Villa Mix cria live com “Amigos”, sertanejos que mudaram história da música – Portal Plural
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Cultura

Villa Mix cria live com “Amigos”, sertanejos que mudaram história da música

Pável Bauken

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Estreia do show "Amigos" na Esplanada do Mineirão, em Belo HorizonteImagem: Deividi Correa/AgNews


Villa Mix maior festival de música brasileira, que lançou artistas como Jorge e Mateus e Gusttavo Lima, decidiu entrar na sequência de transmissões ao vivo pela internet de uma maneira surpreendente: reunindo novamente os nomes pioneiros da música sertaneja, que fizeram no ano passado a turnê “Amigos”.

Na segunda-feira, dia 20, véspera de feriado, às 20h, acontecerá a transmissão do show que reúne as duplas Zezé Di Camargo e LucianoChitãozinho e Xororó Leonardo.

Informações UOL

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Cultura

Governo lança edital para empresas interessadas em aportar valores no Fundo de Apoio à Cultura

Pável Bauken

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Recursos captados viabilizarão editais de seleção de projetos que desenvolvam arte, economia criativa e patrimônio cultural - Foto: -

O Edital Sedac 6/2020, que define as regras para o chamamento público de empresas contribuintes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) interessadas em aportar valores diretamente no Fundo de Apoio à Cultura (FAC), foi publicado nesta quinta-feira (28/5) no Diário Oficial do Estado. Os recursos captados viabilizarão o lançamento de editais de seleção de projetos que desenvolvam a arte, a economia criativa e o patrimônio cultural para a sociedade gaúcha, especialmente devido ao contexto atual da pandemia da Covid-19.

As empresas poderão aportar até 100% do valor do ICMS que têm a recolher, compensando integralmente o valor, a partir de um mínimo de R$ 500 mil. O prazo para adesão, admissibilidade e aporte vai até 31 de outubro.

O chamamento público de empresas para investimento direto no FAC é uma das novidades do Pró-cultura RS, que passa por uma grande reestruturação para ampliar e qualificar o financiamento de projetos culturais, de acordo com os princípios e objetivos do Plano Estadual de Cultura. Este dispositivo foi incluído pela Lei 15.449, de 17 de fevereiro, aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa, sendo uma das medidas para ampliar os investimentos via Fundo de Apoio à Cultura.

“Com esta chamada pública, a nossa proposta é diminuir o impacto social e econômico gerado pelo coronavírus no setor cultural, fortemente atingido com a interrupção das atividades artísticas e o fechamento dos espaços de cultura”, afirma a secretária da Cultura, Beatriz Araujo.

As empresas interessadas deverão encaminhar para o e-mail [email protected] as seguintes informações: razão social, CNPJ, inscrição estadual, valor do financiamento e marca da empresa (se houver interesse na veiculação).

Os recursos serão aportados na conta do FAC por meio do pagamento de guia de arrecadação (GA). A Sedac expedirá a carta de habilitação (documento que aprova o ingresso da empresa no Pró-cultura RS e que discrimina o valor destinado ao Fundo de Apoio à Cultura) e o número de inscrição do estabelecimento, que poderá compensá-lo com o ICMS a recolher, declarado em guia de informação e apuração (GIA) até 31 de dezembro.

Os recursos da chamada pública poderão ser captados até o teto de R$ 7 milhões, que serão direcionados a três editais:

• Edital FAC das Artes – selecionará projetos para a criação, produção, circulação e difusão de artes cênicas, artes visuais, audiovisual, música e literatura, no valor de R$ 4,5 milhões;

• Edital FAC Patrimônio Cultural – selecionará projetos para pesquisa, documentação, conservação, digitalização e registros do patrimônio cultural material e imaterial e para ações de capacitação e promoção das identidades culturais do Estado, no valor de R$ 1,5 milhão;

• Edital FAC Trajetórias Culturais – iniciativa inédita, premiará trajetórias de pessoas que tenham contribuído para fortalecer e promover a cultura nas suas mais variadas manifestações e para o desenvolvimento humano, difundindo a diversidade cultural do Rio Grande do Sul, no valor de R$ 1 milhão.

Acesse o edital Edital Sedac 6/2020 aqui.

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Cultura

Câmara pode votar Lei de Emergência Cultural na próxima terça-feira

Pável Bauken

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

O plenário da Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (26) a Lei de Emergência Cultural. O projeto prevê a destinação de R$ 3,6 bilhões da União para estados, Distrito Federal e municípios, na aplicação de ações emergenciais de apoio ao setor cultural durante o período de isolamento decorrente da pandemia do novo coronavírus.

O projeto prorroga por um ano a aplicação de recursos oriundos do Poder Executivo para atividades culturais já aprovadas. Também concede moratória de débitos tributários com a União por seis meses a pequenas empresas do setor cultural. Os débitos deverão ser pagos em 12 meses a partir do fim da moratória, com correção monetária.

O texto proíbe o corte de água, energia elétrica e serviços de telecomunicação, como internet, de empresas do setor cultural, durante o período de calamidade pública em virtude da covid-19.

A proposta prevê que os recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e de outros programas federais de apoio ao setor devem priorizar atividades que possam ser transmitidas pela internet. Para viabilizar as despesas, o projeto prevê uso de recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC) e de 3% da arrecadação das loterias federais.

Renda emergencial

O projeto garante uma renda emergencial de R$ 600, retroativo a 1º de maio para os trabalhadores informais do setor cultural com rendimentos médios comprovados de janeiro de 2019 a fevereiro de 2020 de até três salários mínimos (por família). A proposta abrange artistas, produtores, técnicos, curadores, oficineiros e professores de escolas de arte.

Para receber o benefício, o trabalhador precisa comprovar a realização de atividades culturais no período e a falta de outra de fonte de renda, incluídos benefícios como o Bolsa Família ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O benefício será pago em dobro para mães solteiras (R$1.200).

Espaços culturais

O texto prevê subsídios para manutenção de espaços artísticos e culturais, micro e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social. O valor destinado será definido pelo gestor local e pode variar entre R$ 3 mil e R$ 10 mil por mês.

A proposta inclui os seguintes espaços: pontos e pontões de cultura; teatros independentes; escolas de música, de dança, de capoeira e de artes; circos; cineclubes; centros culturais, casas de cultura e centros de tradição regionais; museus comunitários, centros de memória e patrimônio; bibliotecas comunitárias; espaços culturais em comunidades indígenas; centros artísticos e culturais afrodescendentes; comunidades quilombolas; espaços de povos e comunidades tradicionais; festas populares de caráter regional, inclusive a cadeia produtiva do carnaval; teatro de rua, e demais expressões artísticas e culturais realizadas em espaços públicos; livrarias, editoras e sebos; empresas de diversões e produção de espetáculos; estúdios de fotografia; produtoras de cinema e audiovisual; ateliês de pintura, moda, design e artesanato; galerias de arte e de fotografias; feiras de arte e artesanato; espaços de apresentação musical.

Como contrapartida, esses espaços deverão garantir, após o reinício de suas atividades, a realização de uma atividade cultural mensal destinada, prioritariamente, aos alunos de escolas públicas ou em espaços públicos de sua comunidade. Essas atividades deverão ser realizadas gratuitamente, pelo mesmo período em que receber o benefício.

Linhas de crédito

O projeto prevê ainda linhas de crédito para trabalhadores do setor cultural e às pessoas jurídicas que tenham finalidade cultural. O empréstimo será destinado ao fomento de atividades e aquisição de equipamentos, e terá condições especiais para renegociação de débitos.

Fazedores de cultura

Segundo a relatora da proposta (Lei de Emergência Cultural), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), a medida é fundamental para os profissionais do setor cultural do país. Com as medidas de isolamento social, a área está com atividades restritas. Parte dos artistas nacionais têm realizado apresentações via internet, inclusive para arrecadar doações tanto para comunidades carentes quanto para as próprias equipes.

“Todo mundo sabe da importância da arte e da cultura nas nossas vidas. Mas, nesse momento de pandemia, os fazedores de cultura tiveram total impacto econômico, da mesma forma que muitos outros trabalhos. Nesse momento, sejam os que estão na boca de cena ou na coxia, na frente das câmeras ou atrás delas, precisam muito que nós olhemos para essa dimensão do seu trabalho”, defende a deputada.

Segundo a parlamentar, as medidas terão impacto para todo setor, incluindo os artistas e os espaços culturais. “São iniciativas importantes, não só para os fazedores (de cultura), mas também para os espaços culturais e para os editais de fomento para as atividades. Muitos têm feito isso voluntariamente, mas temos que ver isso como um trabalho e a dimensão econômica desse setor”, argumenta Jandira.

ebc

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Cultura

Projeto Sexta Básica Cultural

Silvio Brasil

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Ser artista no Brasil em época de normalidade não é tarefa fácil e confortável, imagina em tempos de intempéries e incertezas. A arte e a cultura sempre dependeram de bravos para defendê-la e fazê-la ser lembrada e principalmente valorizada! Em qualquer situação extrema ou não, os artistas são os primeiros a cessar suas atividades e os últimos a retornarem a respirarem o oxigênio do alívio.

Visando evitar um colapso do talento que não se alegra em apenas ser consagrado com aplausos e sorriso e enquanto não é lembrado pelos governos municipal, estadual e federal, a Organização da Sociedade Civil Sempre-Viva (OSC Sempre-Viva) busca alternativas imediatas que possa dar ocupação e sustento aos artistas e produtores culturais de Santa Rosa, lança o projeto “Sexta Básica Cultural”, cujo propósito é estimular o consumo da arte e cultura oxigenando a economia com o alimento da alma, do espírito e do saber valorizando a produção cultural de Santa Rosa e seus valiosos artistas. A Sexta Básica Cultural germinada e gestada por Fernando Kaiber e Patrícia Prestes consiste na criação de um catálogo com produtos de artistas locais nos segmentos da música e audiovisual, literatura, artes visuais e artesanato para que os apreciadores, possam montar a sua Cesta de produtos culturais, as quais serão entregues à domicílio todas as Sextas- Feiras.

A adesão bravíssima dos artistas e das riquezas produzidas em Santa Rosa já contempla aproximadamente 100 itens, entre livros, CDs ,DVDs, inúmeras obras das artes visuais, quadros, fotografias, esculturas e peças de artesanato. O valor de cada obra estará fixada no catálogo, e é definido pelo artista. O valor parcial, em sua maior proporção, é repassado aos autores das obras, e o excedente ficará como saldo para realização de pequenos editais buscando atender os artistas não contemplados no projeto ou para transformar em cestas básicas para assistir a população em maior grau de vulnerabilidade ou risco social. O pagamento será por transferência bancária ou em espécie, no pedido ou entrega da cesta básica cultural, respectivamente.

O confinamento arbitrário causado pelo até então todo poderoso coroanavirus é propício para ler um livro, ouvir um CD, ver um DVD, fixar um quadro na parede, ou descobrir espaços pela casa para colocar peças dos artesãos locais, ou uma escultura valiosa de artistas plásticos pratas da casa. A divulgação do catálogo acontecerá via Facebook e Instagram da OSC e pelo Whatsapp. Em parceria com o Sítio Eletrônico de Fernando Saling, em breve haverá um site com uma variedade maior de produtos a serem disponibilizados.

Contatos imediatos de qualquer grau através do e-mail: [email protected] ou via whatsapp (51) 9-9615-8335 Informações, recebimento do catálogo, e pedidos pelo Celular/whats (55) 9-8407- 3617 com a Pati.

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