Comitê confirma em estudo recorde de calor na Europa: 48ºC
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Comitê confirma em estudo recorde de calor na Europa: 48ºC

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MARCO BERTORELLO/AFP/METSUL METEOROLOGIA/ARQUIVO

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A Organização Meteorológica Mundial confirmou que a Europa continental registrou em 2021 a sua temperatura mais alta desde o começo dos registros, atingindo 48,8ºC na Sicília (Itália), e alertou que novos extremos devem ser esperados no futuro próximo.

O calor abrasador em 11 de agosto de 2021 foi quase 1ºC mais alto do que o pico anterior registrado em 10 de julho de 1977 nas cidades gregas de Atenas e Elefsina, que atingiram 48°C, informou a organização. O recorde de 1977 não foi verificado de forma independente pela OMM.

“Um painel internacional de cientistas atmosféricos verificou a temperatura registrada por uma estação meteorológica automatizada em Siracusa, na ilha italiana da Sicília”, disse a agência meteorológica das Nações Unidas.

“É possível, de fato provável, que ocorram extremos ainda maiores na Europa no futuro”, disse o Professor Randall Cerveny, relator sobre extremos climáticos e meteorológicos da OMM. “Essa investigação demonstra a tendência alarmante de continuar a estabelecer recordes de alta temperatura em regiões específicas do mundo”, afirmou.

Com as emissões causadas pelo homem aquecendo o planeta, a Europa está aquecendo cerca de duas vezes mais rápido do que a média mundial — 2,2ºC nos últimos cinco anos em comparação com a era pré-industrial.

A OMM disse que levou até agora para certificar o recorde de 2021 porque a agência teve um “cuidado meticuloso” para garantir que fosse preciso. A Europa tem sofrido ondas de calor e incêndios florestais nos verões recentes, incluindo em ilhas turísticas gregas como Rodes.

Novos recordes confirmados são incorporados no relatório anual autorizado do Estado do Clima da OMM, que informa as decisões de alto nível sobre como lidar com o aquecimento global.

“Essa avaliação minuciosa fornece a confiança crítica de que nossos registros globais de temperaturas estão sendo adequadamente medidos”, disse a OMM. “Novos registros adjudicados fornecem um ponto de referência autorizado para comparar extremos de registro nos relatórios anuais do Estado do Clima da OMM em escalas global e regional”.

Os cientistas dizem que eventos climáticos extremos — incluindo ondas de calor, secas e inundações — estão se tornando cada vez mais frequentes à medida que o clima aquece, causando impactos nas economias, ecossistemas, saúde, agricultura e abastecimento de água.

As descobertas da agência sobre o recorde de calor de 2022 foram publicadas no Jornal Internacional de Climatologia. Os especialistas da OMM estão atualmente conduzindo verificações em vários outros extremos — “instantâneos do nosso clima atual” — incluindo se o ciclone tropical Freddy quebrou o recorde no ano passado como o ciclone tropical de duração mais longa.

Fonte: MetSul.

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Frio avança e muda o tempo no Rio Grande do Sul

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A entrada de uma massa de ar frio derruba as temperaturas no Rio Grande do Sul a partir desta quinta-feira (3). O tempo segue fechado em grande parte do estado, com previsão de pancadas de chuva na Grande Porto Alegre, Serra, Missões e Norte. Em algumas cidades, a chuva pode ser intensa, acompanhada de rajadas de vento e risco de temporais isolados. Já em outras regiões, o tempo começa a firmar ao longo do dia.

Em Santa Rosa, a quinta-feira será de muitas nuvens, mas com momentos de abertura de sol e possibilidade de chuva rápida. Os termômetros variam entre 20°C e 25°C.

Na sexta-feira (4), a chegada do ar frio se intensifica, derrubando as mínimas para 14°C, enquanto as máximas não devem passar dos 20°C em algumas localidades. O sábado (5) promete amanhecer ainda mais frio, com mínima de 11°C e máxima de 23°C.

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Chuvas em Tuparendi: março registra 141 mm de precipitação

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Tuparendi registrou um total de 141 mm de chuva ao longo do mês de março de 2025, segundo informações enviadas pelo seguidor Iraldino Gaviraghi. A precipitação foi distribuída em quatro principais momentos ao longo do mês.

No dia 9 de março, a cidade recebeu 20 mm de chuva. Posteriormente, no dia 27, houve um acumulado significativo de 75 mm. No dia 29, mais 15 mm foram registrados, e para finalizar o mês, no dia 31 de março, a precipitação alcançou 31 mm.

Esses números mostram um volume considerável de chuvas em Tuparendi, refletindo a variabilidade climática da região. As precipitações são essenciais para a agricultura local e o abastecimento de água, mas também demandam atenção para evitar problemas como alagamentos e erosão do solo.

Continuaremos acompanhando as condições meteorológicas da região e convidamos nossos leitores a compartilharem suas observações sobre o clima na cidade.

 

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Primeiras massas de ar Polar já tem data para ocorrer

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Próximo do dia 12 de abril e 04 de maio que massas chegarão ao Estado

Análise dos prognósticos de médio e longo prazo já dão sinais de quando o frio mais forte poderá chegar ao Brasil. O outono climático até agora registrou grande variabilidade térmica o que é normal no começo da estação de transição. A primeira semana do mês de março foi escaldante e nas demais houve refresco. Massas de ar seco já proporcionaram manhãs frias em partes do sul do Brasil. Tanto que a primeira geada do ano já ocorreu.

A pergunta é quando o frio mais amplo e generalizado irá chegar ao Brasil?

No prognóstico de outono a MetSul já apontou que o outono terá temperatura acima da média histórica em grande parte do território Nacional. Em contrapartida isso não significa ausência total de dias com frio, que naturalmente ocorrem nessa época do ano. Em março até agora a menor temperatura registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia na capital gaúcha foi 16,4°C no dia 14.

Finalmente com base nas análises das saídas gráficas dos modelos matemáticos para os próximos 45 dias algumas informações interessantes apresentam sinais importantes da variabilidade da temperatura nas próximas semanas.

Aí redor do dia 12 de abril e posterior a isso no começo de maio, por volta do dia 04. Como resultado concluímos que nessas duas datas, especialmente, há potencial para a ocorrência de incursão de massa de ar de origem polar que poderá impactar, sobretudo, partes do Centro e Sul do país.

Não será um período prolongado de frio, e terá elevação em seguida.

Nesse sentido, é provável que ocorra mudança brusca de temperatura com previsão de frio significativo por um curto período tanto em abril quanto em maio.

Se esse frio irá provocar a formação somente no curto prazo será possível prever. Se ocorrerá as primeiras marcas negativas de temperatura, também só será possível prever no curto prazo.

É importante ressaltar que os prognósticos poderão mudar, justamente por se tratar do outono, mas é bom indicativo que teremos a predominância de dias amenos e até quentes, alternado com curtos de períodos de frio, os quais poderão ser pontualmente intensos.

Agora ondas de frio, com períodos superiores a 5 dias de marcas muito baixas de temperatura, pelos prognósticos atuais é mais provável que só ocorram mesmo no inverno climático. As projeções sustentam a projeção inicial de um outono de 2025 mais quente que o normal. Apesar disso, curtos de frio irão ocorrer dentro da estação.



Fonte Metsul Meteorologia.

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