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Vicini assina novo Decreto com as normatizações do Modelo de Distanciamento do Estado por bandeiras

Pável Bauken

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O Governo Municipal de Santa Rosa está disponibilizando novo decreto, adequando a nova formatação de regulação por bandeiras, conforme determinação do Governo do Estado.
Sendo assim, a Procuradoria Geral do Município elaborou cartilha autoexplicativa para fins de sintetizar todas as informações a respeito das bandeiras definidas em âmbito estadual e aplicáveis a todos os Municípios.
Santa Rosa se encontra no status de bandeira amarela, motivo pelo qual, neste momento a cartilha explícita as situações locais envolvendo esta cor de bandeira. Ainda, para facilitar a interpretação está sendo disponibilizada planilha, no formato Excel, a qual possibilita a qualquer cidadão de Santa Rosa preencher dados referentes ao seu segmento e obter as informações correspondentes a teto de ocupação, EPI’S.
MUNICÍPIO DE SANTA ROSA
De acordo com as normatizações do Modelo de Distanciamento Controlado do Estado do Rio Grande do Sul o Município de Santa Rosa faz parte da região de enquadramento 14 (Região 14), na qual estão inseridos 22 municípios, quais sejam: Alecrim, Alegria, Boa Vista do Buricá, Campina das Missões, Cândido Godói, Doutor Maurício Cardoso, Giruá, Horizontina, Independência, Nova Candelária, Novo Machado, Porto Lucena, Porto Mauá, Porto Vera Cruz, Santa Rosa, Santo Cristo, São José do Inhacorá, São Paulo das Missões, Senador Salgado Filho, Três de Maio, Tucunduva e Tuparendi.
Por intermédio do Decreto Municipal no 77, de 21 de maio de 2020, o Município de Santa Rosa reiterou a declaração de estado de calamidade pública em todo o território municipal para fins de prevenção e de enfrentamento à epidemia causada pelo COVID-19 (novo Coronavírus), e, assim, foram adotadas e estabelecidas as medidas pertinentes em conformidade com o Sistema de Distanciamento Controlado instituído no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul, bem como dispostas, com fundamento na competência municipal de regular os assuntos de interesse local, faculdades de operação e/ou funcionamento parametrizadas nas circunstâncias excepcionais pelas quais todos estamos passando.
DAS FERRAMENTAS DE ORIENTAÇÃO E FACILITAÇÃO ELABORADAS PELO MUNICÍPIO DE SANTA ROSA
Com a finalidade de bem informar, orientar e facilitar a identificação da população e dos empreendedores de todas normas e de tornar mais efetivo o cumprimento das medidas previstas por meio do Modelo de Distanciamento Controlado, a Procuradoria-Geral do Município (PGM) elaborou esta cartilha com orientações sobre o funcionamento das atividades na cidade, já considerando os protocolos obrigatórios e critérios específicos a serem seguidos pelos diferentes setores/atividades (de acordo com a “bandeira” vigente).
Com o mesmo objetivo, também foi confeccionada uma planilha para o cálculo do teto de operação e de ocupação.
Assim, basta que, por exemplo, o empreendedor informe a sua atividade econômica e os dados solicitados da sua empresa, e a tabela informará o número máximo de trabalhadores, clientes e pessoas para as atividades em geral, bem como os quantitativos máximos de outros parâmetros para atividades específicas. A cada semana, caso necessário, tanto a cartilha quanto a planilha serão atualizadas, com as orientações para o período seguinte.
As ferramentas aqui explicitadas (cartilha e planilha de cálculo) serão disponibilizadas, continuamente, na Rede Mundial de Computadores (“Internet”) por meio do site eletrônico https://www.santarosa.rs.gov.br
Por fim, importante registrar-se que os protocolos que definirem as medidas sanitárias conforme a “bandeira final vigente para o Município de Santa Rosa“ deverão, conforme o disposto nos decretos estaduais de números 55.241 e 55.241, ambos de 10 de maio de 2020, serem disponibilizados na Rede Mundial de Computadores (“Internet”) por meio do site eletrônico https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br
COMO FUNCIONA
O Modelo de Distanciamento Controlado do Estado do Rio Grande do Sul foi construído com base em critérios de saúde e de atividade econômica, sempre priorizando a vida. Criou-se um sistema de bandeiras, com protocolos obrigatórios e critérios específicos a serem seguidos pelos diferentes setores e segmentos de todos os tipos e ordens.
CRITÉRIOS
Com o Modelo de Distanciamento Controlado, o Estado do Rio Grande do Sul foi dividido em 20 (vinte) regiões, que são analisadas considerando a velocidade de propagação da Covid-19 e a capacidade de atendimento do sistema de saúde. No total, uma série de indicadores (como número de novos casos, óbitos e leitos de UTI disponíveis, dentre outros) determinam a classificação das bandeiras de cada região.
BANDEIRAS E PROTOCOLOS
Conforme o grau de risco em saúde, cada região recebe uma bandeira nas cores amarela, laranja, vermelha ou preta. O monitoramento é semanal, e a divulgação das bandeiras, por parte do Estado do Rio Grande do Sul, ocorre aos sábados, com validade a partir da segunda-feira seguinte. Os protocolos obrigatórios devem ser respeitados em todas as bandeiras.
Além disso, cada setor e/ou segmentos de atividades tem critérios específicos que variam de acordo com a respectiva bandeira vigente para determinado período considerado.
Mais informações: www.santarosa.rs.gov.br
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Destaque

RS em bandeira vermelha

Pela primeira vez, todas as 21 regiões Covid estão em bandeira vermelha no mapa preliminar

Pável Bauken

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O Rio Grande do Sul passa pelo momento mais crítico da pandemia de coronavírus. Com o número de pacientes internados em leitos clínicos e em UTIs atingindo o pico da série histórica, o mapa preliminar da 30ª semana do Distanciamento Controlado, divulgado nesta sexta-feira (27/11), traz, pela primeira vez, todas as 21 regiões Covid em bandeira vermelha (risco epidemiológico alto).

Na quinta-feira (26/11), o Estado chegou a 1.183 pacientes hospitalizados por conta do coronavírus e a 775 pessoas internadas em leitos de UTI. Com a manutenção do total de leitos e o aumento de 13% nos pacientes confirmados por Covid-19 internados em UTI, houve nova redução de leitos livres, chegando ao menor nível desde o início do Distanciamento Controlado: 0,67.

O quadro fez com que o indicador específico que mede a capacidade de atendimento do Estado como um todo recebesse a classificação de risco altíssimo (bandeira preta), cenário que se repete em cinco das macrorregiões (Metropolitana, Serra, Missioneira, Centro-Oeste e Norte).

Houve uma piora em diversos indicadores ao longo da última semana. O número de casos ativos para doença cresceu 13% e ultrapassou a marca de 21 mil pessoas que testaram positivo apenas nesse período.

Pela primeira vez, ao menos três regiões tiveram média ponderada que as aproximou da classificação final em bandeira preta: Bagé, Erechim e Uruguaiana. Além da situação piorar em toda a macrorregião Norte, Erechim foi a única que alcançou classificação de risco máximo nos quatro indicadores regionais.

A situação piorou significativamente no último mês. De 30 de outubro a 26 de novembro, os indicadores apontam elevação de 26% (de 830 para 1.047) no número de hospitalizações confirmadas pela doença e aumento de 30% (de 712 para 928) de internados em UTI por síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Além disso, o número de internados em leitos clínicos com coronavírus cresceu 54% (de 768 para 1.183) e o número de óbitos subiu 31%, de 211 para 276.

O mapa mais avermelhado já visto pelo Estado foi o preliminar da 15ª rodada, que apresentou 16 regiões com risco alto. Após recursos, o mapa definitivo, vigente entre os dias 18 e 24 de agosto, trouxe 14 regiões em vermelho.

Veja o mapa preliminar da 30ª rodada: https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br

Das 21 regiões Covid – neste mapa preliminar, todas em bandeira vermelha –, apenas Uruguaiana, Bagé e Guaíba não apresentam protocolos próprios, geridos pelo sistema de cogestão regional.

As regiões em cogestão classificadas em bandeira vermelha podem adotar regras de bandeira laranja, e as classificadas em laranja podem adotar protocolos de bandeira amarela, basta que enviem protocolos próprios adaptados à Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios (Saam).

Os planos regionais aprovados estão disponíveis em https://planejamento.rs.gov.br/cogestao-regional

Paralelamente aos pedidos de cogestão, o Estado aceitará pedidos de reconsideração à classificação de risco, que podem ser feitos via associação regional por meio de formulário eletrônico (pelo link https://forms.gle/8SuLcENKajfXihPs5), no prazo máximo de 36 horas após a divulgação do mapa preliminar – até as 6h de domingo (29/11).

A adoção de protocolos alternativos não altera as cores do mapa definitivo, que será divulgado após análise dos recursos pelo Gabinete de Crise, na tarde de segunda-feira (30/11), por meio de notícia publicada no site do governo do Estado. A vigência das bandeiras da 30ª rodada começa à 0h de terça-feira (1°/12) e se encerra às 23h59 de segunda-feira (7/12).

Regra 0-0

Conforme o mapa preliminar da 30ª rodada, todos os 497 municípios do Rio Grande do Sul estão em bandeira vermelha, o que corresponde a 100% da população gaúcha (total de 11,3 milhões de habitantes).

Dos 497 municípios gaúchos, 207 (930.400 habitantes, 8% da população gaúcha) podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

• Clique aqui e acesse a lista de municípios que se encaixam na Regra 0-0

 

RESUMO DA 30ª RODADA

Regiões que apresentaram piora (13)

LARANJA > VERMELHA

Santa Maria (em cogestão)
Guaíba
Lajeado (em cogestão)
Santo Ângelo (em cogestão)
Santa Rosa (em cogestão)
Cruz Alta (em cogestão)
Bagé
Taquara (em cogestão)
Cachoeira do Sul (em cogestão)
Santa Cruz do Sul (em cogestão)
Pelotas (em cogestão)
Caxias do Sul (em cogestão)
Porto Alegre (em cogestão)

Regiões que seguem igual

BANDEIRA VERMELHA (8)

Novo Hamburgo (em cogestão)
Passo Fundo (em cogestão)
Capão da Canoa (em cogestão)
Canoas (em cogestão)
Ijuí (em cogestão)
Palmeira das Missões (em cogestão)
Erechim (em cogestão)
Uruguaiana

• Clique aqui e acesse a nota técnica com as justificativas de classificações das regiões.

 

DESTAQUES DA 30ª RODADA

• número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 reduziu 11% entre as duas últimas semanas (de 1.172 para 1.047);
• número de internados em UTI por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) aumentou 12% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (de 827 para 928);
• número de internados em leitos clínicos com Covid-19 aumentou 17% entre as duas;
• últimas quintas-feiras (de 1.014 para 1.183);
• número de internados em leitos de UTI com Covid-19 aumentou 13% entre as duas últimas quintas-feiras (de 683 para 775);
• número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 reduziu 17% entre as duas últimas quintas-feiras (de 626 para 522);
• número de casos ativos aumentou 13% entre as duas últimas semanas (de 18.860 para 21.348);
• número de registros de óbitos por Covid-19 ficou praticamente estável entre as duas últimas quintas-feiras (de 282 para 276).

As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (238), Caxias do Sul (128), Passo Fundo (79), Novo Hamburgo (74) e Canoas (62).

Comparativo: situação entre 30 de outubro e 26 de novembro

• número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 aumentou 26% no período (de 830 para 1.047);
• número de internados em UTI por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) aumentou 30% no Estado no período (de 712 para 928);
• número de internados em leitos clínicos com Covid-19 aumentou 54% no período (de 768 para 1.183);
• número de internados em leitos de UTI com Covid-19 aumentou 35% no período (de 573 para 775);
• número de casos ativos aumentou 63% no período (de 13.061 para 21.343);
• número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 reduziu 34% no período (de 791 para 522);
• número de óbitos por Covid-19 acumulados em sete dias aumentou 31% no período (de 211 para 276).

Clique aqui e acesse o levantamento completo da 30ª rodada do Distanciamento Controlado

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Hemocentro encerra a Semana do Doador de Sangue com êxito

Pável Bauken

Publicado

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O Hemocentro Regional de Santa Rosa realizou nessa semana, atividades variadas para receber os doadores de sangue, já que no dia 25 de Novembro, comemorou-se o Dia do Doador de Sangue, que é uma data que busca valorizar os doadores voluntários, bem como ser uma data que antecede final de ano, para garantir os estoques em níveis seguros de sangue.

A semana do doador contou com inúmeras atrações e atividades diversificadas. Na segunda-feira, foi lançada a Árvore dos Bons Desejos, momento que contou-se com a presença de autoridades locais para a abertura oficial da Semana do Doador, além do contador de histórias, o Dr. Alegria, representado por Jefferson Machado. Na terça-feira foi realizada a divulgação da semana do doador no Palácio Municipal com os servidores públicos. Na Quarta-feira, dia do doador de sangue, foram entregues cartões de doadores aos doadores fidelizados, juntamente com a Fenasoja. Além disso, neste dia, o Hemocentro ficou aberto das 7h30m às 17:30 sem fechar ao meio dia, para àqueles doadores que tem dificuldades de virem nos horários normais.

Já na quinta-feira, foi o momento de agradecimento às empresas amigas do Hemocentro, as quais contribuíram para a realização e sucesso da Semana do Doador, com a entrega do Certificado de Empresa Amiga do Hemocentro. Além das empresas, a equipe de trabalhadores também foi homenageada com o recebimento de um certificado e uma caneca personalizada. Na sexta-feira a equipe do Hemocentro foi juntamente com o Vermelhinho, na Loja GZT, realizar campanha com a equipe e clientes. Neste dia o Hemocentro também permaneceu aberto ao meio dia.

Durante a semana do doador de sangue, foram coletados mais de 200 bolsas de sangue, o que garante estoque seguro para o próximo mês.

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Destaque

Estado e municípios traçam novas estratégias para enfrentar pandemia de Covid-19

Objetivo do encontro foi reativar leitos hospitalares desativados no momento em que a curva epidemiológica começou a cair

Pável Bauken

Publicado

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- Foto: Ascom SES

Em consequência das altas taxas de ocupação de leitos de Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) nos hospitais do Rio Grande do Sul – atualmente variando próximo aos 70% na rede pública –, a Secretaria da Saúde (SES) está mobilizada para não deixar nenhum cidadão desassistido nas próximas semanas, seja por Covid-19 ou outros agravos. Na quinta-feira (26/11), a equipe diretiva voltou a se reunir com secretários municipais de Saúde, em especial aqueles em gestão plena, e com o Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS) para reavaliar a situação da pandemia da Covid-19 em território gaúcho.

O objetivo do encontro foi reativar leitos hospitalares desativados no momento em que a curva epidemiológica da doença começou a cair. “Alguns leitos que estavam voltados exclusivamente ao atendimento de pacientes com Covid-19 foram desativados para dar espaço ao atendimento de pacientes não-Covid, ou por esgotamento dos profissionais de saúde ou mesmo por problemas operacionais”, explicou o diretor do Departamento de Regulação Estadual, Eduardo Elsade.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, lembrou que a rede hospitalar pública gaúcha mais que dobrou a capacidade de atendimento de terapia intensiva desde o início da pandemia, passando de 933 para 1.882 leitos de UTI adulto por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, diversas ações emergenciais foram tomadas durante os últimos meses para evitar a sobrecarga do sistema.

“As medidas de proteção básicas de distanciamento físico e higiene são fundamentais neste cenário”, reforçou Arita. “Sabemos que a população já está saturada de manter o isolamento, mas as equipes médicas estão ainda mais saturadas”, ressaltou a presidente do Cosems/RS, Claudia Daniel.

O diretor-geral de regulação do município de Porto Alegre, Jorge Luís Osório, frisou que, neste momento, tanto os casos de Covid-19 como os não-Covid estão no topo das prioridades de atendimento, em decorrência da agudização de agravos de saúde, e que geram filas de demanda reprimida.

“Precisamos traçar novas estratégias neste momento em que os números de casos e internações voltaram a subir. Temos agora novos fatores com que nos preocupar, como o cansaço dos profissionais na linha de frente, a saúde mental da população e os atendimentos não-Covid que não podem ser postergados. Mas acreditamos que unindo forças podemos vencer esse desafio”, completou Arita.

Os gestores assumiram o compromisso de manter aberto o máximo possível de vagas. Além disso, a SES está verificando junto aos hospitais onde existe a possibilidade de abertura de novos leitos de terapia intensiva, uma vez que há equipamentos adquiridos pelo governo Estado disponíveis para empréstimo.

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