Tecnologia
Vai ter carregador sim! Procon notifica Apple

Nesta quarta-feira (2), o Procon-SP, entidade de proteção ao consumidor, afirmou que vai exigir que a Apple forneça carregadores aos clientes que compraram o smartphone iPhone 12 – ou que apresente um plano de revisão do valor do produto e de recolhimento e reciclagem dos carregadores antigos.
A entidade já havia notificado a Apple na última quinta-feira (29), pedindo que a empresa de tecnologia americana explicasse os motivos para a venda dos novos modelos do iPhone 12 sem o carregador.
Segundo o Procon, a Apple informou que, como já existem muitos desses carregadores no mundo, os novos não são utilizados em geral. A decisão teria como objetivo ajudar a reduzir a emissão de carbono e o lixo eletrônico.
Para o órgão, porém, a explicação é incoerente e insuficiente. Segundo o Procon, o consumidor tem a expectativa de que não só o iPhone apresentará melhor performance, como também o adaptador de energia (carregamento do aparelho mais rápido e seguro). O órgão ainda ressalta que o dispositivo é peça essencial para o uso do produto.
“A Apple não demonstra em sua resposta que o uso de adaptadores antigos não possa comprometer o processo de carregamento e segurança do procedimento, tampouco que o uso de carregadores de terceiros não será usado como recusa para eventual reparo do produto durante a garantia legal ou contratual”, disse o Procon-SP em nota.
Na avaliação de Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP, a Apple é obrigada a oferecer carregadores a clientes que pedirem o acessório. “É incoerente fazer a venda do aparelho desacompanhado do carregador, sem rever o valor do produto e sem apresentar um plano de recolhimento dos aparelhos antigos, reciclagem etc.”, afirma Capez.
Apesar de informar que, ao retirar os carregadores da caixa, promoveria redução da emissão de carbono, de mineração e uso de materiais preciosos, na avaliação do órgão, a empresa não demonstra esse ganho ambiental. Para o Procon, a Apple falha ao não apresentar nenhuma ação sobre uma possível aplicação de logística reversa de recolhimento dos aparelhos e adaptadores antigos para reciclagem e descarte adequado, o que impactaria na proteção ao meio ambiente.
“Ao deixar de vender o produto sem o carregador alegando redução de carbono e proteção ambiental, a empresa deveria apresentar um projeto de reciclagem. O Procon-SP vai exigir que a Apple apresente um plano viável”, acrescenta Capez.
Apple Brasil ainda não se manifestou sobre a nova exigência do Procon-SP até o momento da publicação desta reportagem.
Fonte Infomoney
Tecnologia
Justiça do Trabalho gaúcha registra aumento no número de ataques hackers

O TRT4 (Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região), com sede em Porto Alegre, registrou um aumento significativo no número de ataques cibernéticos efetivos – aqueles que geram algum impacto nos sistemas – entre 2022 e 2024.
Enquanto 12 incidentes foram contabilizados em 2022 e 13 em 2023, o número saltou para 19 em 2024. No entanto, o diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações da Corte, André Farias, ressaltou que o volume de tentativas de ataques virtuais registrado diariamente é muito maior.
“Centenas de milhares de tentativas de ações maliciosas são registradas todos os dias, 24 horas por dia, todas devidamente bloqueadas pelos sistemas de segurança da informação”, afirmou Farias.
“O número, a complexidade e o poder danoso dos ataques têm aumentado cada vez mais ao longo dos anos”, disse o diretor, destacando a importância de manter sistemas robustos e atualizados para conter essas ameaças.
Somente entre 11 e 21 de novembro de 2024, os sistemas do tribunal bloquearam um robô (programa automatizado) que disparou 183 milhões de requisições ao sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). Frente ao avanço dos ataques hackers, o TRT4 tem intensificado a sua defesa cibernética.
Os ataques hackers mais frequentes enfrentados pela Justiça do Trabalho gaúcha são varreduras de rede, phishing e negação de serviço distribuído (DDoS, na sigla em inglês).
As varreduras de rede tentam identificar vulnerabilidades nos sistemas para futuras explorações. O phishing busca capturar credenciais de usuários ou induzi-los a executar programas maliciosos (softwares prejudiciais). Já os ataques DDoS visam sobrecarregar os sistemas e indisponibilizar o acesso a serviços digitais, como o PJe e o site do TRT4.
A origem dos ataques, muitas vezes, é mascarada por meio de técnicas que dificultam a identificação dos agressores. Contudo, investigações apontaram ações de organizações criminosas internacionais altamente especializadas.
Fonte: O Sul.
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