Pesquisadores da UFPel preveem pico de enchente em Pelotas entre segunda e quarta-feira
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Pesquisadores da UFPel preveem pico de enchente em Pelotas entre segunda e quarta-feira

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Foto: Divulgação/ Prefeitura de Pelotas

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A Região Sul do Estado está se preparando para a chegada de uma grande quantidade de água, resultante da descida das águas do Guaíba para a Lagoa dos Patos, e posteriormente para o mar. Todas as previsões meteorológicas e movimentos hídricos, bem como as orientações relacionadas à evacuação, resgate e outras medidas relacionadas às enchentes da região, especialmente de Pelotas, são emitidas a partir da Sala de Situação no 9º Batalhão de Infantaria Motorizada (9°BIMtz).

Dentre as equipes envolvidas está um grupo de pesquisadores de modelagem matemática da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), responsável por prever o escoamento das águas. Eles utilizaram um modelo computacional desenvolvido nos Estados Unidos, amplamente empregado internacionalmente para prever inundações. A pesquisadora Daniela Buske explica que essas simulações fornecem estimativas do volume de água que atingirá Pelotas e região, considerando a vazão da água desde Porto Alegre até a foz da Laguna dos Patos e prevendo os dias de maior inundação.

No último sábado (11), os pesquisadores apresentaram às autoridades e às forças de segurança dados que indicam a mudança da classificação da área da Vila Farroupilha, inicialmente classificada como área de alerta, para área de risco – de laranja para vermelho.
Além disso, forneceram informações sobre datas específicas, como de segunda (13) a quarta-feira (15), quando é esperado um aumento significativo do volume de água em Pelotas através da Lagoa dos Patos.

O processo de obtenção de cada simulação pode levar até 12 horas, devido à capacidade computacional e à necessidade de análise minuciosa de todo o cenário. “Dedicamos horas à simulação para obter os resultados atuais e determinar o tempo restante até a chegada do principal volume de água, a grande vazão, à nossa região, especialmente em Pelotas”, explica a pesquisadora.

Fonte: O Bairrista

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Frio avança e muda o tempo no Rio Grande do Sul

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A entrada de uma massa de ar frio derruba as temperaturas no Rio Grande do Sul a partir desta quinta-feira (3). O tempo segue fechado em grande parte do estado, com previsão de pancadas de chuva na Grande Porto Alegre, Serra, Missões e Norte. Em algumas cidades, a chuva pode ser intensa, acompanhada de rajadas de vento e risco de temporais isolados. Já em outras regiões, o tempo começa a firmar ao longo do dia.

Em Santa Rosa, a quinta-feira será de muitas nuvens, mas com momentos de abertura de sol e possibilidade de chuva rápida. Os termômetros variam entre 20°C e 25°C.

Na sexta-feira (4), a chegada do ar frio se intensifica, derrubando as mínimas para 14°C, enquanto as máximas não devem passar dos 20°C em algumas localidades. O sábado (5) promete amanhecer ainda mais frio, com mínima de 11°C e máxima de 23°C.

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Clima/Tempo

Chuvas em Tuparendi: março registra 141 mm de precipitação

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Tuparendi registrou um total de 141 mm de chuva ao longo do mês de março de 2025, segundo informações enviadas pelo seguidor Iraldino Gaviraghi. A precipitação foi distribuída em quatro principais momentos ao longo do mês.

No dia 9 de março, a cidade recebeu 20 mm de chuva. Posteriormente, no dia 27, houve um acumulado significativo de 75 mm. No dia 29, mais 15 mm foram registrados, e para finalizar o mês, no dia 31 de março, a precipitação alcançou 31 mm.

Esses números mostram um volume considerável de chuvas em Tuparendi, refletindo a variabilidade climática da região. As precipitações são essenciais para a agricultura local e o abastecimento de água, mas também demandam atenção para evitar problemas como alagamentos e erosão do solo.

Continuaremos acompanhando as condições meteorológicas da região e convidamos nossos leitores a compartilharem suas observações sobre o clima na cidade.

 

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Clima/Tempo

Primeiras massas de ar Polar já tem data para ocorrer

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Próximo do dia 12 de abril e 04 de maio que massas chegarão ao Estado

Análise dos prognósticos de médio e longo prazo já dão sinais de quando o frio mais forte poderá chegar ao Brasil. O outono climático até agora registrou grande variabilidade térmica o que é normal no começo da estação de transição. A primeira semana do mês de março foi escaldante e nas demais houve refresco. Massas de ar seco já proporcionaram manhãs frias em partes do sul do Brasil. Tanto que a primeira geada do ano já ocorreu.

A pergunta é quando o frio mais amplo e generalizado irá chegar ao Brasil?

No prognóstico de outono a MetSul já apontou que o outono terá temperatura acima da média histórica em grande parte do território Nacional. Em contrapartida isso não significa ausência total de dias com frio, que naturalmente ocorrem nessa época do ano. Em março até agora a menor temperatura registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia na capital gaúcha foi 16,4°C no dia 14.

Finalmente com base nas análises das saídas gráficas dos modelos matemáticos para os próximos 45 dias algumas informações interessantes apresentam sinais importantes da variabilidade da temperatura nas próximas semanas.

Aí redor do dia 12 de abril e posterior a isso no começo de maio, por volta do dia 04. Como resultado concluímos que nessas duas datas, especialmente, há potencial para a ocorrência de incursão de massa de ar de origem polar que poderá impactar, sobretudo, partes do Centro e Sul do país.

Não será um período prolongado de frio, e terá elevação em seguida.

Nesse sentido, é provável que ocorra mudança brusca de temperatura com previsão de frio significativo por um curto período tanto em abril quanto em maio.

Se esse frio irá provocar a formação somente no curto prazo será possível prever. Se ocorrerá as primeiras marcas negativas de temperatura, também só será possível prever no curto prazo.

É importante ressaltar que os prognósticos poderão mudar, justamente por se tratar do outono, mas é bom indicativo que teremos a predominância de dias amenos e até quentes, alternado com curtos de períodos de frio, os quais poderão ser pontualmente intensos.

Agora ondas de frio, com períodos superiores a 5 dias de marcas muito baixas de temperatura, pelos prognósticos atuais é mais provável que só ocorram mesmo no inverno climático. As projeções sustentam a projeção inicial de um outono de 2025 mais quente que o normal. Apesar disso, curtos de frio irão ocorrer dentro da estação.



Fonte Metsul Meteorologia.

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