Um terço das mulheres só vão a encontros pela refeição de graça – Portal Plural
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Um terço das mulheres só vão a encontros pela refeição de graça

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Mãos para cima, quantos de nós já sugeriram o local para um primeiro encontro quando tínhamos certeza de que o cara não é “O Certo”? De acordo com uma nova pesquisa publicada na Sociedade para Personalidade e Psicologia Social, não estamos sozinhos, já que 23-33% das mulheres vão a encontros na esperança de uma refeição grátis.

Conhecido como “contatinho gastronômico”, muitas de nós talvez apenas dizem sim para ajudar a economizar, enquanto outras simplesmente gostam de checar o novo restaurante que acaba de abrir na região.

O primeiro estudo realizado pela Universidade do Pacífico Azusa e pela Universidade da Califórnia analisou 820 mulheres no total, sendo 40% solteiras, 33% mulheres casadas e 27% delas em um relacionamento sério.

Os resultados revelaram que 23% das mulheres já foram em um “encontro que envolvida refeições” ocasionalmente com algumas delas acreditando ser uma prática socialmente aceitável.

O segundo estudo analisou as respostas de 357 participantes do sexo feminino e descobriu que mais de 33% das mulheres iriam a um encontro puramente pela refeição gratuita.

Em ambos os grupos, os pesquisadores – Brian Collisson, Jennifer Howell e Trista Harig – observaram que aqueles que tinham encontros baseados em “contatinho gastronômico” também tiveram uma pontuação alta nos traços de personalidade da “tríade sombria” – que estão ligados a “comportamento enganoso e explorador”.

Por exemplo, sabe-se que esse tipo de personalidade apresenta mais chance de ter sexo casual, fingirem um orgasmo e enviarem imagens sexuais não solicitadas.

É interessante notar que este estudo em particular analisou apenas o comportamento de mulheres heterossexuais e os pesquisadores enfatizam que esse comportamento pode ocorrer em muitos outros tipos de relacionamentos, independentemente da sexualidade ou do gênero.

Então, da próxima vez que você estiver no final de um primeiro encontro, convém dividir a conta.

Fonte Yahoo / Danielle Fowler

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Noiva é chamada de “estúpida” pelo marido e se divorcia 3 minutos após casamento

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Nas redes sociais, internautas comentaram a decisão da noiva; veja o caso

Você conhece alguém que já viveu um casamento relâmpago? Um casal que vive em Kuwait, no Oriente Médio, passou a estampar o noticiário de diversos veículos internacionais por um motivo para lá de inusitado. Eles oficializaram a relação em um tribunal e, ao sair, a noiva sofreu um incidente, o que resultou no divórcio.

De acordo com o portal Q8 News , a noiva tropeçou acidentalmente quando estava saindo do local e o marido gritou e a chamou de “estúpida”. Apesar de ter assinado o contrato de casamento cerca de três minutos antes, a mulher ficou furiosa, voltou e implorou ao juiz que cancelasse a união imediatamente.

Mesmo que os noivos não tenham sido identificados, a ex-recém-casada recebeu apoio dos internautas nas redes sociais. Alguns chegaram a dizer que ela era inteligente por encerrar o matrimônio nessas circunstâncias enquanto uma jovem postou no Twitter que “um casamento sem respeito é fracassado desde o começo.” Outro, mais radical, ainda deu um conselho: “Nunca se case.”

Outro caso em que noiva e noivo se divorciam por motivo inusitado

Na Índia, outro caso de casamento rápido chamou atenção. Os noivos tinham realizado todos os rituais de uma típica união indiana e estavam se preparando para comemorar em um jantar, que é tradicionalmente oferecido após a cerimônia. Porém, a felicidade de recém-casados não durou por muito tempo, já que a refeição terminou em divórcio .

Segundo as informações divulgadas pelo portal local The India Times , a família do noivo não gostou dos pratos que estavam sendo servidos na recepção do casamento e começou a brigar com os familiares da noiva, que decidiram revidar. Ao ver que a discussão estava acalorada, um dos convidados chamou a polícia, que interrompeu a briga.

Imediatamente após o ocorrido, tanto a família da noiva quanto do noivo ligaram para seus respectivos advogados para oficializar a separação do casal ainda durante a festa. Eles também devolveram todos os presentes que foram trocados durante a cerimônia.

 

FONTE:DELAS.IG

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Maior faixa de pedestre do país, com 40 metros de extensão, é liberada para uso

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Sinalização, que possui 40 metros de extensão, foi implantada em um cruzamento.

 

A maior faixa de pedestre do país, com 40 metros de extensão, no cruzamento da Avenida Tristão Gonçalves com a Rua Liberato Barroso, no Centro de Fortaleza, está liberada para uso dos pedestres a partir desta segunda-feira (31).

Conforme a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), a sinalização, que começou a ser implantada na última sexta-feira (28), tem o objetivo de garantir a quem anda a pé mais tranquilidade para realizar a travessia.

Além da faixa de pedestres, a ação amplia a área da calçada com uso de cores que chamam a atenção, dando mais segurança para acomodar os pedestres.

Movimentação no Centro
A AMC estima que diariamente sejam realizadas 216 mil viagens ao Centro, sendo 66% realizada a pé, de ônibus, bicicleta e metrô.

O bairro registrou nos últimos cinco anos 5.493 mil acidentes. Deste total, 439 foram atropelamentos. 2.838 pessoas ficaram feridas e 47 perderam a vida neste período.

Dados do Relatório de Segurança Viária mostram que os pedestres representaram 33,7% das vítimas fatais e 11,2% das vítimas feridas de sinistros de trânsito no ano passado.

 

FONTE: G1

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Conjunto de cogumelos de 18 kg é encontrado em chácara

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Fungos foram doados para pesquisadores para realização de estudos.

 

Um conjunto de cogumelos de 18,2 quilos e de 62 centímetros foi encontrado em uma chácara no interior de Maravilha, no Oeste catarinense. Desde 13 de maio, dia da retirada, os fungos estão sendo estudados por pesquisadores para determinar a espécie.

O dono da chácara disse que um funcionário estava realizando o plantio de árvores na região, quando se deparou com os fungos. Em um primeiro momento, segundo o proprietário, o colaborador disse que se tratava de uma “cachopa branca de abelhas”, dado o tamanho do conjunto de cogumelos.

“Ao limpar, com muita calma, [o funcionário] ficou surpreso ao ver que na realidade era um cogumelo gigante. Me ligou e imediatamente fui lá ver. Fiquei deslumbrado e emocionado ao me deparar com aquela imagem maravilhosa”, disse o médico e dono da chácara, Evandro Nicola.

Dono da chácara segura cogumelo gigante — Foto: Evandro Nicola/Arquivo Pessoal

 

Com a raridade do achado, o médico resolveu compartilhar a descoberta com os pesquisadores do curso de ciência biológicas da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó).

O fungo está sendo analisado também por especialistas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

O professor de biologia e pesquisador Adriano Dias confirma a raridade do cogumelo. “Eu nunca tinha visto um deste tamanho”, disse.

Fungo integrará o acervo do museu de ciências naturais de instituição no Oeste de SC — Foto: Unochapecó/Reprodução

Ele afirma que somente estudos mais detalhados poderão precisar a espécie do fungo, mas, após conversas com especialistas, pode se tratar de Macrocybe titans ou Macrocybe praegrandis e que provavelmente não é venenoso. Análises ainda mostrarão se a espécie é comestível.

O professor explica que outros exemplares com este podem aparecer na mesma região. Ele ressalta que o cogumelo é uma estrutura produzida por fungos que não são visíveis a olho nu.

“O cogumelo é geralmente a ponta do iceberg. O cogumelo é uma estrutura produzida pelo fungo quando vai fazer reprodução sexuada, mas geralmente há muito mais dele no ambiente, mas não visível a olho nu. É bastante provável que surjam novos destes cogumelos na região. [Os fungos] dificilmente formam o cogumelo, são encontros ocasionais. Por isso, é muito interessante termos achado ele aqui na região”, afirma.

Retirada e estudo

Com a doação feita à universidade, o cogumelo teve que ser retirado do local. A equipe do Museu de Ciências Naturais da instituição realizou o procedimento. O cogumelo fará parte do acervo do local junto com os demais exemplares nativos da região.

O fungo teve que ser cortado em fatias para realizar o processo de desidratação. Ele ainda passará por uma série de procedimentos padrões para garantir sua conservação e análise.

“Esse é um tipo de fungo com muita água, pouco resistente. Por isso, certamente no processo de conservação ele não vai ficar como foi encontrado. Ele vai ser desidratado, e nisso vai perder 80% do volume, e a partir daí ele vai poder ser conservado”, conclui Adriano Dias de Oliveira.

 

FONTE: G1

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