Vitamina E é suspeita de causar mortes por uso de cigarro eletrônico – Portal Plural
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Medicina & Saúde

Vitamina E é suspeita de causar mortes por uso de cigarro eletrônico

Pável Bauken

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As autoridades da área da saúde dos Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira que podem ter descoberto o mistério da doença pulmonar que afetou mais de 2 mil usuários de cigarros eletrônicos, causando 39 mortes no país: um óleo de vitamina E aparentemente adicionado às cargas de maconha vendidas no mercado negro.

Os pesquisadores já haviam identificado esse óleo como um possível responsável por essa epidemia, mas as suspeitas foram confirmadas pelos achados em 29 pacientes cujos fluidos pulmonares foram analisados pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). “Essas análises fornecem evidências diretas de que o acetato de vitamina E é a principal causa de dano pulmonar”, disse Anne Schuchat, vice-diretora do CDC.

Acetato é o nome químico da molécula. Schuchat observou que “ainda não foi detectada nenhuma outra toxina potencial nas análises”. A vitamina E é normalmente inofensiva. Pode ser comprada na forma de uma cápsula para engolir ou um óleo para aplicar na pele, mas é nocivo uma vez inalado ou aquecido. As descobertas ocorreram horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar seu desejo de aumentar a idade mínima para o uso de cigarros eletrônicos nos Estados Unidos de 18 para 21 anos.

CP
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Medicina & Saúde

Ministério da Saúde aumenta para 27 o número de suspeitas de coronavírus no Rio Grande do Sul

Reporter Cidades

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Secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, falou nesta sexta-feira | Foto: TV Brasil / Reprodução / CP

Em sua atualização diária, o Ministério da Saúde aumentou para 182 o número de casos suspeitos do novo coronavírus (Covid-19) no País. Ontem, eram 129 pacientes em observação. O Rio Grande do Sul permanece como o segundo estado com mais suspeitas – 27 –, atrás apenas de São Paulo, que tem 66 pessoas à espera de resultados de exames laboratoriais. Ao todo, 15 unidades federativas tem suspeitas, além do Distrito Federal, nenhuma na região Norte.

Dos 182 casos supeitos, 180 têm amostras sendo processadas nos Laboratórios Centrais. As outras duas deram negativo para vírus comum. O número de confirmações para a doença continua um, o paciente de 61 anos infectado após viagem à Itália. Casos excluídos já somam 71.

“Não vamos registrar casos que só tenham febre (nas suspeitas). Nossa definição operacional tem que ter febre e, ou seja, mais, um sinal de sintoma respiratório e ter voltado de um dos países listados nos últimos 14 dias. Ou então ter tido contato com alguém”, afirmou Wanderson de Oliveira, secretário de Vigilância em Saúde.

Ele disse que o Ministério trabalha para aumentar a eficiência nacional para resultados, com provas e contra-provas. Ele estima que na próxima semana, seja ampliada a capacidade.”Na próxima semana, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe e Amazonas vão receber o kit para validação e capacitação para que possam ampliar e sistematicamente vamos ampliar para todos os laboratórios centrais. isso foi uma orientação do ministro Mandetta”, afirmou, completando que a Fiocruz já desenvolveu os testes.

Ações de contenção no RS

Nesta sexta, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre apresentou suas demandas às autoridades estaduais e municipais para poder atender a população no caso de um alastramento do novo vírus. A diretora da entidade projeta cerca de R$ 100 milhões necessários para estruturar os blocos B e C do hospital. Lembrou também que os novos prédios já estão prontos, mas ainda não receberam equipamentos e licenças para operar. 

Horas mais tarde, o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, anunciou um grupo de trabalho para a contenção da doença na Capital. Um plano envolverá diversas secretarias e terá foco na atenção primária. 

Correio do Povo

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Medicina & Saúde

Álcool causa ‘ressaca’ na pele: estudo revela os efeitos de cada bebida

Saiba os problemas que o consumo de cerveja, vinho tinto e branco, vodca e tequila pode trazer para o rosto

Reporter Cidades

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Bebidas alcoólicas aceleram o envelhecimento da pele Foto: Amanda Dalbjörn/ Unsplash

Dor de cabeça e enjoos já são sintomas conhecidos da ressaca no corpo, no entanto o excesso de álcool também afeta a saúde da pele. Uma pesquisa do Instituto Foreo constatou que o consumo de bebidas alcoólicas causa desidratação cutânea e acelera o envelhecimento, porque diminui a oxigenação dos tecidos e aumenta a produção de radicais livres.

O estudo realizado em dezembro em Estocolmo, na Suécia, apontou também que quanto maior o teor alcoólico da bebida, maior a inflamação causada na pele.

Portanto, tequila e vodca são as piores escolhas quando o assunto é beleza; os itens chegam a ser responsáveis pelo aparecimento de espinhas.

Por outro lado, beber cerveja aumenta a retenção hídrica podendo deixar o rosto inchado.

O vinho tinto causa irritação na pele e o branco pode causar vermelhidão.

Mais um alerta: o consumo exagerado ainda pode piorar quadros de acne e rosácea.

Para curar a ressaca da pele, é importante beber bastante água.

A boa e velha dica de evitar dormir de maquiagem também ajuda a reduzir os efeitos da bebedeira no rosto. Demaquilante ou água micelar podem ser usados para remover os cosméticos ao chegar em casa.

Segundo a dermatologista Camille Maia, massagens com movimentos circulares promovem uma drenagem no rosto diminuindo o inchaço e ajudam a retirar os resquícios de impurezas.

A especialista também indica hidratantes leves e produtos com ativos antioxidantes, como a vitamina C, para recuperar a luminosidade da pele.

EMAIS

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Medicina & Saúde

Vida & Saúde em Movimento

Pável Bauken

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Bem-estar, qualidade de vida, prática de exercício e saúde. Esses são alguns dos tópicos que estão sendo desenvolvidos desde 2019 no Projeto Vida & Saúde em Movimento. No ano passado, diversas palestras foram oportunizadas para que os profissionais pudessem aprender mais sobre os cuidados com o corpo e a mente.

Nesta semana, a primeira atividade de 2020, foi prática. Os profissionais tiveram uma sessão de kinesiologia, técnica chinesa. Todos deitados em colchonetes, participaram de um momento de relaxamento e reflexão. Este ano as ações serão mais práticas. A atividade foi desenvolvida pela Terapeuta Ocupacional do hospital, Larissa Froehlich, “Hoje trabalhamos com a percepção do corpo e também a narrativa da liberação do estresse”. O Projeto Vida & Saúde em Movimento é voltado para os profissionais e visa melhora na qualidade de vida, no bem-estar e no desenvolvimento, através de boas práticas.

Segundo a Gerente do RH, Fernanda Lima, “Nossa Instituição tem a preocupação com o bem-estar e o cuidado com nosso paciente, mas também desenvolve ações que visam a melhora na qualidade de vida dos nossos colaboradores. Com esse programa estamos conseguindo oferecer excelentes oportunidade de aprendizado e melhoria para eles”. As ações serão realizadas uma vez por mês.

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