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WhatsApp limita o encaminhamento de mensagens a uma por vez – Portal Plural
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WhatsApp limita o encaminhamento de mensagens a uma por vez

Reporter Global

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Medida foi tomada, de acordo com o aplicativo, para evitar a divulgação de fake news durante a pandemia de coronavírus | Foto: Fabiano do Amaral / CPMemória


O aplicativo de mensagens WhatsApp anunciou, nesta terça-feira, que só vai permitir que os usuários encaminhem uma mensagem por vez — desde janeiro de 2019, era possível enviar a até 5 destinatários a mesma mensagem. A medida foi tomada, de acordo com o aplicativo, para evitar a divulgação de fake news durante a pandemia de coronavírus.

“Geralmente, as mensagens encaminhadas muitas vezes podem conter informações falsas e não são tão pessoais quanto as mensagens típicas enviadas pelos seus contatos no WhatsApp. Agora, atualizamos o limite de encaminhamento para que essas mensagens só possam ser encaminhadas para uma conversa por vez”, diz o comunicado.

O WhatsApp informou também que passa a usar a sinalização de setas duplas para indicar que a mensagem recebida não foi criada por quem a enviou. O aplicativo, que pertence ao Facebook, ainda destacou na nota que o envio de mensagens é algo positivo, no entanto, houve um aumento de encaminhamentos neste período.

“Sabemos que muitos usuários encaminham informações úteis, vídeos divertidos, pensamentos ou orações, que têm um significado especial e pessoal para seus contatos. Nas últimas semanas, muitas pessoas em todo o mundo também têm usado o WhatsApp para organizar homenagens aos profissionais de saúde que estão trabalhando na linha de frente no combate à pandemia, por exemplo. Entretanto, temos visto um aumento significante na quantidade de mensagens encaminhadas que, de acordo com nossos usuários, podem contribuir para a disseminação de boatos e informações falsas. Acreditamos que é importante desacelerar a disseminação de mensagens encaminhadas para que o WhatsApp continue sendo um espaço seguro para conversas pessoais”, destaca o aplicativo.

O comunicado termina dizendo que o aplicativo deve continuar a funcionar “com estabilidade durante essa crise mundial sem precedentes”.

Correio do Povo

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Tecnologia

Os detalhes dos novos MacBooks e o novo chip próprio da Apple

Pável Bauken

Publicado

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A Apple, empresa mais valiosa do mundo e primeira a ultrapassar U$ 2 trilhões em valor de mercado, nem sempre foi pioneira. Ela não criou o primeiro computador pessoal nem o primeiro smartphone. O que caracteriza a empresa é sua capacidade de reinventar-se, produzindo algo ainda mais original.

Exatamente quando seus rivais como Amazon, Google e Facebook se voltam para a produção de tecnologias emergentes como a realidade virtual aumentada e a Inteligência Artificial, a empresa vem sendo questionada qual será seu próximo lance de efeito para manter seu status e concorrer com os gigantes.

Respondendo aos anseios de todos, a fabricante acaba de lançar seus novos modelos de Macbooks em um evento online chamado “One more thing” (“Mais uma coisa”, em tradução do inglês), uma apresentação previamente gravada e transmitida exclusivamente online na terça-feira (dia 10), por conta da pandemia do coronavírus,

Os novos modelos são os primeiros equipados com processadores desenvolvidos internamente. A empresa apresentou os novos chips pela primeira vez em sua Conferência Mundial de Desenvolvedores em junho, com o CEO Tim Cook dizendo que lançaria os primeiros computadores equipados com os novos chips até o final do ano e completaria toda a transição em dois anos.

O primeiro chip interno da empresa, baseado nos chips da série A que vêm sendo usados em iPhones e iPads há anos, é chamado M1. Cook o descreveu como “de longe o chip mais poderoso que já criamos.” A empresa revelou três novos dispositivos movidos pelos chips M1. Mas o que muda e quais são os dispositivos que introduzem a nova construção da empresa?

MacBook Air

A Apple usou os novos chips para reiniciar um de seus notebooks mais populares. O novo MacBook Air de 13 polegadas foi o primeiro dispositivo revelado. Contando com o novo chip M1, o equipamento será, segundo a empresa, “até 3,5 vezes mais rápido” do que os modelos anteriores – e até três vezes mais rápido do que um notebook similar com o sistema operacional Windows, da Microsoft

O tamanho menor e a maior eficiência do chip também permitiram à Apple remover a ventoinha que mantém seus laptops resfriados, com a empresa se vangloriando de que o novo Air é “completamente silencioso”. Games sabidamente pesados, a exemplo de League of Legends, além de plataformas de cassino online, agora rodarão de forma que o usuário jamais notará o ventilador funcionando.

MacBook Pro

A Apple também está adicionando o novo chip a um de seus modelos mais sofisticados. O M1 agora irá alimentar o MacBook Pro de 13 polegadas, melhorando ainda mais seu desempenho e velocidade. Outros recursos habilitados pelo novo chip incluem reprodução mais rápida para vídeo de 8K e melhores recursos de aprendizado de máquina.

Os novos chips também proporcionam o que a Apple diz ser “a bateria mais longa de todos os tempos em um Mac”. O novo Pro é capaz de 17 horas de navegação na web e 20 horas de reprodução de vídeo.

Mac Mini

O último dispositivo a funcionar pelos chips internos é o computador de mesa compacto da Apple, o Mac mini. O sistema desktop, equipado com portas USB-C que permitem a conexão a um monitor de sua escolha, oferece uma alternativa de alto desempenho para usuários que preferem trabalhar em monitores maiores e precisam que seus computadores façam um trabalho mais pesado do que um laptop.

Uma opção para editores de foto e vídeo, operadores de plataformas que necessitam de visualizações extensas, e até para os amantes de jogos de apostas online, que conseguem uma imersão sem igual e com um processamento de deixar o usuário de queixo caído.

Os analistas dizem que a mudança para seus próprios chips dará à Apple e a seus usuários várias vantagens, incluindo melhor desempenho e duração da bateria. Como a Apple já usa seus chips internos no iPhone e no iPad, trazer essa capacidade para sua linha de Mac dará à Apple mais controle sobre as atualizações e experiência do usuário, e permitirá que os aplicativos funcionem de forma mais integrada entre os dispositivos.

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS – Estadão

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Tecnologia

Governo libera R$ 409 milhões para projetos de tecnologias da internet

Reporter Global

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Repasse do Funttel será operacionalizado pelo BNDES e pela Finep

 

O Ministério das Comunicações (Minicom) anunciou nesta terça-feira (24) o repasse de R$ 409 milhões para investimentos no desenvolvimento e ampliação de tecnologias de internet das coisas em sistemas agrícolas, de transporte, de saúde e de segurança, e em soluções para internet 5G. Os recursos são provenientes do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Comunicação (Funttel), que completa 20 anos esta semana.

De acordo com o governo federal, os recursos vão financiar 17 projetos, em um prazo de 36 meses, a partir de operações de crédito viabilizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Cada instituição receberá R$ 204,9 milhões. O limite de financiamento é de até R$ 30 milhões por entidade ou empresa beneficiária a cada 24 meses, mas esse valor poderá ser ampliado mediante autorização específica do conselho gestor do Funttel.

“A gente elencou duas prioridades. A primeira é usar esses R$ 200 milhões para dar acesso a conexão de internet para cerca de 800 mil pessoas. E a segunda, usar esses recursos para toda a cadeia de telecomunicações e inovação”, destacou o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, durante cerimônia que marcou a transferência dos recursos do Ministério das Comunicações para o banco.

A expectativa do governo é que os projetos possam gerar até 41 mil novos empregos diretos e indiretos no país, além de aumentar a competitividade da indústria brasileira de telecomunicações.

Segundo o Minicom, o repasse deste ano é o maior montante anual já liberado pelo Funttel desde a sua criação, uma alta de 36% em relação a 2019, e quase quatro vezes superior à média anual de repasses feitos entre 2001 e 2018. O Funttel foi criado em 2000 com o objetivo de estimular projetos de inovação tecnológica, a capacitação de pessoas, o fomento à geração de empregos e a promoção do acesso de pequenas e médias empresas a recursos de capital.

A gestão deste fundo está no âmbito do Ministério das Comunicações. O recurso é formado a partir 0,5% sobre o faturamento líquido das empresas prestadoras de serviços de telecomunicações e contribuição de 1% sobre a arrecadação bruta de eventos participativos realizados por meio de ligações telefônicas.

 

Agencia Brasil

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Tecnologia

Anatel prevê leilão do 5G no final do primeiro semestre de 2021

Reporter Global

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Marcello Casal JR/Agencia Brasil

 

Edital deverá exigir das empresas compromisso com investimentos

 

Integrantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, reuniram-se na tarde desta terça-feira (24) com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, para tratar da preparação do leilão da rede móvel 5G.

Sorteado como relator do processo na agência reguladora, o conselheiro Carlos Manuel Baigorri afirmou que o cronograma prevê a sessão de lances no fim do primeiro semestre do ano que vem. “A previsão é ter um edital aprovado na Anatel no começo do ano que vem, sendo que a sessão de lances deve acontecer ao final do primeiro semestre. Esse é o cronograma com que trabalhamos e vamos persegui-lo, apesar dos desafios que se colocam à nossa frente”, afirmou o relator a jornalistas após a reunião.

Além de ser aprovado pela Anatel, o edital deverá ser analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo o presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais, o edital do 5G não terá objetivo arrecadatório, e será construído para exigir das empresas vencedoras maiores compromissos de investimento no setor.

“Deverá ser o maior leilão de direito de uso de radiofrequência da história do Brasil. E nós estamos trabalhando com uma abordagem que privilegia compromissos de investimento em detrimento de uma abordagem meramente arrecadatória. O Brasil ainda tem lacunas de infraestrutura de telecomunicações, seja na parte de acesso, seja na parte de transporte. Esse leilão é uma oportunidade singular de nós preenchermos essas lacunas”, destacou.

A tecnologia 5G de internet móvel, em sua máxima potência, deverá oferecer altíssimas velocidades de internet no Brasil, até 20 maiores do que a 4G, além de maior confiabilidade e disponibilidade. Essa tecnologia terá também capacidade para conectar massivamente um número significativo de aparelhos ao mesmo tempo.

Entre as empresas do setor, a chinesa Huawei desponta como uma das principais fornecedoras de equipamentos paras operadores de telecomunicações que devem disputar o leilão. O grupo chinês disputa o mercado internacional com tecnologia dos Estados Unidos (EUA) e da Europa e chegou a ter suas operações restringidas no país norte-americano, no ano passado, após uma ordem do presidente Donald Trump, que alegou ameaça à segurança nacional, por supostos dispositivos de vigilância embutidos nos aparelhos da empresa.

Questionado por jornalistas se o governo brasileiro poderia estabelecer algum tipo de restrição à participação de grupos chineses, como tem sido defendido por uma aliança de países liderada pelos EUA, Fábio Faria disse que o trabalho de sua pasta era na parte técnica. “Aqui não tratamos de geopolítica, o que foi tratado aqui são os técnicos da Anatel, os conselheiros que vieram conhecer o presidente da República”, afirmou.

Além do ministro Fábio Faria e dos conselheiros da Anatel, participou da reunião o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, responsável pela área de inteligência do governo federal. Segundo Fábio Faria, por se tratar de um assunto ligado à segurança nacional, é praxe que o ministro da área acompanhe o debate sobre novas tecnologias da comunicação. “Em todos os países, o [equivalente ao] GSI participa, porque se trata também de segurança nacional. Então, o GSI participa e participará. Tem um papel fundamental”, respondeu o ministro ao ser perguntado por um repórter.

 

 

Agencia Brasil

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