A partir desta quinta-feira (11), o projeto Celular Seguro estará completamente operacional, conforme anunciado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O projeto atingiu a marca de mais de um milhão de cadastros de usuários e desempenha um papel fundamental no combate a roubos e furtos de celulares. Na quarta-feira (10), a operadora Claro iniciou o bloqueio de linhas de dispositivos com base nos alertas do Programa Celular Seguro.
Em menos de duas semanas desde o lançamento até 1º de janeiro deste ano, o Celular Seguro alcançou a marca de 750.135 celulares registrados, incluindo 692.571 pessoas de confiança. Mais de sete mil alertas de usuários sobre a perda de aparelhos já foram recebidos pela ferramenta.
Ao emitir um alerta por meio do programa, as vítimas de furto cadastradas terão suas contas bancárias bloqueadas, seja através do computador ou de outros dispositivos. O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou que até fevereiro, as empresas de telefonia também realizarão o corte das linhas.
No caso de roubo ou furto, as vítimas podem bloquear seus dispositivos móveis e aplicativos digitais, sem limites para o cadastro de números, desde que vinculados ao CPF do titular da linha para efetuar o bloqueio.
Cada pessoa registrada no Celular Seguro pode indicar contatos de confiança autorizados a realizar bloqueios, caso o titular tenha seu celular roubado, furtado ou extraviado. A própria vítima também pode bloquear o aparelho por meio do site, usando um computador.
Após o registro de perda, roubo ou extravio do celular, bancos e instituições financeiras participantes do projeto bloquearão as contas, enquanto as empresas de telefonia realizarão o corte das linhas.
O Celular Seguro é uma ferramenta de ação rápida para bloqueio de dispositivos móveis e digitais em casos de perda, furto ou roubo, mas não oferece a opção de desbloqueio. Se o usuário emitir um alerta e recuperar o telefone posteriormente, será necessário solicitar o desbloqueio entrando em contato com a operadora e os bancos.
Fonte: CNN Brasil