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Descubra a história por trás da data celebrada em 1º de abril

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Contos, fábulas, e até mesmo invenções são bem-vindos neste 1º de abril, o Dia da Mentira. A origem dessa celebração remonta à mudança para o Calendário Gregoriano, determinada pelo Concílio de Trento da Igreja Católica. Antes, o início do ano era marcado em 1º de abril, e com a adoção do novo calendário, em 1582, muitos se recusaram a aceitar a mudança, mantendo a tradição do ano novo em abril.

Esses resistentes se tornaram alvo de brincadeiras, sendo convidados para festas inexistentes e eventos fictícios, marcando o nascimento da tradição de pregadores de peças e brincadeiras.

Há também registros históricos que relacionam a data ao festival romano de Hilária, que homenageava a deusa Cibele antes do nascimento de Cristo. No Brasil, a tradição foi estabelecida em 1828, com o jornal “A Mentira”, publicado em Minas Gerais, que, em sua primeira edição, noticiava a falsa morte de Dom Pedro I.

Com o tempo, o 1º de abril se tornou uma oportunidade para empresas promoverem suas marcas por meio de pegadinhas. Um exemplo famoso é da BBC, que em 1980 afirmou que o Big Ben teria seus ponteiros trocados por um mostrador digital, gerando confusão e milhares de ligações. Nos Estados Unidos, a National Public Radio pregou uma peça em 1992 ao veicular uma entrevista fictícia com o ex-presidente Richard Nixon, gerando indignação dos ouvintes.

Empresas como a Amazon também aderiram à tradição, criando situações inusitadas em seu site, como reverter a página principal para a versão de 1999. O Dia da Mentira é uma oportunidade para soltar a imaginação e se divertir com histórias fictícias e brincadeiras criativas.

Fonte: GZH
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