Em 24 de fevereiro, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou uma “operação militar especial” para defender as “repúblicas” separatistas do Donbass, no leste ucraniano, das quais havia reconhecido a independência. As forças terrestres russas penetram no território ucraniano. No dia 26, o exército russo recebe ordem de intensificar a ofensiva. A União Europeia (UE) anunciou a primeira compra e entrega de armas à Ucrânia. Os ocidentais aplicam sanções econômicas contra a Rússia cada vez mais rígidas.
No dia 28, Moscou confirma a tomada por separatistas pró-russos da localidade chave de Lyman. As forças russas controlam “parte” de Severodonetsk, segundo o governador regional afirmou no dia 31 de maio.
Os líderes da UE chegam a um acordo no dia 30 para reduzir as importações de petróleo russo em cerca de 90% até o final do ano. Depois de impor a mesma medida à Finlândia, Bulgária e Polônia, a russa Gazprom suspende suas entregas de gás para a Holanda no dia 31, diante da recusa de pagamento em rublos.