Destaque
Bolsonaro sanciona lei do novo Marco Legal do Saneamento Básico
Texto prevê universalização dos serviços de água e esgoto até 2033

O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (15) a lei do novo Marco Legal do Saneamento Básico no país, que prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033. O texto, aprovado no Congresso no mês passado após muita discussão, viabiliza a injeção de mais investimentos privados nos serviços de saneamento.
Atualmente, em 94% das cidades brasileiras o serviço de saneamento é prestado por empresas estatais. As empresas privadas administram o serviço em apenas 6% das cidades. A nova lei extingue os chamados contratos de programa, aqueles em que prefeitos e governadores firmavam termos de parceria diretamente com as empresas estatais, sem licitação. Com a nova lei, será obrigatória a abertura de licitação, na qual poderão concorrer prestadores de serviço públicos ou privados.
O FUTURO DA NOSSA ÁGUA
Painel do Portal Plural apresentado por Leonardo Vicini, abriu espaço para os Pré-candidatos a prefeito explanarem sobre o tema do contrato do Município com a Corsan.
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A cerimônia de sanção reuniu vários ministros no Palácio do Planalto. O presidente participou por videoconferência do Palácio da Alvorada.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já tem uma carteira de mais de R$ 50 bilhões em investimentos, pronta para ser oferecida à inciativa privada. O primeiro leilão deve ser em setembro, em Alagoas.
Segundo Marinho, Rio de Janeiro e São Paulo já estão trabalhando para montar suas carteiras. No Amapá, os 16 municípios do estado também consolidaram o consórcio para atrair os investimentos, processo que também está em curso no Acre. A expectativa do governo é de investimentos em torno de R$ 500 bilhões a R$ 700 bilhões em dez anos.
De acordo com o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, o saneamento será prioritário na agenda do banco para os próximos anos e “não haverá falta de crédito e financiamento para os projetos do setor”. O órgão também trabalhará como estruturador dos projetos e das modelagens de operação para definir a melhor política pública para cada estado e região, considerando a universalização no menor tempo possível, respeito à capacidade de pagamento de cada localidade, abertura de concorrência e sustentabilidade financeira do projeto.
“Uma boa modelagem, uma boa análise de impacto ambiental, uma boa engenharia são fundamentais para que os recursos sejam otimizados e aportados em tempo e a contento, nessa jornada de anos que temos pela frente”, disse.
A nova lei prevê também que os contratos em vigor poderão ser prorrogados por mais 30 anos, desde que as empresas comprovem a capacidade econômico-financeira e se adequem aos objetivos de universalização do marco. A metodologia para essa comprovação será publicada em até 90 dias, e as empresas terão até 30 de março de 2022 para consolidar os contratos em vigor.
Universalização
As empresas devem ampliar o fornecimento de água para 99% da população e da coleta e tratamento de esgoto para 90% da população, até o final de 2033. Mas há a possibilidade de extensão desse prazo até 2040, caso se comprove a inviabilidade técnica ou financeira.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 35,7% da população brasileira não têm acesso aos serviços de saneamento básico, cerca de 75 milhões de pessoas – soma maior que o número de habitantes da França. Na Região Norte, oito de cada dez domicílios não dispõem de esgoto sanitário (dados de 2018).
Para Marinho, o novo marco é o casamento perfeito entre saúde e economia. “Com as obras de saneamento nós proporcionamos emprego, renda, qualidade de vida, desenvolvimento sustentável, respeito ao meio ambiente, ecologia, tratamento adequado das águas e diminuição da mortalidade infantil, da pressão sobre a rede de saúde pública e de doenças endêmicas que já deveriam ter sido varridas do nosso país desde o século passado”, destacou.
O novo marco também prevê o sistema de saneamento com prestação de serviço regionalizada. Assim, empresas não podem fornecer serviço apenas para os municípios de interesse delas, que gerem lucro. A prestação regionalizada inclui municípios mais e menos atraentes e não necessariamente contíguos em um mesmo território de prestação.
Para isso, em até 180 dias, os estados devem compor grupos ou blocos de municípios, que poderão contratar os serviços de forma coletiva. A adesão é voluntária. O modelo anterior funcionava por meio de subsídio cruzado: as grandes cidades atendidas por uma mesma empresa estatal ajudavam a financiar a expansão do serviço nos municípios menores e mais afastados. “Esse marco vai permitir que os municípios que têm menos capacidade técnica e financeira não sejam deixados para trás”, disse o ministro Rogério Marinho.
Outros dispositivos
Também ficou estabelecido um prazo para o fim dos lixões no país. De acordo com a governo, para capitais e regiões metropolitanas, esse prazo é 31 de dezembro deste ano. Para municípios com menos de 50 mil habitantes, o prazo é 2024.
A nova legislação também deve contribuir para a revitalização de bacias hidrográficas, fortalecimento do papel regulatório da Agência Nacional de Águas (ANA) e alocação de recursos públicos federais e os financiamentos com recursos da União. Será instituído o Comitê Interministerial de Saneamento Básico (Cisb), sob a presidência do Ministério do Desenvolvimento regional, para assegurar a implementação da política.
O novo marco legal divide opiniões. Entre entidades empresariais, há expectativa de que a mudança na legislação gere condições de investimento e ambiente de negócio que possam favorecer a ampliação dos serviços de abastecimento de água e de coleta de esgoto. As entidades que se opõem temem que a medida privatize o acesso a recursos hídricos e deixe a universalização do saneamento fora de perspectiva.
Vetos
De acordo com o ministro Rogério Marinho, o texto foi sancionado com 11 vetos. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou a razão de três deles.
Foram vetados os parágrafos 6º e 7º do Artigo 14 pois, “ao criarem uma nova regra para indenização de investimentos não amortizados das prestadoras de saneamento, geram insegurança jurídica por descompasso ao já previsto na Lei nº 8987/95 (Lei de Concessões)”. “Ademais, como não é possível na prática a distinção da receita proveniente de tarifa direcionada para um ativo, haveria inviabilidade de pagamento da indenização”, diz a nota.
De acordo com a Secretaria-Geral, também foi vetado o Artigo 16 e seu parágrafo único pois permitem a renovação, por mais 30 anos, dos atuais contratos de programa. “[Dessa forma] prolongam demasiadamente a situação atual, de forma a postergar soluções para os impactos ambientais e de saúde pública de correntes da falta de saneamento básico e da gestão inadequada da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. Ademais, os dispositivos foram vetados por estarem em descompasso com os objetivos do novo marco legal do saneamento básico, que orientam a celebração de contratos de concessão, mediante prévia licitação, estimulando a competitividade da prestação desses serviços com eficiência e eficácia, o que por sua vez contribui para melhores resultados”, diz a nota.
O Artigo 20 do projeto aprovado no Congresso foi vetado integralmente. De acordo com Rogério Marinho, o dispositivo impedia que o setor de tratamento de resíduos sólidos também fosse contemplado no novo marco legal, da mesma forma que o esgotamento sanitário e o acesso à água potável. A nota da Secretaria-Geral diz que isso quebraria “a isonomia entre as atividades de saneamento básico, de forma a impactar negativamente na competição saudável entre os interessados na prestação desses serviços, além de tornar menos atraente os investimentos”.
ebc
Cultura
Entre Rimas e Acordes une poesia e música em novo projeto cultural de Rosane Garcia

Financiado pela Política Nacional Aldir Blanc, Ministério da Cultura, Governo Federal, com apoio da Prefeitura Municipal de Santa Rosa, o projeto “Entre Rimas e Acordes” celebra a arte, a sensibilidade e a força da criação local. A iniciativa é idealizada por Rosane Garcia da Rosa, compositora e escritora com longa trajetória na literatura e várias obras publicadas ao longo dos anos.
Neste novo trabalho, Rosane decidiu unir dois mundos que sempre estiveram presentes em sua vida: a poesia e a música. A proposta nasceu da ideia de transformar os versos de um de seus poemas em canção, criando um diálogo harmonioso entre rimas e acordes. O resultado é uma obra autoral delicada, sensível e repleta de identidade.
A produção musical ficou a cargo do produtor Paulo Muller, que conduziu os arranjos e deu forma ao universo sonoro imaginado pela escritora. A interpretação ficou por conta de uma das vozes mais marcantes da região Noroeste, May Vargas, cuja entrega vocal imprime emoção e profundidade à composição.
A obra, que recebeu o título “Na Calada da Noite”, representa um encontro poético entre literatura e música, valorizando artistas locais e fortalecendo a cultura regional por meio de um trabalho feito com cuidado, profissionalismo e sensibilidade.
Em breve, “Na Calada da Noite” estará disponível nas plataformas digitais e redes sociais da compositora Rosane Garcia e da cantora May Vargas.
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Melhores Impressoras Epson Ecotank: Guia de Compra para Fotos com Alta Qualidade

Se você está buscando impressoras de alta performance para fotos, já deve ter ouvido falar das linhas Epson Ecotank. Essas multifuncionais ganharam espaço nos lares e estúdios do Brasil por entregarem economia, praticidade e, principalmente, qualidade fotográfica de primeira. Mas, diante de tantos modelos e diferenças técnicas, como saber qual Ecotank se encaixa na sua rotina? Este guia detalha os principais pontos, apresenta comparativos e ensina como extrair o melhor das impressoras de tanque de tinta, seja para uso profissional, amador ou para eternizar momentos especiais com fotos nítidas e cores vivas.
Como escolher o modelo Ecotank ideal para fotos profissionais
Ao selecionar uma impressora Epson Ecotank para fotos profissionais, alguns fatores precisam ser considerados para não cair em cilada. O primeiro passo é definir o tipo de fotografia: impressões caseiras, portfólio para clientes ou até trabalhos de exposição? Cada objetivo pede características distintas.
Volume de Impressão e Tipo de Papel
Quem imprime grandes volumes, como fotógrafos de eventos ou estúdios, deve priorizar modelos com alta capacidade de rendimento de tinta e suporte para papéis fotográficos de gramatura elevada. Já para quem faz impressões esporádicas, uma Ecotank mais básica já cumpre bem o papel.
Resolução de Impressão
Outro ponto chave é a resolução de impressão (medida em dpi – dots per inch), fundamental para capturar detalhes finos e transições suaves de cor. Modelos de última geração da linha Ecotank entregam resoluções superiores, ideais para retratos, paisagens e ampliações.
Tipos de Tinta e Cores Disponíveis
Modelos voltados para fotografia costumam oferecer tanques individuais de tintas com mais cores além do tradicional CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto), como cinza e preto fotográfico. Isso resulta em impressões com nuances, sombras e tons de pele mais fiéis à realidade.
Principais diferenciais das impressoras Epson Ecotank para fotografia
As impressoras Epson Ecotank se destacam por um sistema de abastecimento inteligente, que reduz custos e facilita o dia a dia.
Economia real de tinta
Ao invés de cartuchos, as Ecotank usam tanques recarregáveis, proporcionando uma economia de tinta brutal em comparação a impressoras convencionais. O rendimento chega a ser várias vezes maior, o que é essencial para quem imprime fotos com frequência.
Facilidade de abastecimento e manutenção
Outro trunfo é a praticidade no reabastecimento: basta encaixar os frascos nos reservatórios e pronto. Nada de sujeira ou desperdício. Além disso, a manutenção costuma ser simples, evitando dores de cabeça comuns em modelos tradicionais.
Variedade de formatos e conectividade
Há opções compactas para espaços menores, multifuncionais robustas para escritórios ou estúdios, e até modelos com conexão Wi-Fi, impressão via celular e suporte para papéis de diferentes tamanhos, inclusive A4 e 10x15cm (postal).
Comparativo entre versões atuais e modelos anteriores da Ecotank
Ao analisar a linha Epson Ecotank, é importante distinguir os modelos recém-lançados dos que já estão há algum tempo no mercado, pois a escolha pode impactar tanto na qualidade quanto na economia.
Modelos atuais: aposta em desempenho e tecnologia
As versões mais recentes da Ecotank são a última aposta da Epson para quem busca qualidade premium em impressão de fotos. Trazem resolução elevada, velocidade superior, maior quantidade de cores e funções modernas, como impressão sem bordas e controle remoto por app.
Modelos anteriores: ainda valem a pena?
Para quem não faz questão de recursos de ponta, os modelos de gerações passadas ainda são opções recomendadas. Eles mantêm ótima qualidade de impressão, economia no consumo de tinta e confiabilidade, com preço mais em conta.
Diferenças notáveis entre gerações
- As impressoras recém-lançadas focam em nitidez, tons de pele realistas e escalas de cinza mais precisas.
- Versões antigas são robustas, mas podem deixar a desejar em detalhes finos e velocidade, especialmente em impressões de alta resolução.
Dicas para maximizar a qualidade de impressão fotográfica
Se o objetivo é extrair o melhor da sua impressora Ecotank, algumas práticas fazem toda a diferença no resultado final.
Ajuste correto das configurações
Antes de imprimir, selecione sempre o tipo de papel adequado no driver e opte pelo modo de qualidade máxima. O uso de perfis de cor personalizados garante fidelidade ao que é visto na tela.
Escolha de papéis fotográficos de qualidade
Prefira papéis fotográficos originais ou de boa procedência, com gramatura alta, para evitar borrões, desbotamento e perda de definição.
Manutenção preventiva
Faça limpezas periódicas dos cabeçotes (pelo próprio software da Epson) para evitar entupimentos e manchas nas imagens.
Custos de manutenção e rendimento de tinta em impressoras fotográficas
Uma das maiores vantagens da Ecotank está nos custos de manutenção e no rendimento de tinta.
Baixo custo por foto impressa
Os tanques recarregáveis garantem um valor por página muito inferior ao de impressoras a cartucho, especialmente em impressões coloridas ou em larga escala.
Simplicidade de manutenção
Com menos peças sujeitas a desgaste e frascos de tinta acessíveis, o custo de manutenção preventiva é baixo. Eventuais trocas de peças, como o kit de manutenção, costumam ser simples e podem ser realizadas pelo próprio usuário ou em assistências autorizadas.
Rendimento de tinta
O rendimento dos frascos, tanto nos modelos novos quanto nos antigos, costuma ser um dos melhores do mercado para impressoras fotográficas domésticas, proporcionando milhares de impressões sem necessidade de recarga frequente.
Guia de Compra: 5 Impressoras Epson Ecotank com Alta Performance Fotográfica
Confira abaixo cinco opções de impressoras Epson Ecotank recomendadas para quem deseja resultados fotográficos de respeito:
Ecotank L8180
A Epson Ecotank L8180 é o recente lançamento da marca para quem busca excelência em fotos. Possui seis cores de tinta, resolução altíssima e suporte para papéis especiais. Ideal para profissionais e entusiastas que exigem o melhor.
Ecotank L8050
A Ecotank L8050 é uma multifuncional da nova geração, focada em impressões de fotos rápidas, com riqueza de detalhes e facilidade de uso. Aceita diversos tamanhos de papel e entrega resultados de laboratório.
Ecotank L3250
O modelo L3250 ainda vale a pena para quem quer impressora multifuncional econômica com qualidade fotográfica. Atende bem famílias, estudantes e quem faz fotos ocasionalmente, sem abrir mão de economia.
Ecotank L4260
Com conexão Wi-Fi, impressão frente e verso automática e ótimo desempenho em fotos, a L4260 é indicada para quem busca praticidade aliada a boa qualidade de imagem.
Ecotank L805
A Epson L805 segue sendo relevante em impressões fotográficas. Não é recente, mas entrega cores vibrantes e nitidez consistente, ótima para portfólios e pequenos estúdios.
Perguntas Frequentes sobre Impressoras Epson Ecotank para Fotos
Qual impressora Ecotank tem melhor custo-benefício para fotos?
Entre os modelos disponíveis, a Ecotank L3250 ainda é a queridinha dos brasileiros que buscam boa qualidade sem gastar demais, principalmente para uso doméstico.
Preciso usar só tintas originais Epson na minha Ecotank?
Para garantir máxima durabilidade e fidelidade nas cores das fotos, é altamente recomendado usar tintas originais Epson, evitando entupimentos e perda de qualidade.
Impressoras Ecotank dão conta de fotos em papel glossy e tamanhos grandes?
Sim! Modelos como a L8180 e a L8050 aceitam papéis fotográficos glossy e impressões em formatos maiores, com excelente definição.
A manutenção dessas impressoras é complicada?
Nada disso. O sistema Ecotank foi feito para facilitar o dia a dia, com abastecimento rápido e manutenção simples, reduzindo o risco de dor de cabeça com assistência técnica.
Dicas finais para escolher sua Epson Ecotank
Na dúvida entre as opções, pense no volume de impressões, no espaço disponível e no nível de exigência para fotos. Sempre escolha modelos compatíveis com seus projetos e, se puder, invista nos de última geração para garantir as inovações mais recentes. Um bom papel, manutenção básica em dia e tintas originais fazem toda a diferença para fotos dignas de exposição!
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CCL Concreto anuncia investimento de R$ 10 milhões em Alegrete

A cidade de Alegrete recebe um novo impulso em seu desenvolvimento com a chegada da CCL Concreto, referência estadual em concreto usinado e infraestrutura. A empresa inicia na próxima semana a implantação de sua unidade local, com investimento inicial estimado em R$ 10 milhões, em parceria estratégica com a Construtora Alegretense e a Pedra Rosada Mineração.
O projeto consolida a confiança de grandes grupos no potencial de crescimento da Fronteira Oeste. A nova planta substituirá um mercado antes marcado por incertezas e passa a oferecer qualidade, confiabilidade e sustentabilidade na produção de concreto.
“Nossa empresa acredita no potencial produtivo, logístico e humano de Alegrete. Essa decisão é fruto de um trabalho silencioso e consistente, de quem valoriza seriedade, parceria e compromisso com a qualidade.
Chegamos em Alegrete com o que existe de mais moderno e equipamentos, controle tecnológico, gestão automatizada de processos e treinamento constante da equipe”, afirma Lucas Carpenedo, sócio diretor da CCL Concreto.
A parceria com a Construtora Alegretense e a Pedra Rosada Mineração garante a integração de tecnologia, experiência e agregados minerais de alto padrão, reforçando o compromisso conjunto com obras públicas e privadas que impulsionem o desenvolvimento regional.
Além de movimentar a economia, a implantação da unidade vai gerar empregos diretos e indiretos, fortalecer a cadeia da construção civil e ampliar a competitividade de Alegrete no cenário estadual.
A liderança local já começou a receber currículos para motoristas, operadores de máquinas pesadas e funções administrativas pelo WhatsApp (55)99909-9810.
Com seriedade e visão de futuro, a CCL Concreto se estabelece em Alegrete, inaugurando um novo momento para o setor e para a comunidade local.
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