Na sexta edição da pesquisa Perfil e Comportamento do Endividamento Brasileiro, 90% dos entrevistados relataram sentir vergonha por ter contas em atraso, 86% enfrentaram dificuldades para dormir devido às preocupações com dívidas, e 59% sentiram muita tristeza e medo do futuro. Os principais sinais de alerta incluem alterações no sono e pensamentos ruminativos.
Desânimo, irritabilidade e sentimento de culpa, quando manifestados de forma excessiva, também indicam que o endividamento está afetando a saúde mental. Nesse cenário, a terapia cognitivo-comportamental pode ser especialmente útil, principalmente no controle da impulsividade, característica comum entre os endividados.
Segundo a pesquisa da Serasa, 73% das pessoas com contas em atraso tiveram dificuldades de concentração no trabalho, e 61% sentiram que as dívidas prejudicaram seus relacionamentos com familiares, amigos e parceiros.
Outros comportamentos decorrentes da incapacidade de arcar com as contas incluem isolamento social e privação de momentos de lazer, afetando a qualidade de vida. Por isso, é fundamental buscar apoio de familiares e pessoas de confiança, além de atendimento médico e psicológico. Uma escuta especializada pode ajudar no autoconhecimento, no gerenciamento das emoções, no desenvolvimento de novas percepções e forças para enfrentar os desafios diários.
Fonte: GZH