Através das redes sociais, um dos líderes do movimento, gravou um vídeo convocando outros voluntários a irem para as ruas enfrentar os criminosos.
“E aí, rapaziada de Copacabana, qual vai ser? Vamos deixar os caras fazer o que querem aqui no nosso bairro mesmo? Cadê a nossa rapaziada de 2015 que botou esses caras pra correr? E aí? Vai esperar ser o nosso pai, o nosso avô, teu pai, alguém da tua família? Tomar um soco na cara e ficar por isso mesmo, ninguém fazer nada? Polícia não pode fazer nada, prende e solta”, afirmou em um trecho.
A iniciativa ocorreu após a repercussão do assalto e da agressão sofrida pelo comerciante Marcelo Rubim Benchimol, de 67 anos, no último sábado (2). O idoso estava a caminho da academia, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, altura da Rua Dias da Rocha, quando percebeu que uma mulher estava sendo assaltada por um bando.
Ele foi tentar intervir e acabou levando um soco e caindo ao chão desacordado. Após a queda, os criminosos reviraram os bolsos de Marcelo e conseguiram levar um celular. Com o rosto ainda machucado, ele prestou depoimento na delegacia de Ipanema na segunda-feira (4), mas afirmou que não confia no fim desse tipo de crime no Rio de Janeiro.
Circulam imagens cedidas pela empresas de segurança, que tem acordo firmado com as polícias Civil e Militar, que mostram que o grupo que assaltou Marcelo em Copacabana já tinha realizado outro assalto, no Arpoador, também na zona sul, no mesmo dia.
Os suspeitos também agrediram as vítimas, que, na ocasião, eram duas mulheres.
Fonte: CNN.