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Concursos abrirão cerca de 3 mil vagas em órgãos de segurança pública do RS

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Foto: Gabriel Centeno/SSP-RS

A Brigada Militar (BM), a Polícia Civil, o Instituto-Geral de Perícias (IGP) e o Corpo de Bombeiros Militar (CBM) abrirão um total de 2.774 vagas para preenchimento via concurso público a partir de abril do próximo ano. O anúncio foi feito nesta terça-feira (5) pelo governo do Rio Grande do Sul, que prevê um investimento superior a R$ 280 milhões na iniciativa.

Com essas novas contratações, o estado alcançará o maior efetivo de forças de segurança pública dos últimos dez anos. Os editais, incluindo os cronogramas específicos para cada corporação, serão divulgados em breve pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPPG). Confira os números:

  • Brigada Militar: 1.200 soldados e 150 oficiais
  • Corpo de Bombeiros Militar: 400 soldados
  • Polícia Civil: 720 agentes (escrivães e inspetores) e 30 delegados
  • Instituto-Geral de Perícias: 274 servidores (peritos criminais e legistas, técnicos em perícias e papiloscopistas)

Segundo o governador Eduardo Leite, o aumento no efetivo da BM proporcionará uma maior sensação de segurança à população, com uma presença mais ostensiva dos policiais nas ruas a partir de novembro de 2025.

Sobre a Polícia Civil, cujo último concurso foi em 2019, o governador afirmou que o incremento começará em fevereiro de 2026: “A reposição permitirá melhor atendimento nas delegacias, maior elucidação de crimes e investigações qualificadas para combater grupos criminosos, resultando na prisão de líderes e na descapitalização desses grupos”.

Ele também destacou que a ampliação do quadro de servidores do IGP, a partir de abril de 2026, permitirá maior rapidez na elaboração de laudos periciais, acelerando as investigações e o atendimento direto aos cidadãos, como na confecção de carteiras de identidade.

Por fim, Leite detalhou que o reforço no Corpo de Bombeiros Militar, a partir de outubro de 2025, permitirá à corporação atender um maior número de ocorrências e aumentar a capacidade de resposta em emergências em todo o estado.

O processo seletivo faz parte de uma política contínua de reposição programada dos efetivos das forças de segurança pública, adotada desde o início da primeira gestão de Eduardo Leite no Palácio Piratini em 2019.

Fonte: O Sul

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