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Varejo alimentar do País cria 39,8 mil vagas em novembro, diz Apas; SP lidera

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Segundo a Apas, o acumulado do ano é 14,2 mil novas vagas de emprego, superando a expectativa inicial de 2020, que era a de 13 mil vagas

 

 

O varejo alimentar brasileiro criou 39,8 mil vagas em novembro, melhor resultado para o mês desde 2014, informou nesta quarta-feira, 30, a Associação Paulista dos Supermercados (Apas). Segundo a entidade, o Estado de São Paulo liderou com 9,6 mil novos empregos no mês. O resultado estadual é 43,6% maior que novembro de 2019 e o triplo do registrado em outubro deste ano, se consolidando como o melhor resultado de novembro na década.

Segundo a Apas, o acumulado do ano é 14,2 mil novas vagas de emprego, superando a expectativa inicial de 2020, que era a de 13 mil vagas.

O número se aproxima do número de vagas criadas em 2014, quando o setor supermercadista empregou 16 mil pessoas de janeiro a novembro.

“Historicamente, o fim de ano é quando o setor mais investe na contratação de pessoal. E mesmo com os desafios econômicos impostos pela pandemia, a essencialidade do setor supermercadista nos permitiu chegar ao fim de 2020 com um bom número de novos postos de trabalho criados. Este contexto corroborou para que os supermercados tenham o melhor mês de novembro de geração de empregos em uma década e o melhor acumulado dos últimos seis anos”, explica em nota o presidente da Apas, Ronaldo dos Santos.

Na análise por canais do varejo alimentar no mês de novembro, os minimercados e atacados registraram o dobro de geração líquida que a média anual histórica. Já os hortifrútis, o triplo. Atualmente, o setor varejista alimentar paulista emprega 562,3 mil pessoas.

 

 

FONTE: Noticias ao Minuto

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Acordo visa ampliar alimentos da agricultura familiar em merendas

Iniciativa foi firmada entre ministérios da Agricultura e Educação

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© SEDUC/AM

Os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Educação firmaram um acordo para ampliar a participação da agricultura familiar no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

O acordo prevê ações de qualificação dos produtores e ações para fazer com que estados e municípios possam atingir a cota de 30% do volume de compras do Pnae com produtos provenientes da agricultura familiar.

Entre as ações, estão previstos cursos e iniciativas de formação de trabalhadores envolvidos no programa, como nutricionistas e extensionistas rurais, gestores, diretores de escola e outros envolvidos na definição da aquisição dos alimentos escolares.

Serão realizados cinco seminários estaduais ou regionais que trabalharão formas de inserção da agricultura familiar no Pnae. O foco será sobre municípios que não compram dessa modalidade ou possuem baixo percentual dentro do volume de alimentos adquiridos. Também serão organizadas quatro oficinas no estado do Amazonas.

Outra medida do acordo será a oferta de assistência técnica e extensão rural a agricultores familiares de modo a estimular a ampliação da oferta de produção às escolas e secretarias de Educação que adquirem as compras do Pnae.

Atualmente, 46 milhões de crianças da educação básica recebem merenda escolar. A legislação exige que 30% desse volume de alimentos seja oriunda da agricultura familiar, índice que em muitos lugares não é atingido.

ebc

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FUMSSAR divulga panfletos nas escolas

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Educar e informar os alunos. A Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa, através da Atenção Básica está realizando ações de orientação com os alunos. O projeto foi desenvolvido pensando em uma linguagem simples e de fácil entendimento para os pequenos. Foram impressos 10 mil panfletos, em parceria com a Secretaria de Educação e o COE – Centro de Operações de Emergência. O material é lúdico e tem dicas de prevenção ao COVID-19. Os panfletos estão sendo distribuídos nas Escolas Municipais de Educação Infantil, Ensino Fundamental e também na Rede Privada.

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Selecionada a organização que irá capacitar 1,5 mil mulheres empreendedoras

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A Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do Noroeste do Estado (Fidene), vinculada à Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) foi a Organização da Sociedade Civil (OSC) selecionada para realizar a capacitação de 1,5 mil mulheres empreendedoras dentro do programa estadual RS TER – Mulheres Empreendedoras.

A iniciativa vai oferecer ferramentas necessárias para o empreendedorismo feminino. As vagas são direcionadas às mulheres em todo o Estado para cursos de elaboração e desenvolvimento de planos de negócios, finanças, inovação, marketing e e-commerce, além do desenvolvimento de ideias, projetos e empreendimentos sociais, tradicionais e culturais.

“O RS TER – Mulheres Empreendedoras vai estimular a participação da mulher nos processos da geração de trabalho e renda. Elas vão poder potencializar algo que é dá sua natureza: a criação de alternativas de enfrentamento às adversidades, rompendo com a lógica do mercado formal no sentido de superação. Este projeto vai assessorar individualmente os empreendimentos por seis meses após o término do curso. Através da parceria com a Unijuí, ofereceremos apoio em um momento em que as mulheres enfrentam ainda mais dificuldades decorrentes da pandemia”, afirma Regina Becker, secretária da Igualdade, Cidadania, Direitos Humanos e Assistência Social.

O Estado fará o repasse de R$ 350 mil à universidade, recurso proveniente do Fundo Estadual de Apoio à Inclusão Produtiva (Feaip), para a execução do programa. Conforme a coordenadora da incubadora de empresas de inovação tecnológica da Unijuí, Maria Odete dos Santos Garcia Palharini, a iniciativa estadual de pensar na cultura empreendedora com as mulheres é compatível com uma demanda de planejamento da instituição, que é levar qualificações às mulheres gaúchas.

“Essa é uma grande oportunidade de conectarmos a nossa vontade de trabalhar com o empreendedorismo através dos recursos estaduais, levando nosso conhecimento para mais pessoas. Nossa proposta é realizar um conjunto de qualificações que englobam a identificação de oportunidades, planejamento pessoal, plano de negócios, questões administrativas e financeiras, metas e indicadores de resultado”, afirma.

Serão 1.680 horas de qualificações com metodologia acessível que permitirá a criação de novos negócios, identificação de oportunidades e constituição de equipes que pensem em novos modelos e oportunidades de negócio. Ao longo das capacitações, as mulheres também receberão consultorias individuais que unam a teoria e prática.

Com grande expectativa, a autônoma Adane Wiest, 32 anos, de Novo Hamburgo, é uma das 1,5 mil mulheres inscritas no programa. Ela já teve experiências básicas com o empreendedorismo, como a venda de roupas, cosméticos e quentinhas e pretende explorar suas potencialidades. “Gostaria de conseguir conciliar a vida em casa, com os dois filhos e com a vida de empreendedora. Faz sete anos que já sou autônoma, e quero ampliar os meus horizontes nas capacitações”, relata.

Projeto amplia habilidades

O projeto vai fornecer instrução, assessoria e acompanhamento para a ampliação das habilidades empreendedoras, construção de bases para desenvolver competências necessárias para gerir empreendimentos, desenvolvimento de uma visão global, estímulo ao protagonismo empreendedor, identificação do posicionamento estratégico de cada negócio e seu portfólio de produtos, estímulo ao desenvolvimento das comunidades locais, caminhos para ampliar os postos de trabalho e diversificar a renda nos locais em que estão inseridos.

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