Tecnologia
Em ‘caça ao tesouro’, Xiaomi oferece descontos de até 90% em produtos da marca

A gigante chinesa Xiaomi promove nesta quarta-feira (11), e repetirá nos próximos dias 18 e 25, a Operação Resgate ao Mi Bunny, que dá descontos de até 90% em produtos da marca.
Trata-se de uma espécie de caça ao tesouro dentro do novo site da marca, o mibrasil.com.br.
Os interessados terão que procurar no endereço o mascote Mi Bunny, que tem a forma de um coelho. O personagem, quando encontrado, aparece em forma de pop up e mostra qual produto está em oferta naquele momento. A partir disso, os fãs precisarão indicar o código RESGATE no carrinho para ter acesso ao valor reduzido.
Cada CPF tem direito a retirar um desconto e a promoção vale enquanto durarem os estoques pré-estabelecidos. A marca não divulga quais produtos estão disponíveis com desconto durante a promoção. A iniciativa tem como objetivo “seguir comemorando dez anos de história da marca e preparar os fãs para a Black Friday“.
Xiaomi no Brasil
A Xiaomi chegou ao país em maio de 2019 causando estardalhaço. Teve até fã da marca, carinhosamente apelidados de “xiaominions”, dormindo na fila para visitar a primeira loja da companhia, localizada no Shopping Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, e aproveitar os grandes descontos anunciados.
Menos de um ano e meio depois, a empresa já possui um portfólio de mais de 400 produtos disponíveis ao público brasileiro. “As pessoas começaram a entender que não somos somente uma marca de smartphones”, defende Luciano Barbosa, head do projeto Xiaomi Brasil. “Estamos trazendo muitos produtos das linhas fitness, de casa, de beleza.”
Prova disso é que, durante a pandemia do novo coronavírus, os pedidos do robô de limpeza da marca, aquele que vai andando sozinho pela casa, cresceram 800%. A balança inteligente, que além do peso mede índices de massa muscular e gordura, é outro caso de sucesso.
Graças ao isolamento social, a empresa viu, inclusive, suas receitas de e-commerce crescerem quase 10 vezes. “Estávamos acompanhando o avanço da pandemia na Ásia e conseguimos reforçar nosso estoque antes do vírus chegar ao Brasil, mas ainda sofremos um pouco com a explosão da demanda em abril”, explica.
Para o futuro, Barbosa projeta um crescimento sustentável da companhia, mas também enxerga alguns obstáculos, como a cotação do dólar.
Operação global
No segundo trimestre de 2020, a Xiaomi viu seu faturamento crescer 3,1% ante o mesmo período de 2019, permitindo receita líquida de US$ 7,7 bilhões. O lucro subiu muito mais, 129,8%, alcançando os US$ 650 milhões. Como consequência disso, os papéis da empresa avançam mais de 90% na bolsa de Hong Kong este ano.
Questionada sobre a posição da empresa em relação à pressão do governo Trump e de outros países ocidentais contra empresas chinesas, a Xiaomi afirma defender um mercado aberto. “Mercados fechados acabam prejudicando o consumidor, que fica na mão de poucas marcas”, diz Luciano.
CNN
Tecnologia
Justiça do Trabalho gaúcha registra aumento no número de ataques hackers

O TRT4 (Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região), com sede em Porto Alegre, registrou um aumento significativo no número de ataques cibernéticos efetivos – aqueles que geram algum impacto nos sistemas – entre 2022 e 2024.
Enquanto 12 incidentes foram contabilizados em 2022 e 13 em 2023, o número saltou para 19 em 2024. No entanto, o diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações da Corte, André Farias, ressaltou que o volume de tentativas de ataques virtuais registrado diariamente é muito maior.
“Centenas de milhares de tentativas de ações maliciosas são registradas todos os dias, 24 horas por dia, todas devidamente bloqueadas pelos sistemas de segurança da informação”, afirmou Farias.
“O número, a complexidade e o poder danoso dos ataques têm aumentado cada vez mais ao longo dos anos”, disse o diretor, destacando a importância de manter sistemas robustos e atualizados para conter essas ameaças.
Somente entre 11 e 21 de novembro de 2024, os sistemas do tribunal bloquearam um robô (programa automatizado) que disparou 183 milhões de requisições ao sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). Frente ao avanço dos ataques hackers, o TRT4 tem intensificado a sua defesa cibernética.
Os ataques hackers mais frequentes enfrentados pela Justiça do Trabalho gaúcha são varreduras de rede, phishing e negação de serviço distribuído (DDoS, na sigla em inglês).
As varreduras de rede tentam identificar vulnerabilidades nos sistemas para futuras explorações. O phishing busca capturar credenciais de usuários ou induzi-los a executar programas maliciosos (softwares prejudiciais). Já os ataques DDoS visam sobrecarregar os sistemas e indisponibilizar o acesso a serviços digitais, como o PJe e o site do TRT4.
A origem dos ataques, muitas vezes, é mascarada por meio de técnicas que dificultam a identificação dos agressores. Contudo, investigações apontaram ações de organizações criminosas internacionais altamente especializadas.
Fonte: O Sul.
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