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Essência Feminina

Você concorda com seu passado assim como ele foi?

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Outro grande ensinamento por parte das Constelações Sistêmicas foi a concordância das coisas como elas são e da forma como elas se apresentaram para nós. Concordar não é submeter-se cegamente as condições, mas compreender que o passado não pode ser alterado e que foi a única forma possível da vida ter acontecido.

Muitas vezes nos pegamos pensando sobre as alternativas não escolhidas, ou seja, como teria sido se eu tivesse feito aquela outra escolha? Como teria sido se eu tivesse aceitado aquele trabalho? Como teria sido se eu tivesse empreendido? Como teria sido se aquele relacionamento tivesse dado certo? E assim segue. Todas essas perguntas são uma forma velada da nossa não concordância perante a maneira como a vida se deu. Elas maquiam a nossa insatisfação com o que é real em nossa vida.

Na nossa ânsia por negarmos o negativo e o que causa dor, negamos também o que é positivo e prazeroso. Pois a vida é sempre dual, ou seja, “ reconheço que a natureza da vida é equilíbrio – que sempre experimentarei os “altos” assim como os “baixos”. Se eu lutar contra os “baixos” e tentar evita-los, estarei lutando contra a própria vida. Se aceitar ambos de forma compreensiva, estarei em harmonia com a vida e comigo mesmo.” (John Ruskan).

Conseguir concordar com as condições que em algum momento fomos submetidos nos traz força e sabedoria para não precisarmos passar novamente pela mesma situação, dando-nos maturidade emocional para lidarmos com as cicatrizes, experimentar a cura e seguir com a vida. Quanto mais eu nego algo, quanto mais me recuso a olhar com os olhos do aprendizado, mais vezes eu terei de viver situações semelhantes até que eu possa enfim aprender e com consciência fazer escolha mais assertivas para uma vida mais leve.

Aline Scheuermann Juzwiak
Especialista em Comportamento Feminino
Consteladora Familiar

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Destaque

X vermelho na mão: mulheres agredidas podem pedir socorro no comércio

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Pedido de socorro na mão - Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

 

 

Um X vermelho desenhado na palma da mão com batom ou caneta. Este é o sinal sigiloso para mulheres que estão sendo vítimas de violência doméstica pedirem socorro no comércio do Distrito Federal.

 

 

Basta ir a farmácias, condomínios, hotéis e supermercados da região e mostrar a mão com o sinal, que os comerciantes vão entender que a mulher está vivendo uma situação de vulnerabilidade e estarão prontos para ajudar, sem alarde e chamar a polícia.

O pedido de socorro em forma de X faz parte do Programa de Cooperação e Código Sinal Vermelho. Ele foi instituído por decreto e saiu no Diário Oficial do Distrito Federal na semana passada.

 

Como

O programa está sendo colocado em prática pelas secretarias da Mulher (SMDF), de Segurança Pública (SSP) e unidades da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam)

Os funcionários dos estabelecimentos serão orientados a acolher essas mulheres e levá-las para um local seguro e discreto, até que possam receber atendimento especializado.

A orientação para quem receber a denúncia é manter a calma para não chamar a atenção das pessoas próximas sobre a condição da mulher e, menos ainda, levantar suspeitas do agressor, caso ele esteja por perto.

Os participantes do programa serão capacitados por meio de vídeos tutoriais e cartilha elaborados pela SMDF, SSP e unidades da Deam.

Entre as recomendações, quem receber o pedido de socorro deverá anotar os dados da vítima, caso ela tenha necessidade de sair do local, e ligar, imediatamente, para os números 190 (Emergência – Polícia Militar), 197 (Denúncia – Polícia Civil) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher) para reportar a situação às autoridades competentes. Todas as informações deverão ser mantidas em sigilo absoluto.

Caberá à equipe policial levar a vítima à delegacia para registro de ocorrência, bem como garantir o transporte gratuito e seguro até uma unidade de saúde para atendimento médico, caso ela necessite.

A mulher também poderá ser conduzida a um dos centros de atendimento especializados, como o Centro Especializado de Atendimento a Mulher (Ceam), da Secretaria da Mulher, ou à Casa Abrigo, para que ela tenha acesso aos serviços de assistência social, psicológica e orientação jurídica.

 

Adesão

As instituições interessadas em aderir ao programa, de forma espontânea, deverão procurar a Secretaria da Mulher para ter acesso ao material de capacitação. Elas também receberão um selo de identificação que será afixado em lugar visível para que as mulheres reconheçam que aquele local está preparado para acolhê-las em caso de estarem vivendo uma situação de violência doméstica.

“Essa iniciativa é extremamente relevante porque amplia esforços e envolve toda a sociedade no enfrentamento à violência de gênero”, disse Irina Storni, subsecretária de Enfrentamento à violência contra as mulheres.

 

 

Pedido de socorro na mão - Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

 

 

FONTE: Só Noticia Boa

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9 dicas médicas sobre exercícios para mulheres com câncer de mama

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Outubro Rosa: o cardiologista e médico do esporte Nabil Ghorayeb orienta sobre como deve ser a rotina de atividade física da mulher que está passando ou já passou por tratamento oncológico

 

A atividade física ou esportiva é das melhores ferramentas para o bem-estar emocional e físico das mulheres que estão em tratamento oncológico cirúrgico ou quimioterápico e mesmo as consideradas curadas do câncer de mama. Nós, médicos, insistimos fortemente em estimular os exercícios físicos da população. Com os novos conhecimentos, só o fato de serem bem ativas mudou o prognóstico para melhor qualidade de vida em todos os aspectos desse grupo específico de mulheres, com seus tratamentos oncológicos.

Neste ano, por causa da pandemia, treinos e corridas de rua foram abandonados. Por isso, fazemos um apelo para você ou alguém do seu círculo que se encontra nesse grupo de mulheres citado recomece de imediato seus treinos de corrida e exercícios de fortalecimento muscular. A rapidez dessa volta à vida ativa é fundamental na recuperação muscular e, por incrível que possa parecer, ajuda no controle do câncer de mama, como prova a ciência.

A perda de força muscular dos braços é frequente, e se não for corrigida com os treinamentos próprios leva a um desanimo geral. O acompanhamento das mulheres em qualquer fase do câncer de mama é feito mastologista, cardiologista e o profissional de educação física, que realizam:

1 -Avaliação e acompanhamento constante do estado clínico pelo oncologista/mastologista e pelo cardiologista, para corrigir os efeitos gerais e cardiovasculares dos tratamentos com quimioterapia e radioterapia.

2 – Programar atividades físicas diárias e regulares, de intensidade suficiente para estimular e manter as pacientes em programa de exercícios.

3 – Estimular, desde que seja possível, exercícios de baixa intensidade, como as caminhadas, entre 10 e 15 minutos duas vezes ao dia.

4 – Com a adaptação a essa atividade física, o volume e a intensidade poderão ser aumentados para corridas leves ou trote.

5 – Um profissional de educação física vai orientar os exercícios e manter contato com o médico assistente da paciente.

6 – Alternar as modalidades esportivas na água e no solo: hidroginástica/natação com as caminhadas.

7 – Avaliar o braço do lado da cirurgia de mama para iniciar exercícios de fortalecimento muscular no momento certo do pós-operatório. Sem dúvida irão auxiliar na redução do inchaço do braço e melhora do tônus muscular.

8 – Os exercícios com pesos devem se iniciar conforme entendimento do médico e educador físico, pesos de 1 a 2 Kg, média de 12 repetições, alternando os grupos musculares em cada dia de exercício.

9 – O cuidado com o membro superior do lado operado é importantíssimo, evitando traumas, exposição excessiva ao sol, alergias, entre outros possíveis problemas que podem ocorrer.

A atividade física regular, como a corrida, contribui para uma melhor qualidade de vida, melhor autoestima, reabilitando a paciente. Sigam sempre as instruções das autoridades sanitárias.

 

 

Globoesporte

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Essência Feminina

Pai, a força que nos impulsiona para o mundo!

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O pai nos leva para o mundo, nos apresenta oportunidades, complementa nossa coragem quando necessário. É ele que faz com que sigamos em frente. O pai é nosso símbolo máximo de autoridade para nos prover segurança e disciplina. Pais são heróis, mas não pelos motivos que acreditamos. Em tudo que fazem há uma disposição para 08 cuidar, prover e ajudar a crescer.

“Somente na mão do pai a criança ganha um caminho para o mundo. As mães não podem fazê-lo. O amor dele não é cuidadoso nesta forma como é o amor da mãe. O Pai representa o espírito. Por isso o olhar do pai vai para a amplitude. Enquanto a mãe se move dentro de uma área limitada, o pai nos leva para além desses limites para uma amplitude diferente.” (Bert Hellinger).

Essa liberdade é necessária para que o filho possa perceber o mundo, e mais tarde caminhar para a vida de forma completa. Por isso o progresso vem principalmente do pai. Quando a mãe quer manter os filhos longe do pai, ela os mantém longe do progresso. O movimento vai através da mãe para o pai e através do pai para o mundo. Assim o filho fica completo.

O pai, dentro do sistema familiar, tem o papel da ordem, da rigidez e da autoridade. No mundo, temos uma dificuldade de compreensão com esses papeis. Quando este assunto entra em nossa casa, na figura de um homem do qual esperamos somente o amor idealizado, o conflito se instala.

A partir da ampliação da consciência sobre esses temas (Pai e Mãe), da aceitação de tudo e de todos como são, dizemos SIM à Vida, podemos transformar nossa realidade, cumprir nossa missão pessoal, e enfim viver um destino saudável, com efeitos curativos em todo nosso sistema. Bert Hellinger nos instrui a deixar com os pais o que pertence ao destino deles, com tudo o que faz parte e tudo que faz falta. É necessário reconhecê-los como pessoas normais e comuns e que vieram de seus próprios emaranhamentos. Estando preenchida de meus pais então posso me relacionar com um parceiro(a).

Aline Scheuermann Juzwiak
Especialista em Comportamento Feminino
Consteladora Familiar

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