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Dólar abre em queda, à espera dos números de emprego nos EUA

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Foto: Karolina Grabowska

Os mercados financeiros iniciaram esta sexta-feira (5) com o dólar operando em queda, enquanto os investidores aguardam os resultados do payroll, o relatório mais importante do mercado de trabalho dos Estados Unidos.

Às 9h10, o dólar apresentava uma queda de 0,18%, sendo cotado a R$ 5,0412. Na véspera, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,19%, alcançando o valor de R$ 5,0501.

No acumulado, o dólar registra alta de 0,69% na semana e no mês, além de uma elevação de 4,07% no ano.

Por sua vez, o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa brasileira, a B3, só começará a operar a partir das 10h. Na última sessão, o índice encerrou com um avanço de 0,09%, atingindo os 127.428 pontos. No acumulado, o Ibovespa apresenta uma queda de 0,53% na semana e no mês, e um recuo de 5,04% no ano.

A expectativa em torno dos números do payroll dos EUA tem mantido os mercados em compasso de espera. O relatório ADP divulgado nesta semana mostrou que a abertura de vagas no setor privado norte-americano superou as expectativas em março, indicando a continuidade da força do mercado de trabalho.

Contudo, na quinta-feira (4), o número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou mais do que o esperado na semana, sugerindo um afrouxamento das condições do mercado de trabalho.

No Brasil, a agenda econômica foi marcada por poucos dados relevantes, com destaque para a produção industrial (PIM), do IBGE, que registrou uma queda de 0,3% em fevereiro na comparação com o mês anterior. Na comparação anual, a produção apresentou um aumento de 5%.

No cenário corporativo nacional, as atenções estiveram voltadas para a Petrobras, após surgirem rumores de que o presidente da estatal, Jean Paul Prates, poderia ser demitido e substituído pelo atual presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Apesar disso, o governo Lula decidiu pagar parte dos dividendos da Petrobras, em um montante próximo a R$ 20 bilhões.

Os investidores permanecem atentos às movimentações nos mercados internacionais e às próximas divulgações de dados econômicos, buscando antecipar possíveis impactos nas decisões de investimento.

Fonte: G1

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