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WhatsApp libera configuração para usuário escolher se quer ser adicionado em grupo

Pável Bauken

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O WhatsApp divulgou nesta quarta-feira (6) uma nova configuração de privacidade que permite ao usuário evitar que desconhecidos o adicionem em grupos de conversa.

O recurso era testado na Índia desde abril. Agora, começa a funcionar gradualmente em todos os países onde o aplicativo opera. Era uma demanda especial para o Brasil, onde a inclusão de integrantes em grupos sem permissão virou uma prática comum na época das eleições.

O controle também deve minimizar o efeito de conteúdos virais disseminados em grupos.

Para ativar o recurso, o usuário deve abrir o WhatsApp e fazer o seguinte caminho: configurações, conta, privacidade e grupos. Na última opção, decide quem tem permissão para adicioná-lo em grupos: todas as pessoas, apenas seus contatos ou apenas alguns de seus contatos.

Administradores de grupos que não puderem incluir uma pessoa que tenha ativado o controle poderão enviar um convite privado via conversa individual para o usuário, que escolhe se deseja entrar no grupo. Ele terá três dias para aceitar o convite antes que expire, segundo a empresa.

A função ainda não está disponível a todos os usuários, mas isso deve ocorrer nos próximos dias, de acordo com o WhatsApp. É preciso estar com o aplicativo atualizado na última versão.

A medida segue outras mudanças que tentam tornar o aplicativo, que pertence ao Facebook, um pouco mais privativo, como a redução do limite de encaminhamentos de mensagens, de 20 para cinco, e o selo que aparece quando uma mensagem é encaminhada a partir de outra conversa no mensageiro.

Gaúcha/ZH

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Covid-19 faz o Brasil ter maior taxa de desemprego dos últimos 30 anos

Reporter Plural

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Número de desempregados foi de 10,1 milhões em maio a 12,9 milhões em agosto

Somente nos últimos quatro meses de pandemia a taxa de desemprego aumentou 27,6% atingindo seu maior patamar em agosto, da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, iniciada em maio desse ano.

Para entender o crescente número deve mos considerar que no início de maio, todo mundo estava afastado, em distanciamento social, e as pessoas não puderam se empenhar numa forte procura por emprego. O mercado de trabalho estava congelado para ver como as coisas iriam se desenrolar. As empresas foram obrigadas a se manter fechadas e não tinha sequer local onde essas pessoas pudessem trabalhar.

Então, à medida que o período de distanciamento social se estendeu muitas empresas não conseguiram manter funcionários em seus postos e passaram a fazer acordos de desligamento. Além disso, a grande parcela da população que se ocupava com empregos informais, perdeu completamente seu espaço durante esse período   Assim, taxa de desocupados, que era de 10,5% no início de maio, sofreu um crescimento progressivo que explica a alta, tanto das variações negativas da população ocupada quanto ao aumento de pessoas que passaram a buscar trabalho.

De acordo com a última estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o contingente de desempregados em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho chega a 12,9 milhões. Todavia, o IBGE considera que houve estabilidade do indicador e atribui o crescimento da população desocupada à retomada da busca por emprego diante da crescente retomada das atividades econômicas pelo país.

Com o afrouxamento do isolamento social, e o retorno das atividades, ainda que com restrições, o empresário Wilson Borges Pereira IV vê o cenário com positivismo. “Apesar de a crise estar longe de acabar, já há uma esperança no ar de que ainda possamos recuperar um pouco das perdas deste ano. Os números da produção e do emprego começaram a mostrar sinais positivos, e a previsão é de aquecimento na economia, o que vai gerar mais empregos produtivos e até mesmo a realocação daqueles que perderam suas posições”.

 

Fonte: Wilson Borges Pereira IV

 

FONTE Wilson Borges Pereira IV

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Brasil é 6º que mais gasta com funcionalismo entre 70 países, diz CNI

Reporter Global

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O levantamento foi feito pela CNI (Confederação Nacional da Indústria)

 

A despesa com servidores públicos ativos e inativos no Brasil foi equivalente a 13,4% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2018, o que coloca o país entre os que mais gastam com pessoal numa lista de 70 países para os quais o FMI (Fundo Monetário Internacional) disponibiliza dados.

O levantamento foi feito pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e é parte da campanha da entidade em defesa da reforma administrativa em tramitação no Congresso (PEC 32/2020).

“A reforma administrativa é um caminho para reduzir e racionalizar o gasto público, a fim de melhorar a qualidade e a eficiência do atendimento prestado à população”, afirma Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, em comunicado. “O Estado precisa ter condições de responder pelo funcionalismo, mas também aos anseios da sociedade por serviços essenciais como saúde, educação e transporte”

Segundo a entidade, o Brasil está em sexto lugar no ranking de países que mais gastam com funcionalismo como proporção do PIB, atrás de países como Arábia Saudita (16,5%), Dinamarca (15,3%), África do Sul (14,6%) e Noruega (14,3%).

Ainda conforme a CNI, o país supera nações mais ricas como Suécia (12,7%), França (12,1%), Itália (9,5%) e Alemanha (7,5%).

Em média, o gasto com trabalhadores públicos representou 9,9% do PIB entre os integrantes da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), ou 3,5 pontos percentuais abaixo do índice brasileiro. Na América Latina, os percentuais também são inferiores em países como Colômbia (6,4%), Peru (6,6%) e Chile (6,9%).

Na avaliação da entidade patronal, a principal explicação para o maior comprometimento do orçamento brasileiro com o funcionalismo está na vantagem salarial dos servidores em relação aos trabalhadores da iniciativa privada.

E uma das consequências é a redução do espaço para despesas discricionárias (aquelas sobre as quais o governo tem algum grau de decisão, ao contrário das obrigatórias) e realização de investimentos públicos.

A entidade destaca que, embora o governo federal tenha apenas 10,4% do total de servidores do país, seu gasto com pessoal representa 25% da despesa total com funcionalismo nos três níveis federativos, porque a União paga remunerações mais altas.

“A remuneração de trabalhadores do setor público federal é 67% maior [do que no setor privado], índice mais alto analisado em estudo do Banco Mundial que incluiu 53 países”, observa a CNI. O prêmio salarial dos servidores estaduais (31%) também se encontra entre os mais altos do mundo. Em média, a vantagem salarial do funcionalismo é de 16% entre os países pesquisados.

A confederação observa, no entanto, que o número de servidores públicos no Brasil não é excepcionalmente alto em proporção da população (5,6%), ficando abaixo da média de países da OCDE (9,6%), mas acima da média da América Latina e Caribe (4,4%).

O funcionalismo representa 12,5% do total de trabalhadores no país, enquanto esse percentual é de 21,1% na OCDE e de 11,9% na média da América Latina e Caribe em 2018.

 

 

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A pandemia de COVID-19 e os impactos irreversíveis na educação

Reporter Plural

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Ilustração Google

 Com o retorno das atividades em diversos setores após o período de isolamento social, o que mais preocupa é ainda o amplo debate sobre as conseqüências da pandemia de COVID-19 para a educação. E quando falamos de educação devemos considerar todo ecossistema educacional que inclui, não somente as instituições de ensino (escolas e universidades), funcionários, alunos (corpos docentes e discentes das escolas e universidades), além de instituições de ensino regulares, técnicas e outros cursos extracurriculares, mas também outros profissionais intimamente ligados ao setor, como fornecedores de alimentos e serviços, transportadores escolares, serviço de limpeza e mantenedores que também atendem o setor.

O isolamento criou, pela necessidade, adaptações de novos hábitos e comportamentos em tudo e em todo o mundo, inclusive nas instituições de ensino, que estão revendo uma série de processos, estruturas e metodologias. Lidar com a imprevisibilidade exigiu um aprendizado instantâneo e emergencial, e um trabalho muito mais alinhado fazendo com que, mesmo distantes, a união de esforços em prol de um bem maior fosse adotada. Houve uma mobilização global para aportar recursos e conhecimentos especializados em tecnologia, conectividade, inovação e criatividade a favor da educação, mas ainda, apesar disso, pesquisas apontam uma série de questões que podem agravar o aprendizado e o aumento das desigualdades no médio e longo prazo, pois nada do que foi adotado não foi planejado, não houve transição para esse novo modelo, então certamente haverá perdas.

Uma questão primordial a se pontuar envolve as limitações pedagógicas e tecnológicas que dificultam e impedem o desenvolvimento de atividades de educação à distância em nosso país, outra é a desigualdade gritante entre o ensino do sistema público e privado ? e a própria distância social entre as famílias dos estudantes. Enquanto alunos de escolas particulares aprendem por meio de diversos recursos e estratégias combinadas, como vídeo ao vivo ou gravado, envio de tarefas, mentoria e sessões em grupos menores para tirar dúvidas, muitos estudantes das escolas públicas sequer têm acesso à internet. É importante verificar que a falta de uma política de acesso à internet mais igualitária no Brasil começa a dar claros sinais de alerta.
A crise do coronavírus terá efeitos perenes sobre a forma de aprender e ensinar, vale lembrar que nem todos os municípios brasileiros possuem estrutura de tecnologia para ofertar ensino remoto e nem todos os professores têm a formação adequada para dar aulas virtuais. Outra realidade que complica a adesão de alunos às aulas on-line são os softwares utilizados para esse fim, que, em sua grande maioria, são desenvolvidos para funcionar em computadores ? ambiente acessado atualmente por apenas 57% da população brasileira, segundo o IBGE. Muitas crianças da geração Z nunca ligaram um computador e 97% dos brasileiros acessam a internet pelo celular. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apenas 42% das classes “D” e “E” estão conectadas, sendo que mais de 70% dos usuários encontram-se nas áreas urbanas,  processo que é agravado pela precariedade ou inexistência de internet em uma parcela significativa dos lares onde residem muitos estudantes
Para Wilson Borges Pereira IV, empresário carioca, “a crise do coronavírus deixa impactos irreversíveis e ainda não dimensionáveis na educação, que já é conflitante em nosso país há muitos anos. neste momento e daqui para adiante medidas que atenuem a situação dos estudantes em todas as instâncias são necessárias, pois dessa forma, isso poderia vir a aumentar a desigualdade no nosso país. As crises trazem aprendizados aos que estão abertos e preparados. Espero, sinceramente, que depois dessa pandemia a educação volte melhor e mais forte”.

No ensino superior a educação presencial, é insubstituível quando o professor pode trabalhar com um número pequeno de alunos, mas quando se trata de grandes turmas, a educação mediada por tecnologia pode ser mais eficaz do que o método tradicional. O problema da desigualdade no ensino superior já existia, mas a flexibilidade e o acesso a recursos pedagógicos de qualidade podem contribuir para reduzir as desvantagens de quem mora longe, precisa trabalhar ou aquele que não conseguiu entrar numa ‘universidade de prestígio’, lembrando que tecnologias permitem o compartilhamento de cursos, professores e materiais pedagógicos, com custo reduzido, mantendo a qualidade

Os professores estão descobrindo que podem usar recursos pedagógicos que tornam suas aulas mais interessantes e a interação com os estudantes pode ser mais facilitada. Os estudantes têm mais flexibilidade para organizar seu tempo e não precisam se deslocar para as universidades simplesmente para assistir às aulas. E os currículos tradicionais, organizados como linhas de montagem, podem ser substituídos por seqüências flexíveis de estudo adaptadas a cada estudante.

Antes da pandemia, o ensino superior brasileiro já estava com dificuldades crescentes. As universidades públicas tinham problemas sérios de financiamento, que deverão tornar-se mais graves, e muitas das instituições privadas estavam se tornando insolventes. E 30% a 40% dos estudantes, nas faculdades públicas e privadas, abandonavam os cursos antes de terminar; metade dos formados trabalhava em atividades que não requeriam formação superior. A pesquisa científica e a pós-graduação haviam crescido muito, mas os cursos de alto nível e as publicações científicas de alta qualidade estavam concentrados em poucas instituições públicas, com as demais tendo os custos, mas não os resultados de manter todo o professorado em tempo integral. O sistema de avaliação, caro e obsoleto, não informava à sociedade quais eram os bons cursos, nem o destino de seus formados, nem se estão adquirindo as competências requeridas pela economia digital do século 21. 

Fonte: Wilson Borges Pereira IV, com dados do IPEA e IBGE 

FONTE Wilson Borges Pereira IV 

 

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