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Do empate à briga, os sinais que o jogo com o Corinthians deixou para o Inter antes de enfrentar o River
O empate em 2 a 2 com o Corinthians, pelo Brasileirão, buscado a fórceps nos últimos instantes, com direito a briga entre Enner Valencia, Luiz Adriano e Magrão, deu sinais a Eduardo Coudet visando a decisão de terça-feira, contra o River Plate, pela Libertadores. Entre o descanso da maioria dos titulares e as respostas de quem entrou, o treinador mais ganhou do que perdeu opções para o confronto das oitavas de final. Inclusive a forma como foi obtida a igualdade pode ser um combustível extra, caso algum colorado ainda precise.
Apesar desses poucos dias à frente do Inter e de não ter vencido ainda, o técnico não baixa a guarda. Pelo contrário: trata sempre de manter o otimismo lá em cima. Elogia os jogadores, agradece o grupo, tenta “pilhar” a torcida.
Dos aspectos positivos, as excelentes respostas de Gabriel, Bruno Henrique, Mauricio e Pedro Henrique. Os quatro que vinham de bastante tempo parados foram titulares e deram qualidade ao time. Todos são candidatos a ser titulares na terça-feira, especialmente Mauricio e Pedro Henrique. O estilo da equipe também mereceu menção do técnico, que entende que o grupo está dando a resposta desejada, mesmo que o resultado ainda não tenha aparecido:
— Sinto que estamos jogando de um jeito que eu quero jogar. Ser protagonista e tentar pressionar na frente. Temos muitas coisas positivas com os jogadores que não vinham tendo minutagem.
O fato de o Inter ter buscado o resultado no último lance do jogo também foi tratado como uma evolução. Ao passo que Coudet considerou que pode ter sido uma virada na sorte da equipe, Gabriel falou na determinação da equipe para não aceitar a derrota:
— A força mental do grupo foi importante. Quando estávamos bem, tomamos o gol, mas buscamos o empate. É um ponto importante.