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Villa Mix cria live com “Amigos”, sertanejos que mudaram história da música – Portal Plural
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Cultura

Villa Mix cria live com “Amigos”, sertanejos que mudaram história da música

Pável Bauken

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Estreia do show "Amigos" na Esplanada do Mineirão, em Belo HorizonteImagem: Deividi Correa/AgNews


Villa Mix maior festival de música brasileira, que lançou artistas como Jorge e Mateus e Gusttavo Lima, decidiu entrar na sequência de transmissões ao vivo pela internet de uma maneira surpreendente: reunindo novamente os nomes pioneiros da música sertaneja, que fizeram no ano passado a turnê “Amigos”.

Na segunda-feira, dia 20, véspera de feriado, às 20h, acontecerá a transmissão do show que reúne as duplas Zezé Di Camargo e LucianoChitãozinho e Xororó Leonardo.

Informações UOL

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Cultura

Primeiro livro de Quentin Tarantino chega ao Brasil em 2021

Pável Bauken

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O cineasta norte-americano Quentin Tarantino terá seu primeiro romance publicado no Brasil em 2021 pela editora Intrínseca. O anúncio foi feito pela casa editorial na terça-feira, 24.

O livro será uma adaptação do mais recente filme do diretor, Era uma Vez em… Hollywood, e será publicado sob o mesmo título do longa, que estreou em 2019. O filme recebeu dez indicações no Oscar e venceu em duas categorias: direção de arte e ator coadjuvante (Brad Pitt).

Era uma Vez em… Hollywood narra a história de um ator, Rick Dalton (Leonardo Di Caprio) e um dublê, Cliff Booth (Brad Pitt), que fizeram sucesso em um seriado televisivo de faroeste nos anos 1950, mas cuja carreira entrou em declínio na década de 1960.

Em meio a uma Hollywood cada vez mais lisérgica, colorida e hostil, os astros tentam retomar o rumo de suas carreiras à medida em que se deparam com personagens históricos, como Sharon Tate (Margot Robbie), Bruce Lee (Mike Moh) e Steve McQueen (Damian Lewis).

“Nos anos 1970, adaptações literárias de filmes foram os primeiros livros de adulto que cresci lendo”, disse Tarantino em publicação no blog da editora Intrínseca. “Até hoje tenho muito afeto pelo gênero. Então, como um aficionado por novelizações de filmes, fico feliz em anunciar Era uma vez em… Hollywood, minha contribuição para esse subgênero muitas vezes marginalizado, mas muito amado da literatura. Também estou entusiasmado para explorar ainda mais meus personagens e seu mundo em um empreendimento literário que pode (espero) estar à altura de sua contraparte cinematográfica.”

Estadão

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Cultura

Projeto inovador irá celebrar o Natal em tempos de pandemia

Reporter Global

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Canções clássicas de Natal serão interpretadas por duendes | Foto: Divulgação

 

O espetáculo Trenó do Sexteto: Duendes Musicas percorrerá cinco cidades do estado

 

Neste ano, os tradicionais encontros para fotos com o Papai Noel e as apresentações artísticas serão diferentes. As celebrações terão um novo formato, respeitando as medidas de segurança para a Covid-19. A Nova Produções, em parceria com o Sexteto Tempero Brasil, desenvolveu o Trenó do Sexteto: Duendes Musicais, um espetáculo que irá levar a magia do Natal em tempos de pandemia.

As celebrações natalinas são aguardadas anualmente por crianças e adultos. Com o objetivo de atender as recomendações de distanciamento social, as apresentações artísticas foram reformuladas. O coordenador da Nova Produções, Flavio Schwede, explica como será o espetáculo. “Esse momento que estamos vivendo marca uma ruptura nos encontros das comunidades. Pensando nisso, o Sexteto Tempero Brasil vai utilizar um caminhão para percorrer as ruas das cidades contempladas no projeto, enquanto interpreta canções clássicas de Natal, trajados como duendes”.

A estrutura conta com um caminhão de 10 metros de comprimento, gerador de energia, decorações natalinas com painéis de led, equipamento de som e estrutura para realizar transmissões ao vivo pelas redes sociais. Além dos artistas, a equipe é formada por técnicos de filmagem e fotógrafo.

O projeto Trenó do Sexteto: Duendes Musicais possui financiamento do Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Segundo Flavio Schwede, serão cinco municípios no Estado do Rio Grande do Sul que terão uma noite especial para celebrar o Natal da janela de suas casas, em segurança. “Os municípios contemplados por este projeto são: Três Passos, Campo Novo, Ijuí, Panambi e Frederico Westphalen”. O espetáculo também pode ser contratado pela iniciativa privada.

 

 

Correio do Povo

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Cultura

Luiz Gama, o patrono da abolição da escravidão

Reporter Global

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O ex-escravo baiano libertou cerca de 500 escravizados

 

Nascido em Salvador em 1830, filho de uma africana livre e de um português, Luiz Gama foi vendido ainda criança pelo pai, como pagamento de uma dívida de jogo, e enviado a São Paulo como escravo. Foi alfabetizado apenas aos 17 anos, um ano antes de conseguir judicialmente a própria liberdade.

Por ser negro, foi impedido de frequentar o curso da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, a mais antiga instituição do gênero no país. Determinado, o baiano passou a estudar direito de forma autodidata e atuou na prática como advogado, libertando mais de 500 negros da escravidão. Em 2015, 133 anos após a sua morte, foi reconhecido pela OAB como advogado e, em 2018, foi declarado por lei como patrono da abolição da escravidão no Brasil, além de ter o nome inscrito no Livro dos Heróis da Pátria.

O abolicionista, que também foi jornalista e poeta, é tema do estudo de Ligia Fonseca Ferreira, professora da Unifesp que pesquisa a vida e obra de Luiz Gama há cerca de 20 anos e publicou três livros sobre ele. O último, Lições de Resistência: Artigos de Luiz Gama na Imprensa de São Paulo e do Rio de Janeiro, foi lançado neste ano.

Em entrevista exclusiva à TV Brasil, a pesquisadora fala sobre o papel importante de Luiz Gama no movimento abolicionista, de sua atuação relevante na imprensa e também no campo literário.

 

Leia a entrevista a seguir:

 

TV Brasil – Neste livro, que traz 61 artigos de Luiz Gama, 42 deles inéditos, quais são as lições de resistência que o leitor vai encontrar?

Ligia Fonseca FerreiraEssas lições de resistência são, em primeiro lugar, a defesa dos escravizados, a defesa dos direitos humanos, sobretudo o direito dos escravos que já existiam, já estavam inclusive assegurados pelas nossas leis, mas que muitas vezes não eram respeitados. Ele conseguiu desenterrar leis que ficaram como letra morta, como a lei de 7 de novembro de 1831, que deveria garantir que os africanos que desembarcassem no Brasil a partir daquela data deveriam ser considerados livres e que os traficantes de escravos deveriam sofrer penalidades. Então de 1831 até 1888, quando houve a abolição, são 57 anos. Mas o Luiz Gama vai fazer com que essas leis possam ser aplicadas antes da abolição. Ele diz que a função dos juízes é de estudar e aplicar as leis e ele vai bater insistentemente nessa tecla, e é a partir disso portanto que ele alcança, como declara numa carta, a liberdade de cerca de 500 escravos.

 

TV Brasil – Mesmo sem formação acadêmica, Luiz Gama demonstrava muito conhecimento jurídico e advogava de graça para libertar os escravizados?

Ligia Fonseca FerreiraEle traz à tona essa condição muito singular de ser um homem de uma imensa cultura jurídica e de aplicá-la em benefício dos escravizados. Ele tinha uma autorização especial para advogar em primeira instância e fazia anúncios a serviço das causas da liberdade, tudo sem retribuição alguma. Ele abraça a causa abolicionista e também foi um dos primeiros brasileiros a abraçar a causa republicana. Para Luiz Gama, a luta abolicionista também se desdobrava na luta pelos ideais republicanos, no combate à monarquia, então a gente não pode se esquecer desse papel muito importante que ele vai ter nesse momento.

 

TV Brasil – Luiz Gama advogava de graça e tinha como ganha-pão o trabalho de jornalista. Inclusive fundou o primeiro jornal ilustrado de São Paulo, chamado Diabo Coxo. De que forma as facetas de abolicionista e jornalista se uniam?

Ligia Fonseca FerreiraO Luiz Gama é esse trabalhador incansável do jornalismo que nós também precisamos conhecer. Além do abolicionista, que se funde com esse homem que está olhando para o Brasil e mostrando um retrato a partir de uma perspectiva diferente, que a sua condição de homem negro lhe dava. No ano de 1871, quando Luiz Gama é acusado de promover insurreições escravas, ele vem a público através da imprensa, que era uma arma importante para ele, dizer que não estava promovendo insurreições, mas que, quando a justiça falhasse em garantir o direito dos escravos, ele fala que promoveria a resistência como virtude cívica.

 

TV Brasil – E além de atuar como abolicionista e jornalista, Luiz Gama também foi poeta e lançou o primeiro livro apenas 12 anos depois de ser alfabetizado?

Ligia Fonseca FerreiraEstamos falando aqui do Século 19, em que pouquíssimos negros estiveram ligados ao mundo das letras, à produção literária, que é outro aspecto no qual ele se destaca. Ele lança as Primeiras Trovas Burlescas em 1859. É um conjunto de sátiras políticas, sociais e raciais, nas quais o Luiz Gama faz uma grande descrição do funcionamento da sociedade imperial da época. Se a gente ler a maneira como ele aponta o funcionamento da sociedade em vários níveis, a gente tem a impressão de que o Luiz Gama está fazendo um retrato da nossa sociedade de hoje. É isso que garante a sua extrema atualidade. E ele também escreve poemas líricos. É o primeiro poeta afro-brasileiro, porque ele era filho de uma africana, a ter louvado a mulher negra, então ele já tem um papel bastante interessante dentro de uma produção que mais tarde a gente vai poder chamar de literatura negra, trazendo essa temática.

 

TV Brasil – Nesses 190 anos do nascimento de Luiz Gama, ainda falta reconhecimento para a obra dele?

Ligia Fonseca FerreiraEle deveria estar presente na história da literatura, do período romântico; na história do Brasil, especialmente das lutas abolicionistas e da campanha republicana; ele deveria estar na história das ideias jurídicas, e ele deveria estar na história da imprensa, pelo papel que desempenhou e que agora uma parte está reunida no livro Lições de Resistência, em artigos que tratam sobre escravidão, liberdade, república e direitos humanos.

 

 

Agencia Brasil

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