Escolas americanas apostam em tecnologia de startup para banir celulares
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Escolas americanas apostam em tecnologia de startup para banir celulares

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Foto: Reprodução

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Martin Russell, professor de história na Richardson High School, no Texas, já ensinou várias vezes sobre a Era Dourada. No entanto, com a implementação de uma política de proibição de celulares em oito escolas do seu distrito, explicar temas como a economia dos monopólios e os “barões ladrões”, como Rockefeller e Vanderbilt, ficou muito mais fácil.

No início das aulas, cerca de 2.800 alunos chegam à escola com suas mochilas abertas e os celulares em mãos. Funcionários posicionados nas cinco entradas do prédio verificam se os aparelhos estão desligados e orientam os alunos a guardarem os dispositivos em bolsas especiais, distribuídas gratuitamente no segundo dia de aula. Essas bolsas, que foram adquiridas pelo distrito escolar, são então lacradas e os celulares permanecem inacessíveis até o fim do dia. Na saída, ímãs especiais, instalados nos portões, permitem que os alunos desbloqueiem as bolsas e recuperem seus celulares.

Russell notou uma mudança significativa no comportamento dos alunos desde a introdução da medida. “Eles estão mais envolvidos, fazem perguntas e participam mais. Não preciso repetir as instruções tantas vezes como antes, quando eles estavam distraídos pelos celulares”, comentou em entrevista à Forbes. Ele também destacou que os alunos agora trabalham mais em equipe e estão menos propensos a tentarem sair da sala de aula.

O Distrito Escolar Independente de Richardson, que conta com 12.000 estudantes do ensino fundamental e médio utilizando essas bolsas, faz parte de um movimento crescente em que escolas e distritos nos EUA estão restringindo o uso de smartphones, não só dentro das salas de aula, mas também em áreas comuns, como corredores, refeitórios e vestiários. Educadores ressaltam a importância de reduzir a exposição a celulares nesses ambientes para promover o aprendizado e o desenvolvimento social e emocional dos adolescentes. A tecnologia mais popular para essa restrição é uma bolsa magnética da startup Yondr, que custa cerca de US$ 30 e foi desenvolvida para criar espaços sem celulares.

“A maioria das pessoas vê o uso de smartphones nas escolas como um problema sem solução, mas queremos mostrar que é possível mudar isso”, disse Graham Dugoni, fundador e CEO da Yondr, à Forbes.

A proibição de celulares em escolas está se espalhando rapidamente em vários estados americanos, à medida que aumentam as preocupações com os efeitos das redes sociais na saúde mental dos jovens. Um estudo de 2023, do Pew Research, revelou que muitos adolescentes afirmam usar redes sociais “quase o tempo todo”, e a maioria dos professores considera os celulares uma grande distração nas salas de aula. Há também preocupações com o cyberbullying, privacidade e o impacto de novas tecnologias, como a criação de imagens falsas com IA.

Dugoni acredita que a chave para ensinar os jovens a usar a tecnologia de forma saudável é proporcionar a eles momentos longe das telas. “É importante dar a eles algumas horas por dia sem os celulares, para que aprendam a diferença”, afirmou.

Vários estados americanos estão implementando políticas para restringir o uso de smartphones nas escolas. Flórida, Louisiana, Indiana e outros estados aprovaram medidas que entrarão em vigor em breve. Além disso, estados como Califórnia e Nova York também estão considerando adotar restrições semelhantes.

Desde a sua fundação em 2014, a Yondr expandiu significativamente sua presença no setor educacional. Inicialmente, grande parte de sua receita vinha de eventos de entretenimento, como shows de Dave Chappelle e Alicia Keys, que utilizavam as bolsas para garantir que o público não usasse celulares durante as apresentações. Hoje, no entanto, o foco principal da empresa é o mercado educacional, com clientes em mais de 20 países e contratos com distritos escolares de todo os Estados Unidos.

Embora a adoção das bolsas Yondr tenha enfrentado resistência de alguns alunos e pais, a empresa tem se destacado por oferecer um suporte abrangente, que inclui treinamento para escolas e um programa educacional para facilitar a transição.

Fonte: Forbes Brasil

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Pesquisa indica que, em média, uma pessoa faz sexo cerca de 52 vezes por ano

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As mulheres que fazem sexo menos de uma vez por semana podem ter mais probabilidade de morrer cedo do que aquelas que se envolvem em relações sexuais com maior frequência, é o que sugere um novo estudo feito nos Estados Unidos. Além disso, os pesquisadores também notaram que o sexo mais frequente reduz as chances de morte precoce em homens e mulheres com depressão.

No artigo, os autores comentaram que a atividade sexual é importante para a saúde cardiovascular geral dos humanos, possivelmente devido à redução da variabilidade da frequência cardíaca e ao aumento do fluxo sanguíneo. “Usando as descobertas do nosso estudo, podemos inferir que a atividade sexual pode melhorar a perda de função que pode ocorrer com a idade e a progressão da doença”, disseram os investigadores.

 

A importância da vida sexual

Para chegar a qualquer conclusão, os pesquisadores analisaram dados de 14.542 indivíduos dos EUA registrados como parte de uma pesquisa nacional de saúde feita entre 2005 e 2010. No total, 2.267 participantes forneceram detalhes sobre suas vidas sexuais, com 94,4% deles afirmando terem relações pelo menos uma vez por mês. Além disso, 38,4% responderam fazer sexo mais de uma vez por semana.

Estudos anteriores já indicavam que os norte-americanos médios faziam sexo 54 vezes por ano — o que se aproxima de uma vez por semana. Então, os pesquisadores decidiram classificar as pessoas entre aquelas com alta e baixa frequência sexual, dependendo se tinham relações acima ou abaixo dessa média.

No geral, mulheres com baixa frequência sexual tinham 1,7 vezes mais probabilidade de morrer por qualquer causa até o final de 2015 do que aquelas com vidas sexuais mais agitadas. Apesar de não encontrar a mesma resposta em homens, os pesquisadores ficaram surpresos ao observar que a relação sexual parecia ter um efeito direto no impacto da depressão para a saúde de ambos os sexos.

 

Efeitos benéficos

Mesmo após ajustar fatores de risco, como obesidade, idade avançada e status socioeconômico, os autores chegaram a conclusão de que pessoas que sofriam de pressão tinham cerca de três vezes mais probabilidade de morrer durante um período de baixa frequência sexual.

 

Fonte: Mega Curioso.

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Donos da globo ficam 16 bilhões mais ricos em 2024 segundo a forbes

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O patrimônio dos donos do Grupo Globo disparou R$ 16 bilhðes, cerca de US$ 2,8 bilhões, no último ano, segundo divulgou a revista Forbes. A empresa pertence a João Roberto Marinho, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho. Juntos, eles possuem uma fortuna de US$ 9 bilhões, cerca de R$ 51 bilhões.

No ranking de 2024, os três proprietários da Globo tinham um patrimônio total de US$ 6,2 bilhões (R$ 35,4 bilhões). Porém, mesmo com a alta do dólar em relação ao real, o patrimônio da família Marinho cresceu cerca de 45% em um ano.

A Forbes divulgou que cada filho de Roberto Marinho, fundador da emissora Rede Globo, possui uma fortuna de US$ 3 bilhões, cerca de R$ 17 bilhões. A família, contudo, não é apenas dona do canal de televisão, eles são proprietários do portal g1, Globoplay, emissoras de rádio (como CBN e Rádio Globo), editora de livros, jornais e revistas impressas, além da produtora Globo Filmes.

O filho mais velho de Roberto Marinho, o Roberto Irineu Marinho também é proprietário da Fazenda Sertãozinho, que produz o café gourmet Orfeu.

 

Valor total do ativo de Globo cresce em 2024

A Forbes não detalhou qual calculo foi realizado para determinar o patrimônio da família Marinho. O último levantamento divulgado pelo Grupo Globo mostra que o total do ativo da companhia também cresceu.

Em 2023, a Globo possuia R$ 27 bilhões em ativos, valor que subiu para R$ 30,9 bilhões em 2024.

O lucro líquido do Grupo Globo mais que dobrou no último ano, de R$ 838 milhões em 2023 para R$ 1,9 bilhão em 2024. A companhia registra o lucro depois de uma grande reestruturação, que contou com a venda de ativos e demissão de atores, diretores, autores, produtores. apresentadores e profissionais de outras funções.

Além disso, a Globo também pode ter sido beneficiada com a mudança do governo federal. A gestão Luiz Inácio Lula da Silva tem investido em publicidade nas empresas do grupo. Como mostrou Oeste, na soma de 2023 e 2024, o governo repassou mais de R$ 300 milhões para 0 conglomerado de mídia.

Segundo dados da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o valor destinado pelo governo Lula ao Grupo
Globo supera o montante de R$ 177 milhões que o Palácio do Planalto enviou à companhia durante a Presidência de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.

 

Fonte: Revista Oeste.

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Igreja Batista Filadélfia realiza bazar com preços acessíveis no dia 12 de abril

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A Igreja Batista Filadélfia de Santa Rosa promove no próximo sábado, dia 12 de abril, a 2ºedição do bazar solidário do projeto “Mãos Que Servem”, com uma proposta que une solidariedade, economia e cuidado com a comunidade.

O evento acontece das 9h às 14h, nas dependências da igreja, e contará com uma grande variedade de peças de roupas infantis, juvenis e adultas, todas em ótimo estado de conservação.

O destaque do bazar é o preço fixo de R$ 5,00 para a maioria dos itens. Além disso, haverá uma sessão especial com peças selecionadas com valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 30, oferecendo opções acessíveis para todos os gostos e necessidades.

Essa é a segunda edição do bazar, que já se consolidou como uma importante ação social da Igreja Batista Filadélfia. A iniciativa faz parte do projeto “Mãos Que Servem”, que visa atender pessoas em situação de vulnerabilidade e promover a solidariedade por meio do voluntariado.

O evento também marca uma data especial para a comunidade: neste mês de abril, a Igreja Batista Filadélfia completa 72 anos de história em Santa Rosa, reforçando seu compromisso com o serviço cristão e o apoio à população local.

 

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