Vendaval causa destelhamentos e quedas de árvores em ao menos 10 cidades do Noroeste
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Vendaval causa destelhamentos e quedas de árvores em ao menos 10 cidades do Noroeste Gaúcho

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Vendaval causa destelhamentos e quedas de árvores em ao menos 10 cidades do Noroeste
Bombeiros Voluntários de Cerro Largo / Divulgação

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Ao menos 10 municípios do noroeste gaúcho registraram estragos por causa de um vendaval na noite da segunda-feira (16). Corpo de Bombeiros e Defesa Civil trabalham desde a madrugada para retirar árvores caídas e distribuir lonas para residências destelhadas.
 
Ainda não há um número oficial de atingidos. A Defesa Civil prepara um balanço na manhã desta terça-feira (17).
 
Em Cerro Largo, pelo menos uma família precisou sair de casa depois que o telhado da moradia foi arrancado pelo vento. O município de Sede Nova teve 80 residências destelhadas e quatro edificações danificadas. No entanto, ninguém foi desalojado. Em Crissiumal também há diversos estragos reportados.
 
Em São Luiz Gonzaga, pelo menos 15 casas foram destelhadas e 20 árvores caíram. Situação semelhante em Horizontina, onde ao menos 10 casas sofreram danos. Há problemas também em Guarani das Missões, onde nove famílias reportaram destelhamentos. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Clemente Soltis teve parte do refeitório destelhado. Ainda não há confirmação sobre como isso afeta as aulas no local. Em Santa Rosa são três casas destelhadas e nove árvores caídas.
 
Também houve registro de estragos em Três de Maio, Tucunduva e Cândido Godói, onde o prédio da prefeitura ficou parcialmente destelhado. Em Entre Ijuís houve queda de granizo, mas não há registro de estragos.
 

Falta de luz

As chuvas e o vento causaram falta de luz em parte do Estado. Segundo o balanço mais recente da RGE, são 90 mil clientes sem energia. A maioria dos pontos se concentra na Região Norte. A concessionária afirma que os danos foram provocados por conta de galhos e objetos arremessados contra fios e outros equipamentos. Já a CEEE Equatorial ainda não informou se há locais com energia interrompida em sua área de concessão.
 
Fonte: GZH.
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Pesquisadores da UFPel preveem pico de enchente em Pelotas entre segunda e quarta-feira

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Foto: Divulgação/ Prefeitura de Pelotas
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A Região Sul do Estado está se preparando para a chegada de uma grande quantidade de água, resultante da descida das águas do Guaíba para a Lagoa dos Patos, e posteriormente para o mar. Todas as previsões meteorológicas e movimentos hídricos, bem como as orientações relacionadas à evacuação, resgate e outras medidas relacionadas às enchentes da região, especialmente de Pelotas, são emitidas a partir da Sala de Situação no 9º Batalhão de Infantaria Motorizada (9°BIMtz).

Dentre as equipes envolvidas está um grupo de pesquisadores de modelagem matemática da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), responsável por prever o escoamento das águas. Eles utilizaram um modelo computacional desenvolvido nos Estados Unidos, amplamente empregado internacionalmente para prever inundações. A pesquisadora Daniela Buske explica que essas simulações fornecem estimativas do volume de água que atingirá Pelotas e região, considerando a vazão da água desde Porto Alegre até a foz da Laguna dos Patos e prevendo os dias de maior inundação.

No último sábado (11), os pesquisadores apresentaram às autoridades e às forças de segurança dados que indicam a mudança da classificação da área da Vila Farroupilha, inicialmente classificada como área de alerta, para área de risco – de laranja para vermelho.
Além disso, forneceram informações sobre datas específicas, como de segunda (13) a quarta-feira (15), quando é esperado um aumento significativo do volume de água em Pelotas através da Lagoa dos Patos.

O processo de obtenção de cada simulação pode levar até 12 horas, devido à capacidade computacional e à necessidade de análise minuciosa de todo o cenário. “Dedicamos horas à simulação para obter os resultados atuais e determinar o tempo restante até a chegada do principal volume de água, a grande vazão, à nossa região, especialmente em Pelotas”, explica a pesquisadora.

Fonte: O Bairrista

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Frente fria deve trazer queda acentuada da temperatura no RS

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja, “de perigo”, para o declínio acentuado da temperatura na Região Sul. O fenômeno deve ser percebido entre segunda (13) e quarta (15) e pode levar os termômetros a registrarem temperaturas cinco graus Celsius (°C) menores.

Segundo o Inmet, as chuvas neste domingo (12) foram mais concentradas em grande parte do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Já a partir da noite, a concentração será na metade norte do estado gaúcho, incluindo a capital Porto Alegre. “E na parte mais ao sul do estado, já começam a cair as temperaturas a partir de hoje”, disse à Agência Brasil o meteorologista do Inmet, Heráclio Alves.

Nos três estados do Sul, a temperatura deve ficar mais baixa. No Rio Grande do Sul, o meteorologista apontou que a temperatura pode ficar abaixo dos 4º nos próximos dias, principalmente nas madrugadas e manhãs. “Então, a chuva já diminui a partir de amanhã, principalmente no Rio Grande do Sul, mas vai ter a frente fria que vai se formar durante a madrugada. Ainda chove no norte do estado mas, no decorrer do dia, a chuva avança para Santa Catarina e Paraná e e vai dando espaço a essa massa mais fria, e com pouca chuva, mas com temperatura muito baixa. Tem o frio”, alertou Heráclio Alves.

A partir dessa segunda-feira (13), na madrugada e no decorrer do dia, a chuva fica mais concentrada no norte gaúcho e começa a avançar por Santa Catarina e Paraná, entre a segunda e terça-feira. As temperaturas vão cair também nas demais áreas do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, Paraná e também no sul e oeste do Mato Grosso do Sul.

 

Com informações de Agência Brasil.

 

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Chuva e queda de temperatura são previstas para esta semana no RS

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Foto:Inmet / Reprodução
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Durante esta semana, é provável que a instabilidade continue predominando em grande parte do Rio Grande do Sul. Até sexta-feira (17), são esperados pelo menos três dias de chuva, com os maiores acumulados previstos para segunda-feira (13). Os meteorologistas alertam também para a continuidade da queda da temperatura, podendo ocorrer geada em algumas áreas, com mínimas variando entre 2°C e 3°C.

Para segunda-feira, há dois alertas de perigo relacionados à chuva intensa, um amarelo e um laranja, emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Esses alertas abrangem diferentes regiões e são válidos até as 18h. O alerta laranja indica risco de chuvas entre 50 e 100 milímetros por dia, além de ventos de até 100 km/h na serra gaúcha e em outras áreas do estado e de Santa Catarina. Enquanto isso, o alerta amarelo sinaliza a possibilidade de chuvas menos intensas e rajadas de vento de até 60 km/h em outras regiões.

É preocupante considerar que a média histórica de chuvas para maio no RS varia de 140 a 180 milímetros, tornando alarmante a possibilidade de atingir até 100 milímetros em apenas um dia. Patricia Cassoli, meteorologista da Climatempo, explica que essa chuva é resultado da combinação de uma área de baixa pressão com a umidade proveniente do norte do Brasil, o que potencializa a instabilidade. Mesmo que os acumulados não devam ser tão expressivos como os recentes, qualquer quantidade de água pode aumentar os riscos de enchentes e deslizamentos.

Na terça-feira (14), espera-se tempo firme na maior parte do estado, com exceção da divisa com Santa Catarina, onde ainda pode ocorrer chuva fraca. Isso se deve à chegada de uma massa de ar polar, que também provocará queda nas temperaturas e chance de geada em algumas regiões.

O tempo firme deve persistir até quarta-feira (15), com a continuação da queda nas temperaturas, especialmente nas regiões ao norte do estado, onde há possibilidade de geada e nevoeiro pela manhã.

A partir de quinta-feira (16), o céu nublado e a chance de chuvas retornam, podendo ser mais intensas nas regiões próximas à Serra, Missões e Litoral Norte. Essa condição é resultado do afastamento da massa de ar polar para o oceano e do transporte de umidade da região Norte para o RS, além da presença de cavados, que são áreas de baixa pressão que favorecem a formação de nuvens de chuva.

Na sexta-feira, a chuva deve se espalhar por todo o estado com mais intensidade, com volumes previstos entre 20 e 40 milímetros em municípios do Centro e da metade Norte, sendo mais fraca no Sul, na Campanha e na Fronteira Oeste.

Fonte: GZH

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