentos e cuidados”.
Texto: Portal RD
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