Os artefatos estavam guardados no depósito de uma residência pelos filhos de um ex-morador, já falecido. Conforme o subcomandante do 29º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Ijuí, Luciano Pavlak, o homem mantinha as granadas como herança do pai, que as trouxe como lembrança da guerra.
A família acionou o Exército ao perceber que os explosivos poderiam ser detonados. No local, a Brigada Militar isolou a área e removeu os artefatos. Uma terceira granada foi localizada durante a operação. Segundo a BM, um morador se aproximou do local e explicou que possuía um objeto similar, afirmando que a granada era um presente. Esse artefato também foi removido.
De acordo com o subcomandante Pavlak, os artefatos precisavam ser acionados para explodir. Para isso, bastava tocar a espoleta — qualquer manuseio incorreto ou queda poderia causar a explosão.
Os três explosivos foram detonados por uma equipe especializada da BM em um local seguro no interior do município.
Fonte: GZH