Política
Governo organiza força-tarefa para ajudar municípios atingidos por chuva

O governador Eduardo Leite recebeu, na tarde desta segunda-feira (4/11), no Palácio Piratini, representantes de municípios atingidos pelos intensos temporais desde a semana passada. De acordo com o boletim mais recente da Defesa Civil estadual, o Estado tem 14 cidades atingidas – há mais de 6 mil pessoas fora de casa, entre desabrigados e desalojados.
Depois de ouvir as demandas, que se concentram principalmente na doação de telhas e no empréstimo de maquinário, o governador garantiu que os prefeitos podem contar com o apoio do Estado. “A burocracia existe para evitar que os recursos destinados a essas causas emergenciais sejam mal utilizados, mas também não podemos permitir que a burocracia ultrapasse os limites do razoável”, ponderou o governador.
Leite determinou que os secretários Covatti Filho (Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural) e José Stédile (Obras e Habitação), além do coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Júlio César Rocha Lopes, atuem em conjunto, em uma força-tarefa, para dar continuidade à conversa com os prefeitos e, assim, prestar a assistência necessária aos municípios.
Depois de ter prestado ajuda emergencial aos municípios, a Defesa Civil deve começar, agora, a ajudar na reconstrução de estradas e de vias que foram destruídas. “Os prefeitos ainda devem fazer o levantamento detalhado dos estragos para identificarmos as necessidades. Estaremos trabalhando em força-tarefa e queremos também fazer parceria com a Corsan e com a CEEE para que essas cidades possam voltar à normalidade o mais rápido possível”, disse o coronel Rocha.
Desde que a chuva começou a fazer estragos, a Defesa Civil tem enviado ajuda humanitária, que consiste em lonas, cestas básicas, cobertores e peças de roupas, além de ter auxiliado na desobstrução de vias, com remoção de postes e de árvores caídos.
Na reunião, estiveram presentes o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Luís Augusto Lara; o deputado Frederico Antunes, líder do governo na AL; o deputado estadual Pedro Pereira; o deputado federal Afonso Hamm; os prefeitos de Dom Pedrito, Mário Augusto de Freire Gonçalves, de Aceguá, Gerhard Martens, e de Candiota, Adriano Castro dos Santos; o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho, e o secretário-chefe da Casa Civil, Otomar Vivian.
Destaque
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Política
Ronaldo Caiado afirma que irá lançar chapa com Gusttavo Lima à Presidência

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), disse nesta quarta-feira (5), que deve começar em breve a pré-campanha à Presidência da República de 2026 ao lado do cantor Gusttavo Lima. O evento de lançamento da chapa está agendado para o dia 4 de abril, em Salvador. Caiado ressaltou que a parceria com Lima está confirmada, mesmo que a filiação partidária do cantor ainda não tenha sido definida e possa ocorrer apenas no ano da eleição.
Os dois têm planos de realizar uma série de viagens por diversos Estados do Brasil, e a definição sobre quem será o candidato principal e quem ocupará a vice-presidência será baseada nas pesquisas eleitorais que forem realizadas. “Vamos sair juntos para disputar a Presidência. Em 2026, vamos decidir. Dia 4 de abril vou receber o título de cidadão baiano e vou lançar minha pré-candidatura. O Gusttavo Lima estará lá e vamos juntos caminhar os Estados. As decisões serão tomadas no decorrer da campanha. Mas uma decisão está tomada: nós andaremos juntos”, declarou ao Globo.
Gusttavo Lima, por sua vez, tem demonstrado um crescente interesse pela política, ajustando sua agenda musical para incluir compromissos políticos. Recentemente, ele se encontrou com o empresário Luciano Hang, que é conhecido por seu apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o que pode indicar uma aproximação com figuras do cenário político.
A articulação de Caiado para a formação da chapa enfrenta concorrência acirrada entre possíveis candidatos da direita, como Jair Bolsonaro, que defende que irá manter a pré-candidatura, e o nome de Tarcísio de Freitas sendo cotado, apesar dele manter a versão de que concorrerá à reeleição pelo governo do Estado de São Paulo.
Fonte: Jovem Pan.
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Bancada do PT elege fim da escala 6×1 e isenção do Imposto de Renda como pautas para “salvar” popularidade de Lula

A bancada do PT na Câmara, liderada por Lindbergh Farias (RJ), elegeu o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho e um de descanso) como uma de suas principais bandeiras na disputa política neste ano. O outro foco é a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A avaliação entre petistas é de que será preciso intensificar a defesa de medidas populares no Congresso para tentar alavancar a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com foco na tentativa de reeleição em 2026.
Ainda não está definido se o próprio governo fará campanha pela redução da jornada de trabalho no comércio e em parte do setor de serviços, mas a bancada se preparar para centrar esforços na discussão, já a partir da próxima semana. A investida ocorre num momento em que o governo muda sua articulação política e entrega a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) para o comando da presidente do PT, Gleisi Hoffmann.
No último dia 25, a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece a escala 4×3 (quatro dias de trabalho e três de descanso). O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) também é autor de uma PEC que trata do assunto.
Petistas ainda apostam que a mudança na SRI deixará a equipe de Lula mais coesa nesse debate político. A escolha de Gleisi também faz parte do “modo campanha” adotado pelo governo Lula, após a popularidade da gestão Lula 3 despencar. O perfil combativo da presidente do PT, que é popular entre a militância da sigla, foi levado em conta no xadrez da reforma ministerial.
Ao longo dos últimos dois anos, Lula estabeleceu um “tripé de rejeição”, até amargar o derretimento da popularidade em todo o País. Os três fatores que empurram o governo ladeira abaixo são apontados por integrantes da própria base aliada a Lula: erros na economia, apatia política e desconexão com a vida real do brasileiro.
Fonte: Estadão Conteúdo.
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