NACIONAL
O TST mantém condenação de uma família por prática de trabalho análogo à escravidão.

A denúncia originou-se de notificação do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos em junho de 2020, sobre violência e maus tratos a uma idosa
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve a sentença contra uma família em São Paulo acusada de submeter uma empregada doméstica a condições de trabalho similares à escravidão por mais de duas décadas. A decisão da 2ª Turma do TST determinou o pagamento de R$ 350 mil por danos morais e R$ 200 mil por danos morais coletivos, além dos direitos trabalhistas desde 1998, desconsiderando a prescrição quinquenal comum em casos trabalhistas, diante da natureza do direito violado.
A denúncia, que motivou a ação do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Defensoria Pública da União (DPU), originou-se de uma notificação do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos em junho de 2020, sobre violência e maus tratos sofridos por uma idosa no endereço dos acusados. A diligência autorizada pela 53ª Vara do Trabalho de São Paulo resultou no encontro da empregada por parte do MPT, a qual foi localizada em condições precárias e sem salário regular.
Durante a inspeção, constatou-se que a mulher estava isolada num espaço sem condições adequadas e sem acesso às chaves do imóvel principal. Relatos indicam que ela trabalhava para a família desde 1998 sem o devido registro e que, nos últimos anos, vivenciou atrasos salariais significativos, chegando a períodos sem qualquer remuneração.
Durante, foi relatado que a trabalhadora teve o acesso ao banheiro negado e sofreu agressões físicas pelo patrão, com testemunhos de vizinhos sobre o descaso dos empregadores, inclusive em um episódio de queda em que não lhe foi prestado socorro.
Após o resgate, a trabalhadora se recusou a ser encaminhada para um abrigo governamental, optando por ficar sob os cuidados de um vizinho para não se separar do animal de estimação da residência, sendo este sua referência afetiva. Conforme apontado pelo MPT, a subsistência da idosa estava dependente unicamente do apoio da comunidade local.
Fonte: O Antagonista
NACIONAL
“Não adianta Trump ficar gritando de lá, porque aprendi a não ter medo de cara feia”, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (11) as decisões do presidente americano Donald Trump de provocar uma guerra comercial no mundo e disse que o País precisa ser respeitado.
As falas foram proferidas em Minas Gerais, durante a inauguração do Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Híbrida Flex e anúncio de contratações da Stellantis.
“A economia vai continuar crescendo, vamos continuar gerando emprego, a inflação vai baixar, fizemos a maior política tributária que esse País viu na história e todo mundo vai ganhar. Não adianta o Trump ficar gritando de lá, porque eu aprendi a não ter medo de cara feia. Fale manso comigo, fale com respeito comigo, que eu aprendi a respeitar as pessoas e quero ser respeitado. É assim que vamos governar esse País”, afirmou o presidente.
As tarifas de 25% sobre o preço do aço e alumínio entram em vigor nesta quarta-feira, 12, e devem afetar empresas brasileiras que exportam para os Estados Unidos.
Além disso, Lula afirmou que o Brasil não quer ser maior que ninguém, mas não aceita ser menor. “Queremos ser iguais.”
Fonte: O Sul.
[mailpoet_form id="1"]NACIONAL
Redes sociais só continuarão a operar no Brasil se seguirem legislação, diz Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quarta-feira (8) que as redes sociais só poderão continuar atuando no Brasil caso respeitem as leis vigentes no país, independentemente de “bravatas de dirigentes irresponsáveis”. As informações são do portal g1.
Nesta semana, a Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou o encerramento do programa de verificação de fatos, começando pelos Estados Unidos. A empresa passará a adotar as “notas de comunidade”, ferramenta em que os próprios usuários fazem correções, similar ao recurso implementado pelo X, de Elon Musk.
— Aqui no Brasil, a Justiça Eleitoral e o STF já demonstraram que é uma terra que tem lei. As redes sociais não são terra sem lei. No Brasil, (as redes sociais) só continuarão a operar se respeitarem a legislação brasileira. Independentemente de bravatas de dirigentes irresponsáveis das big techs — declarou.
Durante o mesmo discurso, Moraes falou sobre o papel das redes sociais nos ataques antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, quando extremistas invadiram e depredaram as sedes dos três poderes, em Brasília. A fala ocorreu durante cerimônia em alusão aos dois anos dos atentados, na sede do Supremo.
O ministro destacou que as plataformas digitais contribuíram para a disseminação de discursos de ódio e movimentações golpistas que culminaram nos ataques.
— Pelo mundo não podemos falar mas, no Brasil, eu tenho absoluta certeza e convicção que o Supremo não vai permitir que as big techs, as redes sociais continuem sendo instrumentalizadas dolosa ou culposamente ou, ainda, somente visando o lucro, para discursos de ódio, nazismo, fascismos, racismo, misoginia, homofobia e discursos antidemocráticos — enfatizou o magistrado.
Em agosto de 2024, Moraes determinou a suspensão do acesso à rede social X no Brasil após a plataforma de Elon Musk descumprir diversas determinações judiciais brasileiras. Em outubro, a rede social cumpriu as normas e voltou a operar no país.
Mudanças
O anúncio das alterações foi feito na terça-feira (7) pelo presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg. Ele alegou que os verificadores de fatos “tem sido muito tendenciosos politicamente e destruíram mais confiança do que criaram”.
Zuckerberg reconheceu que, com o fim da verificação por terceiros, “menos coisas ruins serão percebidas” pela plataforma.
— Mas também vai cair a quantidade de posts e contas de pessoas inocentes que, acidentalmente, derrubamos — afirmou.
Em um vídeo no Instagram, o executivo afirmou que a empresa trabalhará com Donald Trump, que assumirá a presidência dos Estados Unidos no próximo dia 20.
Principais mudanças anunciadas pela Meta:
- Fim das parcerias com verificadores de fatos (“fact-checking”) e da equipe interna dedicada à moderação de postagens;
- Alteração nos filtros de verificação, que passarão a focar em violações legais e de alta gravidade;
- Dependência de denúncias de usuários para casos de menor gravidade, antes de qualquer ação da empresa;
- Possibilidade de usuários adicionarem correções aos posts como complemento ao conteúdo, de forma similar às “notas de comunidade” do X;
- Retorno das recomendações de mais conteúdos políticos no Instagram e no Facebook;
- Transferência da equipe de “confiança, segurança e moderação de conteúdo” da Califórnia para o Texas, nos Estados Unidos.
Fonte: GZH.
[mailpoet_form id="1"]Geral
Incêndios no Brasil aumentam 76% em comparação com 2023

Clima/Tempo6 anos atrásFrio e gelo pode atingir o Brasil já em abril
Uncategorized6 anos atrásIsadora Heinrich é localizada viva em cativeiro
Destaque6 anos atrás94 empresas já anunciam fechamento em Santa Rosa
Uncategorized6 anos atrásGrave acidente na RS 344 em Santa Rosa
Destaque6 anos atrásAtenção para não ser multado na Argentina
Destaque6 anos atrásPaciente com suspeita de coronavirus em Santa Rosa
Uncategorized6 anos atrásCorpo de homem é encontrado sem vida
- Curiosidades6 anos atrás
Por que pessoas de cabelos ruivos e olhos azuis são raras?

















































