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Nariz sangrando, olhos lacrimejando, pigarro e mais: os impactos do clima seco e da baixa umidade na saúde
Agosto é normalmente um mês mais seco, e neste ano, está ainda mais crítico devido ao aumento das queimadas e focos de incêndio na Amazônia, a maior floresta tropical do mundo.
Além dos impactos globais, a fumaça, combinada com a falta de chuva, afeta a saúde das pessoas, agravando a baixa umidade do ar.
Quando a umidade relativa do ar atinge níveis não recomendados ou perigosos, como abaixo de 30%, 20%, e especialmente abaixo de 12%, os efeitos negativos na saúde humana se tornam ainda mais evidentes. Além de outros problemas, como vermelhidão e lacrimejamento dos olhos, que podem servir como porta de entrada para infecções.
Se a situação é difícil para adultos, é ainda mais complicada para crianças e idosos, que têm menos autocuidado e menos autonomia para se proteger de ambientes nocivos.
“Eles se hidratam menos e bebem menos água. As crianças, com o sistema imunológico ainda em desenvolvimento, precisam de maior atenção quanto à hidratação, não apenas com líquidos, mas também para a pele,” explicou um infectologista.
As principais doenças que aparecem nessa época são: rinite alérgica, irritações na pele, faringite, irritações nos olhos e sinusite
Não temos como controlar o clima, mas existem diversas medidas preventivas que preservam a nossa saúde e geram bem-estar, principalmente, quando o tempo está seco. Conheça algumas recomendações relevantes.
- Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar ressecamento;
- beba muita água durante o dia, mesmo que não sinta sede;
- não coloque as mãos na boca, nariz e olhos;
- aproveite o vapor da água do banho para lubrificar as narinas — respire fundo.
Fonte: G1