Além disso, ele revelou planos para a instalação do primeiro Centro Brasileiro de Resiliência Turística no Estado, uma instituição que atenderá todo o País. A ideia é aproveitar a experiência de países caribenhos, como a Jamaica, que desenvolveram habilidades em recuperar infraestruturas após desastres naturais.
Os participantes enfatizaram o potencial turístico da Serra Gaúcha. “Principalmente a América do Sul toda vai para aquela região”, sublinhou Medeiros. O presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo, concordou com a avaliação.
Freixo acrescentou: “Não podemos mais ser pegos de surpresa pelos impactos ambientais. É necessário promover um turismo responsável, que una a agenda climática à geração de emprego e renda”.
Como exemplo, mencionou o “turismo regenerativo” na Região Nordeste, onde turistas podem comprar simbolicamente um coral para ajudar na sua preservação. Posteriormente, esses corais podem ser visitados pelos doadores. Um modelo semelhante é adotado com onças no Pantanal, onde recentemente presenteou simbolicamente uma onça ao Gilberto Gil, sem que o animal fosse levado para casa.
Freixo também destacou a importância de um olhar diferenciado para a Amazônia brasileira, defendendo que a região se torne um destino turístico e de preservação ambiental.
As declarações foram feitas durante uma transmissão promovida por veículos de imprensa, com patrocínio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Serviço Social do Comércio (Sesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e outras entidades.