Tecnologia
Apple começa a vender óculos de realidade virtual nos EUA por R$ 17 mil

O Vision Pro, óculos de realidade virtual da Apple, começou a ser entregue para clientes nos Estados Unidos nesta sexta-feira (2), quase oito meses após seu anúncio. Apesar de não haver previsão para sua chegada ao Brasil, seu preço, mesmo nos padrões americanos, é considerado elevado, começando em US$ 3.499 (mais de R$ 17 mil na conversão direta).
Ao adentrar o setor de realidade virtual, a Apple evitou o termo “metaverso”, popularizado por Mark Zuckerberg nos últimos anos. Enquanto a empresa de Zuckerberg se renomeou para Meta, enfatizando seu novo foco em realidades imersivas, as apostas no metaverso ainda não decolaram. Os óculos, geralmente caros, o declínio do interesse na busca pela internet e a dificuldade de empresas como a Meta em lucrar nesse setor são alguns dos desafios.
A Apple, no entanto, destaca o Vision Pro como um “computador espacial revolucionário”, prometendo transformar a maneira como as pessoas trabalham, colaboram, se conectam, recordam memórias e desfrutam do entretenimento. O dispositivo é descrito como o primeiro da Apple que é olhado através, não para ele, segundo o CEO Tim Cook.
À primeira vista, os óculos da Apple se assemelham ao Quest Pro da Meta, lançado em 2022. Ambos possuem baterias com duração de cerca de 2 horas e oferecem modos de realidade mista, interagindo com o ambiente do usuário. No entanto, o Vision Pro permite transparência em toda a tela com o recurso EyeSight, que permite que outras pessoas vejam os olhos do usuário.
Outras distinções incluem a navegação sem controles físicos, dependendo dos movimentos das mãos, dos olhos ou de comandos de voz. O Vision Pro pesa cerca de 600 gramas, mais leve que o Quest Pro, e oferece opções de armazenamento de 256 GB, 512 GB e 1 TB. Com 6 microfones, 12 câmeras e o sistema operacional visionOS, suporta centenas de aplicativos e é equipado com os chips M2 e R1 para execução do sistema e processamento de imagens, respectivamente.
O preço do Vision Pro pode ultrapassar os US$ 3.499 da versão básica, chegando a quase US$ 5.200 (pouco mais de R$ 25 mil) com especificações avançadas e acessórios. Isso supera o custo de dois Quest Pro ou três iPhone 15 Pro Max nos EUA.
Fonte:G1
Tecnologia
Justiça do Trabalho gaúcha registra aumento no número de ataques hackers

O TRT4 (Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região), com sede em Porto Alegre, registrou um aumento significativo no número de ataques cibernéticos efetivos – aqueles que geram algum impacto nos sistemas – entre 2022 e 2024.
Enquanto 12 incidentes foram contabilizados em 2022 e 13 em 2023, o número saltou para 19 em 2024. No entanto, o diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações da Corte, André Farias, ressaltou que o volume de tentativas de ataques virtuais registrado diariamente é muito maior.
“Centenas de milhares de tentativas de ações maliciosas são registradas todos os dias, 24 horas por dia, todas devidamente bloqueadas pelos sistemas de segurança da informação”, afirmou Farias.
“O número, a complexidade e o poder danoso dos ataques têm aumentado cada vez mais ao longo dos anos”, disse o diretor, destacando a importância de manter sistemas robustos e atualizados para conter essas ameaças.
Somente entre 11 e 21 de novembro de 2024, os sistemas do tribunal bloquearam um robô (programa automatizado) que disparou 183 milhões de requisições ao sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). Frente ao avanço dos ataques hackers, o TRT4 tem intensificado a sua defesa cibernética.
Os ataques hackers mais frequentes enfrentados pela Justiça do Trabalho gaúcha são varreduras de rede, phishing e negação de serviço distribuído (DDoS, na sigla em inglês).
As varreduras de rede tentam identificar vulnerabilidades nos sistemas para futuras explorações. O phishing busca capturar credenciais de usuários ou induzi-los a executar programas maliciosos (softwares prejudiciais). Já os ataques DDoS visam sobrecarregar os sistemas e indisponibilizar o acesso a serviços digitais, como o PJe e o site do TRT4.
A origem dos ataques, muitas vezes, é mascarada por meio de técnicas que dificultam a identificação dos agressores. Contudo, investigações apontaram ações de organizações criminosas internacionais altamente especializadas.
Fonte: O Sul.
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