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Usuários do CAPS II viajaram a Gramado – Portal Plural
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Medicina & Saúde

Usuários do CAPS II viajaram a Gramado

Pável Bauken

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Usuários do Centro de Atenção Psicossocial – CAPS II Novo Rumo da FUMSSAR, partiram de Santa Rosa na noite de segunda-feira,09 rumo a cidade de Gramado na Serra Gaúcha. A Viagem tem como objetivo promover a integração e inclusão dos usuários com acompanhamento de integrantes da equipe técnica do Centro.

O CAPS funciona como referência para a rede de Atenção Básica e saúde mental do município, promovendo a integralidade do tratamento aos usuários portadores de sofrimento mental, através de um atendimento qualificado buscando a inserção da família, reduzindo internações hospitalares e viabilizando a reabilitação social do indivíduo.

A viagem foi viabilizada pela gestão da FUMSSAR, dentre outras atividades que são realizadas com foco em incrementar as ações em prol dos usuários. Délcio Stefan presidente da FUMSSAR, acompanhou a saída do grupo e destacou o empenho da equipe na condução dos trabalhos diários, sempre buscando a melhoria na qualidade de vida dos usuários. O retorno para Santa Rosa está previsto para a madruga de quarta-feira,11.

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Medicina & Saúde

Brasileiros diminuem isolamento social, mas 40% ainda estão em casa

A pesquisa semanal PNAD Covid-19 informa que 86,4 milhões de brasileiros só saíram de casa por necessidade básica na primeira semana de setembro

Pável Bauken

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A população brasileira diminuiu a adesão às medidas de isolamento social na primeira semana de setembro, aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid-19) semanal divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (25.set).

86,4 milhões de pessoas ficaram em casa e só saíram por necessidade básica na primeira semana de setembro, o equivalente a 40,9% da população. O resultado representa cerca de 2,2 milhões de pessoas a menos em distanciamento social em apenas uma semana.

A parcela da população que ficou rigorosamente isolada somou 37,3 milhões na primeira semana de setembro, 1,6 milhão de pessoas a menos em isolamento social em apenas uma semana.

Outros 5,9 milhões disseram que não adotaram qualquer tipo de restrição de contato em função da pandemia do novo coronavírus na primeira semana de setembro, 900 mil pessoas a mais nessa condição que na semana anterior.

Uma fatia de 80,7 milhões de pessoas declarou ter reduzido o contato social, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas, 3,6 milhões a mais que na semana anterior.

SBT

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Medicina & Saúde

Vigilância em Saúde alerta sobre riscos no uso da vitamina D no Estado

Reporter Cidades

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O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) publicou um alerta nesta quinta-feira (25) sobre a interdição cautelar, como medida preventiva, de um lote de suplemento alimentar de vitamina D da marca Stem Pharnmaceutical por apresentar concentração acima do recomendado Dois casos de intoxicação por ingestão do suplemento foram registrados em Porto Alegre.

A Divisão de Vigilância Sanitária do CEVS ordenou o recolhimento do lote 19001, fabricação 9/9, validade 9/21, versão em 30 comprimidos de 2.000UI nos locais de venda e recomenda a suspensão imediata do consumo deste produto O documento, também alerta sobre os riscos do consumo excessivo de suplemento alimentar de vitamina D sem supervisão de profissional habilitado. O texto divulgado explica que a vitamina D é um pré-hormônio que atua como importante regulador do cálcio e do metabolismo ósseo. As formas originais de vitamina D, colecalciferol (vitamina D3) e ergocalciferol (vitamina D2) podem ser obtidas através da dieta, de suplementos alimentares ou por meio da síntese cutânea endógena ( banho de sol). O sol representa a principal fonte de vitamina D para a maior parte da população.

A crescente conscientização sobre a relação da deficiência de vitamina D com problemas de saúde levou a um aumento da ingestão através de suplementos pela população em geral. Todavia, o aumento do consumo de suplementos contendo vitamina D pode predispor a um aumento da incidência de toxicidade pela ingestão de doses mais altas do que as recomendadas para a idade, peso corporal ou níveis maiores que os valores limites de ingestão estabelecidos.

A sobredosagem não intencional, devido ao uso de produtos farmacêuticos, é a causa mais frequente de intoxicação exógena Considera-se risco de intoxicação quando os níveis séricos de vitamina D encontram-se acima de 100ng/mL3.

O excesso de vitamina D aumenta a captação intestinal de cálcio, reabsorção tubular renal e reabsorção óssea, levando a hipercalcemia-nível elevado de cálcio no sangue-sintomas relacionados, como náusea, vômitos, fraqueza, anorexia, desidratação e quadro agudo insuficiência renal. As manifestações clínicas de toxicidade por vitamina D podem variar de sintomas leves a graves, envolvendo risco de vida.

Atenção:
• Consuma suplemento alimentar de Vitamina D, com a indicação de um médico ou nutricionista, de acordo com as quantidades prescritas, considerando que doses elevadas são prejudiciais à saúde.
• Evite automedicação.
• Caso tenha ingerido o produto acima descrito e apresentado sintomas como os até agora relatados (náusea, vômitos, fraqueza) siga as seguintes orientações:
1. Procure atendimento médico;
2. Contate imediatamente a Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de seu município ou o Disque-Vigilância do CEVS, através do fone 150;
3. Mantenha o produto na embalagem original, fora do alcance de crianças:
4. Caso possua unidades fechadas do produto, do lote informado, em seu poder, mantenha-o guardado até novas orientações da vigilância.

 Clique aqui e leia na íntegra a nota técnica da Vigilância em Saúde do Estado sobre os riscos no uso inadequado da vitamina D

 

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Medicina & Saúde

SUS abre consulta pública sobre uso de medicamento para o coração

Uso de nova substância pode reduzir em até 40% o risco de reinfarto

Pável Bauken

Publicado

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© Rovena Rosa/Agência Brasi Saúde

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao Sistema Único de Saúde (Conitec SUS) abriu consulta pública sobre a proposta de adoção da substância cloridrato de prasugrel como tratamento para combater a trombose de stent (prótese de desobstrução arterial) em pacientes diabéticos com síndrome coronariana aguda e que fizeram  angioplastia coronariana primária.

Podem participar pacientes, a comunidade médica e a população em geral. A consulta pública ficará aberta até o dia 5 de outubro. A comunidade técnico-científico pode acessar o formulário. O público em geral pode fazer inscrições em neste site.

De acordo com os dados, a adoção do cloridrato de prasugrel pode reduzir em até 40% o risco de reinfarto e colocação de novo stent em pacientes com esse quadro. A medicação pode ser indicada também para não-diabéticos, com chance de diminuir o reinfarto em até 20%. Isso ocorre porque o cloridrato evita que a plaqueta grude no stent, permitindo que o sangue flua, o que evita um novo infarto. Segundo o Ministério da Saúde, 30% dos pacientes que passaram por angioplastia são diabéticos.

Atualmente no Brasil o medicamento é utilizado em hospitais particulares especializados no tratamento de pacientes diabéticos com síndrome coronariana aguda que realizaram angioplastia coronariana primária. Esse tratamento já é utilizado pelo sistema de saúde da Alemanha, Austrália, Canadá, Escócia, Inglaterra, entre outros, com resultados comprovados pela comunidade médica desses países.

O responsável pela Unidade Clínica de Coronariopatia Aguda do InCor – HC-FMUSP, Roberto Rocha Giraldez, explicou que a doença coronária ocorre quando se formam placas na circulação do coração. Com o tempo, a idade e principalmente os fatores de risco (diabetes, colesterol, hipertensão, tabagismo) aceleram a formação dessas placas que vão entupindo o coração.

“O evento agudo, o infarto, acontece subitamente porque nessas placas ocorrem fenômenos agudos que determinam que se forme um coágulo em cima da placa que é o que entope a circulação. Sem sangue nenhum o indivíduo acaba tendo o infarto, que é a necrose do músculo do coração decorrente da falta de sangue, oxigênio e nutrientes”, explicou.

O cloridrato de prasugrel atua de forma rápida e mais intensamente, o que é importante para o indivíduo que chega ao hospital com infarto. Além disso ninguém oferece resistência a essa substância, o que garante a eficácia para todos.

“Isso foi comparado com outro medicamento disponível, o clopidrogrel, e o resultado foi que houve uma diminuição do infarto e um aumento do benefícios que esses medicamentos promovem, apesar do sangramento aumentar, o que é normal em medicamentos mais fortes. O prasugrel é um avanço, uma nova geração de medicamentos antiplaquetários. O benefício existe na fase aguda e também continua posteriormente.”

Estudo

O presidente da Associação Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga, destacou que há vantagem em introduzir o medicamento no SUS desde que seja suportável financeiramente pelo sistema. “Há uma métrica econômica para avaliação da implementação de novas tecnologias em saúde. A entidade se comprometeu a participar de  estudo econômico para avaliar o emprego da terapia na prática clínica. O objetivo é verificar se os dados dos ensaios se replicam na prática e se são da magnitude observada no SUS. Nós temos compromisso não só com a comprovação científica apresentada mas com a sustentabilidade do sistema de saúde”, afirmou.

O Ministério da Saúde informou, em nota, que a consulta pública tem o objetivo de ampliar a discussão sobre o assunto e embasar as decisões sobre formulação e definição de políticas públicas. Para promover a participação da sociedade no processo de tomada de decisão para a inclusão de medicamentos e outras tecnologias no SUS, a Conitec disponibiliza suas recomendações em consulta pública por um prazo de 20 dias. Excepcionalmente, esse prazo pode ser reduzido para 10 dias em situações de urgência.

“A incorporação, a exclusão ou a alteração de novos medicamentos, produtos e procedimentos, bem como a constituição ou alteração de protocolo clínico ou de diretriz terapêutica são atribuições do Ministério da Saúde. Para cumprir essas atribuições, a pasta é assessorada pela Conitec.

A análise da Comissão deve ser baseada em evidências científicas, publicadas na literatura, sobre eficácia, acurácia, efetividade e segurança da tecnologia, bem como a avaliação econômica comparativa dos benefícios e dos custos em relação às tecnologias já incorporadas. É imprescindível que a tecnologia em saúde possua registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, afirmou o Ministério da Saúde.

ebc

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