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Gaúcha guarda coleção com cerca de 1,5 mil Barbies em casa

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Quem entra no apartamento da administradora de empresas Denise Isdra, 55 anos, no bairro Rio Branco, em Porto Alegre, se depara com paredes cobertas por portas de vidro que abrigam Barbies raras, produzidas especialmente para colecionadores. Sem saber exatamente quantos itens fazem parte de sua coleção, a fã estima que tenha cerca de 1,5 mil bonecas espalhadas pelas prateleiras da sala de estar e que seguem pelo quarto e por uma espécie de closet.

A paixão pelo universo da Barbie não tem uma explicação definida. Vestida de rosa para a entrevista, Denise conta que admira o slogan que acompanha a marca, que diz “você pode ser o que quiser”.

— Ela pode ter a profissão que quiser e fazer o que tiver vontade, desde que seja o que ela deseja. Eu faço questão de ter todos os tipos. Tenho a Barbie cadeirante, que é uma mulher poderosa e linda. E todas as rainhas e princesas da África, que também têm um lugar de destaque e, inclusive, tem uma das dez mais raras do mundo — ressalta a colecionadora.

Denise começou a comprar as bonecas há 30 anos, mas a coleção atual iniciou só depois do anos 2000. Isso porque ela havia doado as Barbies que tinha antes, pensando que não faria sentido manter o hobby tendo dois filhos homens.

— Eu dei todas e depois voltei a colecionar. Elas não são para brincar, são como uma pintura na parede, com número e vestidos de grandes estilistas — afirma Denise, que adquire boa parte do acervo pela internet com outros colecionadores.

Sobre a crítica de que Barbie carrega um padrão de corpo inacessível, a administradora faz uma ressalva. Para ela, é preciso entender que a boneca da Mattel jamais poderia ter essas medidas na “vida real”.

— A Barbie não é modelo para ninguém. Ela não pararia em pé e se fosse uma pessoa, teria 1,80 metro, 50 quilos e uma cintura de 41 centímetros. Isso não existe, a Barbie é só uma boneca — defende.

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