2023 registra o mês de outubro mais quente da história
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2023 registra o mês de outubro mais quente da história

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Michael Dantas / AFP

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O observatório europeu responsável pela medição prevê que 2023 será o ano mais quente

 

O mês passado foi o outubro mais quente já registrado no planeta, prolongando uma série de cinco recordes mensais consecutivos, anunciou nesta quarta-feira (8) o observatório europeu Copernicus, que prevê que 2023 será o ano mais quente da história.

Os novos dados, que na prática são traduzidos em secas, incêndios devastadores ou furacões mais intensos, reforçam os alertas dos cientistas antes da reunião de cúpula do clima COP28 da ONU em Dubai (30 de novembro a 12 de dezembro).

Podemos afirmar com quase total certeza que 2023 será o ano mais quente já registado — destacou Samantha Burgess, vice-diretora do serviço de mudança climática do observatório Copernicus.

O sentimento de necessidade urgente de adotar medidas climáticas ambiciosas antes da COP28 nunca foi tão forte— acrescentou Burgess em um comunicado.

No mês passado, com média de 15,38ºC na superfície do planeta, o resultado superou em 0,4ºC o recorde anterior de outubro de 2019, segundo o Copernicus. A anomalia é “excepcional” para as temperaturas mundiais. Outubro de 2023 foi “1,7°C mais quente do que a média para o mês de outubro no período 1850-1900”, antes da percepção dos efeitos das emissões de gases do efeito de estufa provocados pela atividade humana, acrescenta o observatório.

Desde janeiro, a temperatura média do planeta é a mais quente já registrada para os primeiros 10 meses do ano,1,43°C acima da média no período 1850-1900, segundo o Copernicus.

“Estado de sítio”

Mais do que nunca, 2023 se aproxima do limite emblemático de +1,5ºC estabelecido pelo Acordo de Paris. A COP28 deve apresentar a primeira avaliação oficial desde a adoção da meta e, se possível, as primeiras medidas de correção. A Organização Meteorológica Mundial previu que o limite deve ser superado pela primeira vez no período de 12 meses nos próximos cinco anos.

Porém, será necessário registrar o aumento de 1,5°C na média ao longo de vários anos para considerar que a barreira foi superada do ponto de vista climático. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU prevê que há 50% de possibilidade de que isto aconteça entre 2030 e 2035, levando em consideração o ritmo das emissões de gases do efeito estufa.

Atualmente, os cientistas consideram que o aquecimento está na faixa de +1,2ºC na comparação com a era pré-industrial.

As medições do Copernicus remontam a 1940, mas podem ser comparadas com as temperaturas dos milênios anteriores, estabelecidas graças aos anéis dos troncos das árvores ou aos núcleos de gelo. Os dados obtidos com estes métodos sugerem que as temperaturas atuais são provavelmente as mais quentes em mais de 100 mil anos.

“A vida no planeta Terra se encontra em estado de sítio”, alertou um grupo de cientistas renomados no final de outubro em um relatório que denunciou o “progresso mínimo” na redução das emissões de CO2.

El Niño

Assim como aconteceu em 2016, até o momento o ano mais quente já registrado, o El Niño se une aos efeitos da mudança climática para elevar a temperatura. O fenômeno cíclico no Pacífico geralmente atinge o pico na época do Natal. O observatório Copernicus destacou que o fenômeno segue ativo, “embora as anomalias sejam inferiores às registradas neste período do ano” em 1997 e 2015, quando o El Niño foi historicamente intenso.

Em outubro, a seca afetou regiões dos Estados Unidos e México, mas outras áreas do planeta registraram condições mais úmidas que o habitual, geralmente vinculadas a tempestades e ciclones.

Os oceanos contribuem em grande medida para os recordes. As temperaturas na superfície dos mares registram recordes todos os meses desde abril. Em outubro alcançaram a média de 20,79ºC. Isto aumenta a intensidade das tempestades, com mais água evaporada, e acelera o degelo de plataformas flutuantes como a Gronelândia e a Antártica, cruciais para evitar o aumento do nível do mar.

O gelo marinho da Antártica permanece pelo sexto mês consecutivo em um nível recorde para a temporada, 11% abaixo da média, segundo o Copernicus. No Ártico, outubro foi o sétimo mês consecutivo, 12% abaixo da média.

 

Fonte: GZH

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Frio avança e muda o tempo no Rio Grande do Sul

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A entrada de uma massa de ar frio derruba as temperaturas no Rio Grande do Sul a partir desta quinta-feira (3). O tempo segue fechado em grande parte do estado, com previsão de pancadas de chuva na Grande Porto Alegre, Serra, Missões e Norte. Em algumas cidades, a chuva pode ser intensa, acompanhada de rajadas de vento e risco de temporais isolados. Já em outras regiões, o tempo começa a firmar ao longo do dia.

Em Santa Rosa, a quinta-feira será de muitas nuvens, mas com momentos de abertura de sol e possibilidade de chuva rápida. Os termômetros variam entre 20°C e 25°C.

Na sexta-feira (4), a chegada do ar frio se intensifica, derrubando as mínimas para 14°C, enquanto as máximas não devem passar dos 20°C em algumas localidades. O sábado (5) promete amanhecer ainda mais frio, com mínima de 11°C e máxima de 23°C.

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Chuvas em Tuparendi: março registra 141 mm de precipitação

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Tuparendi registrou um total de 141 mm de chuva ao longo do mês de março de 2025, segundo informações enviadas pelo seguidor Iraldino Gaviraghi. A precipitação foi distribuída em quatro principais momentos ao longo do mês.

No dia 9 de março, a cidade recebeu 20 mm de chuva. Posteriormente, no dia 27, houve um acumulado significativo de 75 mm. No dia 29, mais 15 mm foram registrados, e para finalizar o mês, no dia 31 de março, a precipitação alcançou 31 mm.

Esses números mostram um volume considerável de chuvas em Tuparendi, refletindo a variabilidade climática da região. As precipitações são essenciais para a agricultura local e o abastecimento de água, mas também demandam atenção para evitar problemas como alagamentos e erosão do solo.

Continuaremos acompanhando as condições meteorológicas da região e convidamos nossos leitores a compartilharem suas observações sobre o clima na cidade.

 

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Primeiras massas de ar Polar já tem data para ocorrer

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Próximo do dia 12 de abril e 04 de maio que massas chegarão ao Estado

Análise dos prognósticos de médio e longo prazo já dão sinais de quando o frio mais forte poderá chegar ao Brasil. O outono climático até agora registrou grande variabilidade térmica o que é normal no começo da estação de transição. A primeira semana do mês de março foi escaldante e nas demais houve refresco. Massas de ar seco já proporcionaram manhãs frias em partes do sul do Brasil. Tanto que a primeira geada do ano já ocorreu.

A pergunta é quando o frio mais amplo e generalizado irá chegar ao Brasil?

No prognóstico de outono a MetSul já apontou que o outono terá temperatura acima da média histórica em grande parte do território Nacional. Em contrapartida isso não significa ausência total de dias com frio, que naturalmente ocorrem nessa época do ano. Em março até agora a menor temperatura registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia na capital gaúcha foi 16,4°C no dia 14.

Finalmente com base nas análises das saídas gráficas dos modelos matemáticos para os próximos 45 dias algumas informações interessantes apresentam sinais importantes da variabilidade da temperatura nas próximas semanas.

Aí redor do dia 12 de abril e posterior a isso no começo de maio, por volta do dia 04. Como resultado concluímos que nessas duas datas, especialmente, há potencial para a ocorrência de incursão de massa de ar de origem polar que poderá impactar, sobretudo, partes do Centro e Sul do país.

Não será um período prolongado de frio, e terá elevação em seguida.

Nesse sentido, é provável que ocorra mudança brusca de temperatura com previsão de frio significativo por um curto período tanto em abril quanto em maio.

Se esse frio irá provocar a formação somente no curto prazo será possível prever. Se ocorrerá as primeiras marcas negativas de temperatura, também só será possível prever no curto prazo.

É importante ressaltar que os prognósticos poderão mudar, justamente por se tratar do outono, mas é bom indicativo que teremos a predominância de dias amenos e até quentes, alternado com curtos de períodos de frio, os quais poderão ser pontualmente intensos.

Agora ondas de frio, com períodos superiores a 5 dias de marcas muito baixas de temperatura, pelos prognósticos atuais é mais provável que só ocorram mesmo no inverno climático. As projeções sustentam a projeção inicial de um outono de 2025 mais quente que o normal. Apesar disso, curtos de frio irão ocorrer dentro da estação.



Fonte Metsul Meteorologia.

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