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‘Itália precisa de profissionais estrangeiros’, diz embaixador em Roma sobre migração de brasileiros

Renato Mosca de Souza, de 58 anos, está em um momento destacado de sua carreira diplomática como embaixador brasileiro em Roma desde setembro. Este ano marca um momento histórico significativo: os 150 anos da imigração italiana no Brasil. O presidente da Itália, Sergio Mattarella, está no Brasil esta semana e, após se encontrar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Brasília, visitará São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e o Rio Grande do Sul.
Em Roma, Souza atua como intermediário com o governo liderado pela premiê Giorgia Meloni, uma figura proeminente da direita europeia. Com a habilidade diplomática característica, ele mediu um encontro bilateral entre Lula e Meloni no mês passado, planejado por ele meses antes.
Antes de assumir o posto em Roma, Souza destacou-se no Itamaraty, ocupando posições como chefe do cerimonial da então presidente Dilma Rousseff e participando de missões permanentes em Washington, Cidade do México, Caracas, Vancouver e na sede da FAO.
Atualmente, ele vive com sua esposa, Luciana, no histórico Palácio Pamphili, sede da Embaixada Brasileira na Itália desde 1920. Em sua biblioteca espaçosa, o embaixador se mantém informado sobre o Brasil, a Europa e o resto do mundo.
Sobre a crescente demanda de brasileiros por passaportes europeus, Souza afirma que a economia italiana precisa de mão de obra estrangeira. Ele está empenhado em facilitar os trâmites de acesso à cidadania e residência no país. “Não faz sentido bloquear o acesso de estrangeiros. A economia italiana precisa desses profissionais”, acrescenta.
Principais trechos da entrevista de Renato Mosca de Souza ao Estadão:
Como se sente ao abrir as comemorações dos 150 anos da imigração italiana no Brasil? Abrimos 2024 com comemorações importantes, celebrando a chegada dos primeiros imigrantes italianos ao Brasil em 21 de fevereiro de 1874. Este é um momento de retomada nas relações entre nossos países, impulsionado pelos 35 milhões de descendentes de italianos no Brasil. A origem italiana da minha família é um fator adicional que me motiva nessa missão.
Como os italianos veem o Brasil? Os brasileiros têm um grande apreço pela Itália, sua cultura, língua e produtos. Muitos consideram viajar para a Itália uma experiência inesquecível. A influência italiana na formação da sociedade e cultura brasileiras é imensa. Os italianos também têm uma visão positiva do Brasil, admirando sua música, futebol e diversidade. Muitos italianos que vêm para o Brasil acabam ficando e começando uma nova vida aqui.
Como estão sendo as celebrações pelos 150 anos da imigração italiana? No dia 21 de fevereiro organizamos um grande jantar com autoridades, empresários e representantes acadêmicos e culturais de ambos os países. Este evento foi uma oportunidade para promover negócios e cooperação bilateral. Também promovemos diversas atividades culturais e iniciativas políticas, econômicas e acadêmicas.
Como interpreta o movimento de brasileiros requerendo cidadania italiana? Este movimento é natural. Há no Brasil quase um milhão de brasileiros com passaporte italiano e milhares na fila para obter a cidadania. A Itália sempre foi receptiva aos estudantes e profissionais brasileiros, que são qualificados e dedicados. No entanto, ainda há barreiras burocráticas e custos de vida que dificultam a mobilidade. Estamos trabalhando para facilitar o acesso dos brasileiros que escolhem esse caminho.
Como avalia as propostas de restrição ao reconhecimento de cidadania italiana? A Itália enfrenta polêmicas sobre imigração, mas restringir o acesso a estrangeiros não faz sentido, dado o declínio demográfico do país. Em 2013, 800 mil crianças ingressaram no sistema educacional, enquanto em 2023, foram apenas 385 mil. A economia italiana precisa de mais profissionais. Além disso, o direito ao reconhecimento de ítalo-descendentes está garantido na Constituição, embora mudanças não sejam fáceis de aprovar.
Como percebeu a lembrança dos pracinhas brasileiros que lutaram na Segunda Guerra em Monte Castello? A memória do heroísmo brasileiro ainda é viva nessas comunidades italianas. O Brasil foi o único país latino-americano a enviar tropas para lutar na Segunda Guerra. As pessoas ainda lembram dos soldados brasileiros como heróis que ajudaram a libertar a Itália do jugo nazista e foram solidários com a população local.
Como é sua interlocução com o governo italiano? Nossa relação bilateral é histórica e temos um diálogo político, econômico e comercial muito produtivo. As visitas de alto nível, como a do presidente Lula e a do presidente Sergio Mattarella, demonstram o ânimo de retomada e intensificação das parcerias. Estamos trabalhando para atrair investimentos, aumentar o intercâmbio comercial e promover a cooperação educacional e científica.
Quais marcas pretende deixar como embaixador? Minha meta é melhorar a vida dos brasileiros, atraindo investimentos, aumentando o intercâmbio comercial e promovendo a cultura brasileira. A diplomacia deve expressar um projeto de país.
Quais são seus planos futuros? Pretendo continuar trabalhando com dedicação pelo Brasil e pelas relações com a Itália, apesar da imprevisibilidade inerente à carreira diplomática.
Fonte: Estadão
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Pesquisa indica que, em média, uma pessoa faz sexo cerca de 52 vezes por ano

As mulheres que fazem sexo menos de uma vez por semana podem ter mais probabilidade de morrer cedo do que aquelas que se envolvem em relações sexuais com maior frequência, é o que sugere um novo estudo feito nos Estados Unidos. Além disso, os pesquisadores também notaram que o sexo mais frequente reduz as chances de morte precoce em homens e mulheres com depressão.
No artigo, os autores comentaram que a atividade sexual é importante para a saúde cardiovascular geral dos humanos, possivelmente devido à redução da variabilidade da frequência cardíaca e ao aumento do fluxo sanguíneo. “Usando as descobertas do nosso estudo, podemos inferir que a atividade sexual pode melhorar a perda de função que pode ocorrer com a idade e a progressão da doença”, disseram os investigadores.
A importância da vida sexual
Para chegar a qualquer conclusão, os pesquisadores analisaram dados de 14.542 indivíduos dos EUA registrados como parte de uma pesquisa nacional de saúde feita entre 2005 e 2010. No total, 2.267 participantes forneceram detalhes sobre suas vidas sexuais, com 94,4% deles afirmando terem relações pelo menos uma vez por mês. Além disso, 38,4% responderam fazer sexo mais de uma vez por semana.
Estudos anteriores já indicavam que os norte-americanos médios faziam sexo 54 vezes por ano — o que se aproxima de uma vez por semana. Então, os pesquisadores decidiram classificar as pessoas entre aquelas com alta e baixa frequência sexual, dependendo se tinham relações acima ou abaixo dessa média.
No geral, mulheres com baixa frequência sexual tinham 1,7 vezes mais probabilidade de morrer por qualquer causa até o final de 2015 do que aquelas com vidas sexuais mais agitadas. Apesar de não encontrar a mesma resposta em homens, os pesquisadores ficaram surpresos ao observar que a relação sexual parecia ter um efeito direto no impacto da depressão para a saúde de ambos os sexos.
Efeitos benéficos
Mesmo após ajustar fatores de risco, como obesidade, idade avançada e status socioeconômico, os autores chegaram a conclusão de que pessoas que sofriam de pressão tinham cerca de três vezes mais probabilidade de morrer durante um período de baixa frequência sexual.
Fonte: Mega Curioso.
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Donos da globo ficam 16 bilhões mais ricos em 2024 segundo a forbes

O patrimônio dos donos do Grupo Globo disparou R$ 16 bilhðes, cerca de US$ 2,8 bilhões, no último ano, segundo divulgou a revista Forbes. A empresa pertence a João Roberto Marinho, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho. Juntos, eles possuem uma fortuna de US$ 9 bilhões, cerca de R$ 51 bilhões.
No ranking de 2024, os três proprietários da Globo tinham um patrimônio total de US$ 6,2 bilhões (R$ 35,4 bilhões). Porém, mesmo com a alta do dólar em relação ao real, o patrimônio da família Marinho cresceu cerca de 45% em um ano.
A Forbes divulgou que cada filho de Roberto Marinho, fundador da emissora Rede Globo, possui uma fortuna de US$ 3 bilhões, cerca de R$ 17 bilhões. A família, contudo, não é apenas dona do canal de televisão, eles são proprietários do portal g1, Globoplay, emissoras de rádio (como CBN e Rádio Globo), editora de livros, jornais e revistas impressas, além da produtora Globo Filmes.
O filho mais velho de Roberto Marinho, o Roberto Irineu Marinho também é proprietário da Fazenda Sertãozinho, que produz o café gourmet Orfeu.
Valor total do ativo de Globo cresce em 2024
A Forbes não detalhou qual calculo foi realizado para determinar o patrimônio da família Marinho. O último levantamento divulgado pelo Grupo Globo mostra que o total do ativo da companhia também cresceu.
Em 2023, a Globo possuia R$ 27 bilhões em ativos, valor que subiu para R$ 30,9 bilhões em 2024.
O lucro líquido do Grupo Globo mais que dobrou no último ano, de R$ 838 milhões em 2023 para R$ 1,9 bilhão em 2024. A companhia registra o lucro depois de uma grande reestruturação, que contou com a venda de ativos e demissão de atores, diretores, autores, produtores. apresentadores e profissionais de outras funções.
Além disso, a Globo também pode ter sido beneficiada com a mudança do governo federal. A gestão Luiz Inácio Lula da Silva tem investido em publicidade nas empresas do grupo. Como mostrou Oeste, na soma de 2023 e 2024, o governo repassou mais de R$ 300 milhões para 0 conglomerado de mídia.
Segundo dados da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o valor destinado pelo governo Lula ao Grupo
Globo supera o montante de R$ 177 milhões que o Palácio do Planalto enviou à companhia durante a Presidência de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Fonte: Revista Oeste.
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Igreja Batista Filadélfia realiza bazar com preços acessíveis no dia 12 de abril

A Igreja Batista Filadélfia de Santa Rosa promove no próximo sábado, dia 12 de abril, a 2ºedição do bazar solidário do projeto “Mãos Que Servem”, com uma proposta que une solidariedade, economia e cuidado com a comunidade.
O evento acontece das 9h às 14h, nas dependências da igreja, e contará com uma grande variedade de peças de roupas infantis, juvenis e adultas, todas em ótimo estado de conservação.
O destaque do bazar é o preço fixo de R$ 5,00 para a maioria dos itens. Além disso, haverá uma sessão especial com peças selecionadas com valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 30, oferecendo opções acessíveis para todos os gostos e necessidades.
Essa é a segunda edição do bazar, que já se consolidou como uma importante ação social da Igreja Batista Filadélfia. A iniciativa faz parte do projeto “Mãos Que Servem”, que visa atender pessoas em situação de vulnerabilidade e promover a solidariedade por meio do voluntariado.
O evento também marca uma data especial para a comunidade: neste mês de abril, a Igreja Batista Filadélfia completa 72 anos de história em Santa Rosa, reforçando seu compromisso com o serviço cristão e o apoio à população local.
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