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Queda no número de inadimplentes é a maior desde junho de 2020, revela indicador da Serasa

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O ano de 2024 começa com uma boa notícia para o sistema de crédito do país: o número de consumidores que não conseguem pagar suas contas apresentou a segunda queda consecutiva no último mês do ano passado. Mais do que isso, o Mapa de Inadimplência e Renegociação de Dívidas da Serasa registrou em dezembro a maior redução em três anos e meio e a segunda maior em cinco anos: queda maior, somente a de junho de 2020, de 1,2 milhão de pessoas.

Mesmo com a redução esperançosa, o endividamento ainda é alto no país, com 71,1 milhões de CPFs nessa situação. De acordo com o Mapa, o valor total de dívidas em dezembro chegou à soma de R$ 367 bilhões, o que significa uma dívida média de R$ 5.174,62 por pessoa endividada – redução de 1,70% em relação ao valor de novembro (R$ 5.263,99).

Números de inadimplentes tem leve recuo no RS

No RS, 38,73% da população está inadimplente, número que corresponde a 3,5 milhões de pessoas, que juntas devem mais de R$ 19, 1 bilhões. O mês de dezembro registro uma pequena queda na inadimplência, considerando que em novembro o percentual era de 39,46%. O ticket médio de dívidas por inadimplente é de R$ 5.437,78. Também no Estado, 50,1% dos inadimplentes são do sexo masculino e o maior percentual de devedores tem entre 41 e 60 anos (34,3%).

Em Porto Alegre, são 517.616 inadimplentes que devem R$ 3.351 milhões. O Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas da Serasa aponta ainda que os débitos com bancos e cartões são os mais comuns entre os consumidores gaúchos (29,48%). As dívidas relacionadas a contas básicas, como luz, água e gás representam 19,86% das pendências e os serviços 15,94%.

Faixa etária e segmento das dívidas

Entre as faixas etárias, os maiores inadimplentes de dezembro tinham entre 41 e 60 anos (35%), seguidos pela população de 26 a 40 anos (34,2%) e por pessoas acima de 60 anos (18,7%). O motivo da maior parte das dívidas continua concentrado em quatro setores: bancos e cartões (27,92%), contas básicas de água, luz e gás (24,04%), financeiras (16,85%) e o setor de varejo (11,07%).

Fonte: Assessoria Serasa
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