Anvisa atualiza regras sobre implantes hormonais
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Anvisa atualiza regras sobre implantes hormonais

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou as normas sobre implantes hormonais em uma nova resolução publicada no Diário Oficial da União. Em outubro, a Anvisa havia proibido a produção e comercialização desses produtos por farmácias de manipulação. Com a nova medida, o veto passa a valer apenas para implantes à base de esteroides anabolizantes ou hormônios androgênicos destinados a fins estéticos, como ganho de massa muscular e desempenho esportivo, conhecidos como “chips da beleza”.

Na prática, a atualização permite a continuidade do uso de implantes para tratamentos médicos, como reposição hormonal e métodos anticoncepcionais. O texto também reforça que a proibição não se aplica aos produtos devidamente regularizados junto à Anvisa, mas sim aos manipulados por farmácias.

Repercussões e Discussões

Manuela Coutinho, CEO do laboratório especializado MC Legacy Lab, revelou que médicos, farmacêuticos e empresários se reuniram recentemente com diretores da Anvisa para discutir a resolução. Durante o encontro, o grupo apresentou relatos de pacientes prejudicados pela proibição inicial.

Mesmo assim, a Anvisa manteve a proibição de propagandas para todos os tipos de implantes hormonais, justificando a decisão com base em “evidências fornecidas pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia” sobre complicações relacionadas aos implantes manipulados.

Em nota, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) classificou a nova resolução como um avanço na regulamentação dos implantes hormonais. A entidade destacou a importância de responsabilizar farmácias de manipulação por possíveis más prescrições ou usos inadequados indicados por profissionais de saúde.

A SBEM também elogiou a restrição à propaganda, incluindo a divulgação de cursos voltados à área médica e em redes sociais. Para a sociedade, tal medida combate a desinformação e evita a disseminação de práticas realizadas por pseudoespecialistas sem o devido embasamento científico.

Riscos à Saúde

Quando publicou o veto inicial, em outubro, a Anvisa orientou os usuários de implantes hormonais a procurarem seus médicos para revisar o tratamento. A agência ressaltou que, no caso de implantes usados para fins estéticos ou esportivos, não há comprovação de segurança e eficácia, além de uma longa lista de efeitos adversos graves relatados.

Entre as complicações destacadas estão:

  • Dislipidemia (aumento de colesterol e triglicerídeos no sangue);
  • Hipertensão arterial;
  • Acidente vascular cerebral (AVC);
  • Arritmia cardíaca;
  • Hirsutismo (crescimento excessivo de pelos em mulheres);
  • Alopecia (queda de cabelo);
  • Acne e alterações vocais, como disfonia;
  • Insônia e agitação.

A Anvisa alertou que esses implantes, popularmente conhecidos como “chips da beleza”, não passaram por avaliação técnica e não possuem registro na agência para fins estéticos ou tratamento de fadiga, cansaço e sintomas da menopausa.

Manifesto de Entidades Médicas

Em carta enviada à Anvisa antes da decisão, entidades como a SBEM e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) alertaram sobre o uso inadequado desses implantes. Segundo elas, o mercado está pautado em um viés altamente comercial, com prescrições disseminadas sem respaldo ético ou científico.

“As redes sociais amplificaram a banalização desses produtos, o que está dissociado da Medicina Baseada em Evidências”, afirmaram.

As entidades também destacaram os riscos, como infartos, tromboembolismos e AVCs, além de complicações cutâneas, hepáticas, renais e infecções. Manifestações psicológicas e psiquiátricas, incluindo ansiedade, agressividade, depressão e sintomas de dependência, também são frequentes.

Elas reforçaram que não há dose ou acompanhamento médico capaz de garantir segurança no uso de hormônios para fins estéticos ou de performance, considerando os riscos amplamente superiores a qualquer benefício.

Fonte: Jornal o Sul

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Pesquisa indica que, em média, uma pessoa faz sexo cerca de 52 vezes por ano

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As mulheres que fazem sexo menos de uma vez por semana podem ter mais probabilidade de morrer cedo do que aquelas que se envolvem em relações sexuais com maior frequência, é o que sugere um novo estudo feito nos Estados Unidos. Além disso, os pesquisadores também notaram que o sexo mais frequente reduz as chances de morte precoce em homens e mulheres com depressão.

No artigo, os autores comentaram que a atividade sexual é importante para a saúde cardiovascular geral dos humanos, possivelmente devido à redução da variabilidade da frequência cardíaca e ao aumento do fluxo sanguíneo. “Usando as descobertas do nosso estudo, podemos inferir que a atividade sexual pode melhorar a perda de função que pode ocorrer com a idade e a progressão da doença”, disseram os investigadores.

 

A importância da vida sexual

Para chegar a qualquer conclusão, os pesquisadores analisaram dados de 14.542 indivíduos dos EUA registrados como parte de uma pesquisa nacional de saúde feita entre 2005 e 2010. No total, 2.267 participantes forneceram detalhes sobre suas vidas sexuais, com 94,4% deles afirmando terem relações pelo menos uma vez por mês. Além disso, 38,4% responderam fazer sexo mais de uma vez por semana.

Estudos anteriores já indicavam que os norte-americanos médios faziam sexo 54 vezes por ano — o que se aproxima de uma vez por semana. Então, os pesquisadores decidiram classificar as pessoas entre aquelas com alta e baixa frequência sexual, dependendo se tinham relações acima ou abaixo dessa média.

No geral, mulheres com baixa frequência sexual tinham 1,7 vezes mais probabilidade de morrer por qualquer causa até o final de 2015 do que aquelas com vidas sexuais mais agitadas. Apesar de não encontrar a mesma resposta em homens, os pesquisadores ficaram surpresos ao observar que a relação sexual parecia ter um efeito direto no impacto da depressão para a saúde de ambos os sexos.

 

Efeitos benéficos

Mesmo após ajustar fatores de risco, como obesidade, idade avançada e status socioeconômico, os autores chegaram a conclusão de que pessoas que sofriam de pressão tinham cerca de três vezes mais probabilidade de morrer durante um período de baixa frequência sexual.

 

Fonte: Mega Curioso.

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Donos da globo ficam 16 bilhões mais ricos em 2024 segundo a forbes

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O patrimônio dos donos do Grupo Globo disparou R$ 16 bilhðes, cerca de US$ 2,8 bilhões, no último ano, segundo divulgou a revista Forbes. A empresa pertence a João Roberto Marinho, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho. Juntos, eles possuem uma fortuna de US$ 9 bilhões, cerca de R$ 51 bilhões.

No ranking de 2024, os três proprietários da Globo tinham um patrimônio total de US$ 6,2 bilhões (R$ 35,4 bilhões). Porém, mesmo com a alta do dólar em relação ao real, o patrimônio da família Marinho cresceu cerca de 45% em um ano.

A Forbes divulgou que cada filho de Roberto Marinho, fundador da emissora Rede Globo, possui uma fortuna de US$ 3 bilhões, cerca de R$ 17 bilhões. A família, contudo, não é apenas dona do canal de televisão, eles são proprietários do portal g1, Globoplay, emissoras de rádio (como CBN e Rádio Globo), editora de livros, jornais e revistas impressas, além da produtora Globo Filmes.

O filho mais velho de Roberto Marinho, o Roberto Irineu Marinho também é proprietário da Fazenda Sertãozinho, que produz o café gourmet Orfeu.

 

Valor total do ativo de Globo cresce em 2024

A Forbes não detalhou qual calculo foi realizado para determinar o patrimônio da família Marinho. O último levantamento divulgado pelo Grupo Globo mostra que o total do ativo da companhia também cresceu.

Em 2023, a Globo possuia R$ 27 bilhões em ativos, valor que subiu para R$ 30,9 bilhões em 2024.

O lucro líquido do Grupo Globo mais que dobrou no último ano, de R$ 838 milhões em 2023 para R$ 1,9 bilhão em 2024. A companhia registra o lucro depois de uma grande reestruturação, que contou com a venda de ativos e demissão de atores, diretores, autores, produtores. apresentadores e profissionais de outras funções.

Além disso, a Globo também pode ter sido beneficiada com a mudança do governo federal. A gestão Luiz Inácio Lula da Silva tem investido em publicidade nas empresas do grupo. Como mostrou Oeste, na soma de 2023 e 2024, o governo repassou mais de R$ 300 milhões para 0 conglomerado de mídia.

Segundo dados da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o valor destinado pelo governo Lula ao Grupo
Globo supera o montante de R$ 177 milhões que o Palácio do Planalto enviou à companhia durante a Presidência de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.

 

Fonte: Revista Oeste.

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Igreja Batista Filadélfia realiza bazar com preços acessíveis no dia 12 de abril

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A Igreja Batista Filadélfia de Santa Rosa promove no próximo sábado, dia 12 de abril, a 2ºedição do bazar solidário do projeto “Mãos Que Servem”, com uma proposta que une solidariedade, economia e cuidado com a comunidade.

O evento acontece das 9h às 14h, nas dependências da igreja, e contará com uma grande variedade de peças de roupas infantis, juvenis e adultas, todas em ótimo estado de conservação.

O destaque do bazar é o preço fixo de R$ 5,00 para a maioria dos itens. Além disso, haverá uma sessão especial com peças selecionadas com valores de R$ 10, R$ 20 e R$ 30, oferecendo opções acessíveis para todos os gostos e necessidades.

Essa é a segunda edição do bazar, que já se consolidou como uma importante ação social da Igreja Batista Filadélfia. A iniciativa faz parte do projeto “Mãos Que Servem”, que visa atender pessoas em situação de vulnerabilidade e promover a solidariedade por meio do voluntariado.

O evento também marca uma data especial para a comunidade: neste mês de abril, a Igreja Batista Filadélfia completa 72 anos de história em Santa Rosa, reforçando seu compromisso com o serviço cristão e o apoio à população local.

 

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